Eu te perdoo

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Estou escrevendo para dizer que te perdoo. Sim, perdoo seus erros, seu desvio de caráter, seu louco sentimento de vingança e todo o mal que me causou. Perdoo pelas amizades que perdi e pelos momentos que eu poderia ter vivido. Te perdoo por absolutamente tudo o que já passou.

Reconheço que costumava manter um rancor, uma mágoa intensa que pesava a cada vez que te encontrava. Ultimamente, o peso veio se esvaindo e, confesso, hoje, não o sinto mais. Chega um momento em que não se suporta carregar tanto ressentimento no coração. Precisava viver sem que nada me impedisse de ser completamente feliz. Sem que nenhum rancor me obrigasse a mentir para mim mesma dizendo que era melhor assim.

Talvez meu coração tenha entendido isso antes da minha cabeça. Porque, quando me dei conta, o peso já não estava mais ali. Sua presença já não me incomodava mais, nem mesmo te dirigir a palavra era tão dolorido. Não entendo o que mudou depois de todo esse tempo, mas é mais fácil viver agora. Sem a obrigação de te odiar pelo que houve no passado.

Quem nunca cometeu erros? Eu já errei tanto… Hoje entendo que não se pode viver de mágoas. Veja bem, meu perdão não é um aval de reconciliação. Não é como se eu fosse te dar uma segunda chance. Ainda acho burrice que voltemos a conversar. Sabemos que as coisas não voltariam a ser como antes. Seria estranho demais.

Sei que não se pode dizer nunca. Quantas vezes eu mesma já não quebrei a cara ao dizer “dessa água não beberei”? Digamos que, por hora, o perdão é o máximo que eu consigo lhe proporcionar. Mais por mim do que por você. Dessa forma, eu vivo com o coração mais leve e você segue seu caminho sabendo que foi perdoado.

Bruna Paiva

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Favoritos do mês: as coisas mais legais de Janeiro!

Olá, pessoal!

O post de hoje é para contar os favoritos de Janeiro. Os filmes, canais, posts e vídeos mais legais que eu encontrei pela internet esse mês. São poucos, mas todos os que estão aí valem muito um pouquinho do seu tempo. Confiram

  • A la Mala

Achei esse filme no Netflix quando procurava nem sei mais pelo quê. A la Mala conta a história de uma atriz que vive de fazer testes de fidelidades, contratada por esposas e namoradas desconfiadas. O problema é que ela não gosta do que faz. O filme é muito bonitinho. Bom para aquele dia que você está cansada e não quer se preocupar.

 

  • Pop Flop- Mashup Taylor Swift

Esse vídeo é antigo, mas eu só descobri esse mês, quando alguém compartilhou no Facebook. Esse cara simplesmente ARRASA no cover da Taylor Swift. E o mix das músicas que ele faz ficou incrível!

  • Pipocando

O canal do Youtube que eu descobri esse mês foi o Pipocando. Achei sensacional porque eles falam TUDO sobre cinema. Comentam os filmes, contam curiosidades e tudo com muito humor. Além de uma produção incrível! É muito divertido e o melhor lugar para os cinéfilos como eu.

  • Ajudando pessoas na rua – Lucas Lira

Esse vídeo me fez chorar. O Lucas Lira é um Youtuber de Brasília, dono do canal Invento na hora. O especial de ano novo dele ficou lindo, passando uma mensagem incrível de solidariedade. Ele usou os fundos arrecadados num outro vídeo para ajudar pessoas que vivem nas ruas. Ficou muito emocionante.

  • Retrospectiva Luba TV

2015 foi um ano difícil para o Luba. Ainda assim, ele continuou sendo amazing em seu canal do Youtube, o LubaTV. Nessa retrospectiva, ele relembrou os melhores momentos do canal no ano que passou. Ficou curtinha, mas muito bonita. Eu fiquei emocionada…

  • Chloe Arnold & the Syncopated Ladies

A Chloe é uma das mais famosas sapateadoras da América. Tive o privilégio de participar de um dos cursos dela no último Tap In Rio, um dos maiores festivais de sapateado. Ela tem um canal com vários vídeos incríveis de TAP dance. Vale à pena assistir.

  • How to get away with murder

Essa foi a série que roubou minha vida social em janeiro. Faz tempo que vejo muita gente comentar sobre HTGAWM. Como estava livre procurando algo no Netflix, resolvi assistir e AMEI. Fiquei decepcionada porque lá só tem a primeira temporada, e a série está na terceira. Ainda assim, com certeza foi minha série preferida de janeiro.

É isso, gente! Esses foram os melhores achados na internet em Janeiro. Confiram porque vale a pena!

Um beijão da Bru

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Quatro autoras e um livro inesquecível

wp-1453815711245.jpgQuando a Gutenberg lançou o projeto do livro Um Ano Inesquecível eu pensei “que ideia sensacional”. Cresci lendo Thalita Rebouças, adoro a Bruna Vieira, me apaixonei pelo primeiro livro da Babi Dewet e sempre quis ler algo da Paula Pimenta. Eu simplesmente precisava desse 4 em 1; e, como contei para vocês aqui, ele foi uma das minhas aquisições da Bienal do Livro 2015.

Um Ano Inesquecível é uma coletânea de quatro contos, um de cada autora. Cada história se passa em uma estação do ano e a proposta era que fosse uma estação inesquecível, que de alguma forma mudasse a vida dos personagens. As quatro autoras contaram histórias divertidas e que me cativaram.

Todos os contos mexem com amor e adolescência. Só não entendi por que estavam fora da ordem das estações.

O primeiro é o inverno, de Paula Pimenta. Nele, Mabel é a protagonista e está furiosa por ser obrigada a viajar com os pais nas férias do meio do ano. A menina queria passar a folga da escola na casa de uma amiga, mas acaba tendo um inverno inesquecível com a família. Achei o conto um pouco previsível, mas ainda assim adorei a história, principalmente porque me identifiquei com a protagonista. É narrado em primeira pessoa pela própria Mabel e dá para acompanhar bem de perto os sentimentos dela durante todo o inverno!

O outono, de Babi Dewet, é o segundo conto. Nele, Anna Júlia concilia o último ano de escola com o estágio num escritório de advocacia. O conto se passa em São Paulo e, no caminho escola-estágio, Anna sempre cruza com um músico de rua. João Paulo também nota a presença da moça, que para sua surpresa odeia música. O que nenhum dos imagina é que nunca se esquecerão daquele outono.

A Babi arrasou. Foi o único conto que me fez chorar. Pela história e por ter me identificado com a vida corrida da protagonista. Os dramas dela, as inseguranças, muito do que eu passei em 2015. Descobri músicas que eu não conhecia e adorei renovar minha playlist.  Deu para sonhar em conhecer os dois personagens e juro que ia amar se eles ganhassem um livro só deles.

O terceiro conto é da Bruna Vieira e se passa na primavera. Jasmine está quase sendo reprovada em matemática em seu último ano do Ensino Médio. Quando a escola mostra a situação à sua mãe, a menina fica de castigo e é obrigada a ter aulas particulares com o professor a quem odeia. Mas tudo fica muito mais divertido quando ele coloca um de seus alunos da faculdade para dar as aulas em seu lugar.

Adorei o modo como a história corre. A narrativa é bem leve e a personagem principal é incrível. Ela passa por cima de todos os preconceitos e se joga de cabeça naquilo que quer. Gostei do drama e do final bonitinho que me fez sonhar acordada.

O verão de Thalita Rebouças é o último conto. Nele, Flávia acabou de terminar um relacionamento e tenta curtir as férias com as amigas Tati e Kaká. Por meio de aventuras amorosas do irmão de Kaká, o trio consegue ingressos para assistir ao espetáculo do carnaval carioca na apoteose, de camarote. O que elas nem imaginavam era quanta confusão aquele carnaval iria render. Gostei de como as coisas acontecem nesse conto. O texto flui e, quando percebi, já estava no final. A história é engraçada e eu juro que fiquei com pena da protagonista.

As quatro histórias são leves e divertidas. Mas o conto que eu mais gostei foi o da Babi Dewet, achei pouco previsível e simplesmente me apaixonei pelos personagens. O livro é descontraído e uma ótima pedida para ler neste finzinho de verão. Inspira a gente a buscar também a nossa estação inesquecível.

Bruna Paiva

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Diário de viagem: curtindo Camboriú!

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Olá, pessoal! Finalmente chegamos ao último dia de diário de viagem! Vou contar como foi a estadia em Balneário Camboriú!

Durante toda a viagem, nos hospedamos num apartamento no Pontal Norte de Balneário Camboriú. Era bem pertinho da praia e do centro. Foi ótimo porque podíamos sair tanto a pé quanto de carro. Não ficamos muito tempo por lá, usamos mais para dormir e tomar café, já que saímos da cidade quase todos os dias, mas deu pra conhecer um pouquinho também.

O que me deixou mais impressionada em Balneário Camboriú (além da beleza dos locais, é claro) foi a educação. Perdi a conta das vezes em que olhei em volta exclamando “como eles são civilizados!”.

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A faixa de pedestre

O que mais choca qualquer carioca, e aos paulistas também, é a falta de sinais de pedestres. Isso mesmo, sinais (semáforos, faróis, chame como quiser) só existem nos cruzamentos mais perigosos. Nos demais locais, há apenas faixas de pedestres, um pouco mais altas que o nível da avenida. E, choquem-se, é só botar o pé na faixa que TODOS os carros param.

Na primeira vez em que vi, não acreditei. Quando entendi o que acontecia, resolvi testar. Resultado? Uma retardada que toda hora mudava de calçada para sentir o gostinho do que nunca vai ver em sua cidade. Sejamos francos, se isso vira norma no Rio de Janeiro, ou em São Paulo, metade da população seria atropelada só na primeira semana.

Balneário Camboriú é a típica cidade do interior que se desenvolveu MUITO e virou cidade grande. Talvez essa seja uma das razões para os engarrafamentos gigantes e sem ter para onde fugir. Passamos horas parados e quase perdemos o circo do primeiro dia de viagem, porque o trânsito não tinha escape.

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Com nossos primos no bar Chaplin

Outra consequência do grande e rápido desenvolvimento da cidade são os prédios à Avenida Atlântica, orla da praia. Nas praias de Camboriú, a faixa de areia é pequena, o calçadão também. Acontece que, do outro lado da calçada, foram construídas dezenas de prédios, com dezenas de andares. Ou seja, depois do meio-dia, a praia fica completamente à sombra dos arranha-céus. Apesar de não ser muito chegada a ficar no sol, achei um crime!

Como durante o dia fomos aos parques, aproveitamos Camboriú mais tarde. Fiquei impressionada com a noite da cidade. Ok, ok, sei que meu Rio de Janeiro também tem uma noite animada. Mas por lá, todas as lojas também ficam abertas. Passamos pelo centro às 22h, durante a semana, e não havia sequer uma loja fechada, muito menos sinais de que pretendiam fechar tão cedo.

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A caixinha de doações de livros

No primeiro dia, depois de uma visita ao Beto Carrero, nos encontramos com primos num bar chamado Chaplin que é beeem gostosinho e fica na orla da praia central. Ah, mais um indício de que eles são mais evoluídos: no calçadão, existem caixinhas onde pode-se doar livros ou revistas para quem quiser ler na praia. Achei muito legal.

Em Camboriú, existe um ponto turístico conhecido como Cristo Luz, nada menos que uma imagem do Cristo segurando um refletor. É bonito e fica no alto de um morro. Por falta de tempo, acabamos não passando por lá. Mas o víamos de vários pontos da cidade.

A cidade é muuuito bonitinha. Amei minha estadia e voltei pra casa encantada.

É isso, pessoal, esse foi nosso último diário da minha viagem. Espero que vocês tenham gostado de acompanhar o que rolou nesses dias que eu tanto gostei.

Um beijo da Bru e até o próximo post!

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Diário de viagem: Parque Unipraias!

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Vista do mirante no Morro da Aguarda para a praia de Laranjeiras

Em nosso quarto dia de viagem, fomos ao parque Unipraias, que liga praia de Camboriú a de Laranjeiras. Nós fomos de carro até a estação de Camboriú e lá pegamos o teleférico que leva até o morro da Aguarda. A vista do caminho entre um morro e outro é simplesmente sensacional. Muuito bonita mesmo. Dá para ver as praias, a cidade e a reserva de Mata Atlântica do parque.

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Entrada da Floresta Encantada

Chegando lá em cima, há várias atrações. Tem uma floresta encantada onde só a entrada já é muito fofa, com doendes árvores com olhinhos, cogumelos gigantes. Acabei não passando do portal, mas aconselho para quem tem crianças pequenas!

Arrastei toda a família para o Youhoo, um carrinho que desce e sobe o morro em alta velocidade por um trilho no meio da Mata Atlântica! Eu compartilhei o carrinho com o meu irmão e deixei que ele pilotasse. Foi meio tenso, porque eu não esperava que o brinquedo descesse tão rápido. Minha mãe foi com meu pai logo atrás, morrendo de medo. Depois meu irmão voltou para acompanhar minha avó. Por incrível que pareça, ela adorou e foi amarradona durante todo o trajeto, sem medo nenhum. #Vovóradical ahahha

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Eu e meu irmão no Youhoo

Demos uma passeada pelo local e descobrimos uma trilha. Tudo bem que andamos menos de cinco metros pelo caminho, mas foi o suficiente. A combinação meio do mato, insetos, fauna da Mata Atlântica e pontezinha balançando não é lá muito a minha praia. O mirante com uma vista maravilhosa, com chão firme e ao lado da lanchonete era mais convidativo.

Depois de algumas fotos da família no tal mirante, era hora de descer para a praia de Laranjeiras. Existe um teleférico que faz o trajeto. Entretanto, ele só foi utilizado por minha mãe e minha avó. Eu, meu pai e meu irmão resolvemos descer de tirolesa! As duas não tiveram coragem. #Vovónemtãoradicalassim ahahha

Foram duas horas de espera numa fila bem diferente das que peguei no Beto Carrero. A espera era sentada, com música e na sombra das árvores e toldos. Arrasou, Unipraias! Os clientes não tostam no sol e a espera não vira tortura. Eu mesma não senti que foram duas horas de fila.

Quando finalmente chegou nossa vez, bateu um frio na barriga e uma vontade de fazer xixi coletiva que ninguém sabe de onde veio. Colocamos nossos pertences na sacola disponibilizada e nos acomodamos nas cadeirinhas. Eu ainda estava falando com meu irmão quando nos soltaram lá de cima. Foi beeeem no susto, mas o trajeto é maravilhoso.

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Eu, meu irmão e meu pai descendo na tirolesa

São 750 metros de extensão, 240 de altura e uma vista incrível com vento batendo na cara. Amo a sensação de descer de tirolesa, e essa com certeza entrou para as melhores em que já andei. Chegando lá, tive uma breve sensação de estar no céu quando o instrutor veio me ajudar a descer. Pessoal do sul, me explica uma coisa aqui, por que tão bonitos?

Quando percebi que era real, vi minha mãe e minha avó nos esperando na saída. As loucas filmaram todas as pessoas que desceram antes da gente para não perder nossa descida. (Sabe as duas horas de espera? Pois é! As descidas eram de 4 em 4 a cada 2 ou 3 minutos!)

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A família toda no mirante!

Depois dali demos uma andada por Laranjeiras e voltamos de teleférico até o ponto inicial. Pegamos o carro e saímos correndo para almoçar. Todo mundo já estava moooorto de fome. Acabamos encontrando um restaurante bem bonitinho na orla do Pontal Norte. O dia foi cansativo, mas muito divertido. O parque Unipraias é ótimo pra quem gosta de natureza e aventura!

Não perca o próximo (e último) post do diário de viagem! Vou falar sobre Camboriú e o que achei da cidade.

Um beijo da Bru

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Diário de viagem: 2 dias no parque Beto Carrero!

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A família toda junto aos personagens de Shrek!

A parte mais esperada por mim nessa viagem era, sem dúvidas, a visita ao Beto Carrero. Sempre morri de vontade de conhecer o maior parque da América Latina. Assim que soube que passaríamos por lá, comecei a pesquisar os melhores brinquedos e shows.

20160112_113928 (1)Cheguei ansiosa e cheia de expectativas às 9h da manhã, horário em que o parque abre. Saí (literalmente) correndo até a Fire Whip, montanha russa invertida, cheia de loopings, em que você senta e suas pernas ficam balançando. Era o brinquedo em que eu mais queria ir e um dos que têm as maiores filas. Fui com meu pai, já que o resto da família não é lá tão corajosa. Enfrentamos uma fila de 50 minutos, bem pequena para o padrão do parque na alta temporada.

20160111_095603Confesso que, quando o carrinho começou a subir, bateu um certo medinho. Tá, deu vontade de mandar parar o brinquedo para eu descer. Era MUITO alto. Tive então a brilhante ideia de fechar os olhos para a descida. Talvez tenha sido meu maior arrependimento durante toda a viagem. Como os meus olhos estavam fechados, não tinha como saber o que viria pela frente. Resultado? Dei um jeito no pescoço e arrumei uma dor horrível logo no primeiro brinquedo.

Apesar desse incidente, foram dois dias de pura diversão. Com dor, mas foi incrível. Fui em quase todos os brinquedos do parque. Só não encarei nenhum dos dois elevadores da Área Radical. As maiores filas que enfrentei foram na segunda montanha russa e no Tchibum, que é tipo uma montanha russa, só que na água.

Da roda gigante e do teleférico tive uma visão sensacional de todo o parque. Ah, consegui convencer a família medrosa a enfrentar a perigosíssima montanha russa infantil. E acabou sendo muito engraçado, com minha mãe morrendo de medo ao meu lado e minha avó atrás fingindo que estava tudo bem.

O melhor brinquedo para ir com a família toda é o Crazy River, na área Madagascar. O botezinho
20160111_105412vai descendo uma corredeira e, apesar do nome, não é tanta loucura. O trenzinho que dá a volta no parque também é uma boa pedida. Passa por parte do zoológico, pelo parque dos dinossauros e até pela reserva ambiental de Beto Carrero.

Uma das melhores atrações do Beto Carrero World são os personagens disponíveis para fotos. Vi o pessoal do Madagascar, Megamente, Kung-fu Panda e confesso que quase chorei quando abracei o Shrek. O ogrinho mais fofo do cinema me acompanhou durante toda a infância. Foi o momento mais mágico da viagem!

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Em frente ao palácio dos sorvetes

O parque tem várias áreas temáticas que deixam tudo mais divertido. A ilha do Pirata é cheia de portais grandiosos e até as lixeiras são caveiras. A praça de alimentação tem um carrossel lindo bem no centro, no qual eu fiz questão de andar. Há ainda uma vila germânica e até o King Kong no meio do mato. A área infantil é toda bonitinha com personagens como Lilica e Tigor, além de uma sorveteria muuuito fofa. Aliás, essa sorveteria era um dos pontos que eu queria conhecer desde o Rio. Perturbei a paciência de todo mundo para tomar um sorvete lá.

20160111_143733Próximo à entrada do parque existe uma espécie de museu em homenagem ao seu fundador: o memorial Beto Carrero. É possível ver o trailer em que ele viajava pelo país com seu show, as roupas de cowboy, participações em programas de TV e até as luxuosas selas de seu inseparável cavalo Faísca.

Ah, nesse memorial há um gigante teatro, onde acontece o show Sonho do Cowboy. O parque tem diversos shows e espetáculos, mas esse foi o que eu mais gostei. É um musical que conta a história de um cowboy chamado Beto. Os atores são ótimos e os números de dança lindos! Todos os bailarinos têm uma técnica muito boa, além de cantarem muuuito. Não é a história da vida de Beto Carrero, mas sim a do personagem que dá nome ao parque. Por lá, Beto é visto como um herói.

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Com minha mãe na área infantil

Além desse, vi o show Blum, que conta com contorcionismos, equilibrismos e outros números circenses. O Jantar Excalibur simula uma competição entre cavaleiros medievais, tendo como plano de fundo a lenda do Rei Artur. Esse eu confesso que não recomendo. A comida não é lá essas coisas e eu não gostei tanto do show em si. É o único pago à parte e não valeu meus R$60.

Um dos shows mais impressionantes é o Velozes e Furiosos. Já contei aqui que adoro a série. O espetáculo de Drift encena uma perseguição do filme. O que eu achei muito legal é que o protagonista da historinha de fundo é o personagem do Paul Walker. Uma homenagem singela, mas bonita. O show é feito por alguns dos melhores pilotos do Brasil e é sensacional. Tem carro voando, moto andando sozinha e até caminhão entra no jogo.

O parque disponibiliza mapas para você saber direitinho como chegar nos brinquedos que quer. Apesar de eu não ser uma pessoa muito boa para isso e me ver pegando o caminho errado, porque o mapa estava ao contrário, algumas (muitas) vezes, foi mega útil!

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Eu e meu irmão na carruagem da vila Germânica

O que eu não gostei muito no Beto Carrero foi o atendimento. Havia poucos funcionários e os que a gente achava não eram tão simpáticos. Zero preocupação com o público fritando no sol por horas nas filas. Teve funcionário que simplesmente aboliu a fila para o show, disse que era para entrarmos em multidão! Para que organização, não é mesmo?

À saída do parque, havia uma caixa de sugestões, mas os papeis para a avaliação não estavam disponíveis… Vou precisar deixar minhas sugestões por aqui mesmo. Queridos donos do Beto Carrero, invistam em simpatia e organização. Programas de trabalho por temporada como o ICP da Disney são uma boa pedida. Eu mesma ia adorar passar um tempo por aí.

Tirando os pequenos contratempos, eu amei os dois dias que passei no parque. E indico a quem quiser conhecer que vá em dois dias mesmo, para conseguir fazer tudo que o Beto Carrero oferece. Na bilheteria é vendido um passaporte a preço promocional (nada barato, mas dá para parcelar no cartão) que dá direito a dois dias de visita. Foi incrível, mágico e com toda certeza eu pretendo voltar!

Fiquem ligados porque no próximo post do Diário de Viagem vou contar como foi o passeio no parque Unipraias em Camboriú.

Um beijo da Bru!

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Diário de viagem: Chegando em Balneário Camboriú e Circo Tihany

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Com o meu irmão na estrada

Olá, pessoal!

Como já contei aqui, hoje foi o primeiro dia da minha viagem! Não fizemos muitas coisas, mas foi um dia muuuito divertido. Gravei vários vídeos no Snapchat. Para acompanhar é só me seguir (brunapaivac).

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Na loja Havan com sua Estátua da Liberdade

Saímos da minha casa às 7h da manhã direto para o aeroporto Santos Dumont. Nosso voo era às 9h30. Na hora do check in, o atendente nos convenceu a trocar o voo para uma hora mais cedo. Para isso, teríamos que ficar nas saídas de emergência. A única restrição era que meu irmão, que é criança, não poderia ficar no assento à janela. Achamos razoável e aceitamos.

Já no avião, uma aeromoça muito simpática (só que não) nos deu a notícia de que o atendente do check in não tinha treinamento e que, segundo às regras da ANAC, nem meu irmão, nem minha avó idosa poderiam ficar na tal saída de emergência. Conclusão? Tivemos todos que trocar os lugares. Isso tudo só no primeiro avião do dia!

O voo da manhã foi até São Paulo, no aeroporto de Congonhas. Essa parte foi a mais chata do dia. Que me desculpem os paulistanos, mas eu não suporto aquele aeroporto. É um formigueiro humano. Fora que sempre precisamos trocar de portão.

Depois de duas horas e meia de espera, pegamos o avião para o aeroporto de Joinville, a 115km de Balneário Camboriú. Lá alugamos um carro para seguir até Balneário. O moço da locadora falou que trouxemos a chuva para Santa Catarina. Disse que estava sol até ontem. Mas agora está chovendo direto, além do frio, é claro. Sim, para a carioca aqui, 20° é frio.

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O hamburguer maravilhoso da Madero

Pegamos engarrafamento, chuva, pista esburacada e até descobrimos uma rádio que só toca música boa. Mas a melhor parte da estrada foi a parada Havan.

A Havan é uma loja em Brusque, no caminho entre o Balneário de Penha e Camboriú, cuja fachada imita a Casa Branca. O ícone da loja é uma Estátua da Liberdade fake gigaaaaante no estacionamento. Aliás, dizem que essa é a maior estátua do Brasil! Superando até mesmo o tão amado Cristo Redentor. Apesar de não ser Nova York de verdade, dá para tirar umas fotos bem legais.

blog1Nessa parada, conheci um dos melhores hambúrgueres da vida! A hamburgueria Madero me conquistou primeiro pela fachada, que parece um container. Depois que meu lanche chegou, me apaixonei completamente… Depois do almoço, voltamos para a estrada para mais um pouco de engarrafamento. Em algum momento do trânsito, eu acabei dormindo. Quando acordei estávamos entrando em Balneário Camboriú.

 

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Fachada do Circo Tihany

Chegamos no apartamento alugado, que fica em Pioneiros, lá para as 18:30. Acomodamos as malas, trocamos de roupa e saímos correndo para o circo. Pois é, vimos um circo logo na entrada da cidade e decidimos incluir no nosso roteiro.

O Circo Tihany fica em Camboriú até o dia 17 de janeiro. Assistimos ao espetáculo e foi simplesmente incrível.

 

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Selfie da família tirada pela minha avó no Circo Tihany

Eu AMO circo desde pequena. E o Tihany deu um show e tanto. Teve dança, acrobacias, palhaços e mágicas que me deixaram confusa até agora. Foi tudo muito lindo. A melhor maneira de encerrar o primeiro dia de viagem. Fechamos o dia dando uma passada no mercado para abastecer a geladeira para o café da manhã.

O primeiro dia já foi muito divertido e com certeza essa viagem inteira vai ser incrível!

Quem quiser acompanhar, já sabe, é só me seguir no Snapchat ou no Twitter e Instagram: brunapaivac. Até quarta posto aqui os detalhes da nossa visita ao Beto Carreiro!

 

Um beijo da Bru

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Uma playlist para suas férias!

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Olá, pessoal!

Como já contei para vocês, hoje, dia 10-01 eu começo minha viagem. E por consequência, nosso diário, mas isso só mais tarde!

Uma das coisas que eu mais amo nesse mundo são as viagens, outra é música. Então, quando eu viajo sempre preparo uma playlist especial para ouvir no avião, no carro, na praia, no banho (sim eu tomo banho ouvindo música) ou em qualquer lugar que dê para botar os fones de ouvido e apertar o play.

Hoje eu trouxe para vocês a playlist que eu vou usar nessa viagem. As músicas têm um clima beem verão e mega animado para curtir as férias. Eu particularmente não consigo ficar parada ouvindo nenhuma dessas. Me divirto demais! Vou deixar a lista completa aqui para vocês! É só dar o play e se jogar.

 

Então é isso, gente! Espero que tenham se divertido tanto quanto eu com as músicas.

Lembrando que hoje à noite sai o primeiro post do nosso Diário de Viagem! Não deixem de conferir, porque vai ser incrível. Ah, e quem quiser acompanhar em tempo real é só me seguir no Snapchat (brunapaivac). Podem seguir no Twitter e Instagram também @brunapaivac

Um beijo enooorme da Bru!

 

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Dias Perfeitos: perturbador e difícil de largar

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Já imaginou entrar na cabeça de um psicopata? Saber por que algumas coisas, que podem nos parecer completamente insanas, para eles fazem todo o sentido? Acompanhar o desenrolar de uma loucura justificada por pensamentos bem esquisitos? É exatamente para isso que o autor Raphael Montes te leva em Dias Perfeitos.

Téo é um jovem estudante de medicina, morador de Copacabana que não tem uma vida social lá muito ativa. Gertrudes, sua melhor amiga, é a maior prova disso. Entretanto, durante uma festa a que foi apenas para agradar sua mãe, Téo conhece Clarice. A garota é uma estudante de Artes que está escrevendo um roteiro para cinema.

Clarice é despachada e vive a vida à sua própria maneira. O que ela nem imagina é que o carinha que ela conheceu na festa vai acabar obcecado por aproximar-se dela. Essa fixação leva o futuro médico a uma sequência de ações extremas.

O que mais me intrigou em Dias Perfeitos foi que, quanto mais eu lia, mais tinha nojo do protagonista, mais achava ele louco e confesso que senti certo medo. Enquanto isso, Téo agia como se tudo fosse rotineiro e justificável. É um livro que te angustia. Te tira completamente da zona de conforto. É tão perturbador que você não consegue parar de ler.

Cheguei a fechá-lo algumas vezes pensando “não dá, esse cara é completamente louco, chega”. Dez minutos depois lá estava eu abrindo-o novamente porque “ai, meu Deus, preciso saber o que vai acontecer agora”. A narrativa é em terceira pessoa, mas só mostra o ponto de vista do protagonista. Ao mesmo tempo que você não aguenta mais a agonia de cada ação do personagem, sente a necessidade de terminar a história.

Raphael Montes é um autor carioca de 25 anos que vem tomando conta do suspense policial brasileiro. Com três livros publicados, Dias Perfeitos é o segundo, conseguiu um enorme reconhecimento na área. E não é para menos. Raphael escreve muito bem e consegue prender seu leitor. Nesse livro, é claro um profundo trabalho de pesquisa, tanto para algumas ambientações, quanto para a construção do personagem principal.

Confesso que o final da história me decepcionou um pouco. Não gostei de como as coisas se encerram. Entretanto, é um desfecho que combina perfeitamente com a loucura de toda a história e da mente de Téo. Quando terminei de ler bateu um certo medo por saber que realmente existem pessoas tão doentes quanto o personagem andando por aí. Qualquer um de nós pode ser a próxima vítima de um Téo da vida real.

Bruna Paiva

 

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Um diário de viagem no Adolescente Demais?

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Olá, pessoal!!

Hoje eu vim aqui para dar uma notícia muito legal para vocês. Na próxima semana, vou viajar para o Beto Carreiro, maior parque da América Latina. Além do parque, vou conhecer a cidade de Balneário Camboriú e arredores. Eu estou muuuuuito empolgada para a viagem. Sempre quis visitar o Sul do país e tenho certeza de que vai ser incrível.

Decidi, então fazer aqui no blog uma coisa que eu tenho vontade há muito tempo: um diário de viagem. Serão poucos dias, mas quero dividir com vocês o que eu achar legal, o que eu não achar tão bom assim e tudo o que acontecer nesse tempinho em terras catarinenses.

Viajo no domingo, dia 10-01, com meus pais, meu irmão e minha avó. Vai ser uma viagem em família que eu tenho certeza que vai render muuuitos momentos divertidos. Os posts do diário vão começar no próprio domingo, à noite.  Vou contar tudo para vocês, tirar fotos, fazer vídeos e toda noite (do dia 10 ao dia 14) vai ter post novo aqui contando como foi o dia e o que fizemos.

Ah, quem já conhece o parque e Balneário Camboriú, me mandem dicas das coisas que eu não posso deixar de fazer e os lugares imperdíveis para conhecer! Quero visitar os pontos mais bonitos da cidade, os restaurantes mais badalados, as lojas legais mais baratinhas… E sobre o parque, quais os melhores brinquedos, lojas de souvenier, onde comer nos dias que estiver lá… Enfim, me contem tudo!!

É isso, gente. O post hoje foi só para contar essa novidade para vocês e dizer que eu estou empolgada. Sempre quis fazer um diário de viagem, então também estou animada com a ideia.

Lembrando que quem quiser acompanhar a viagem mais de pertinho, e em tempo real, pode me seguir no Snapchat (brunapaivac). Vou fazer váááários vídeos, fotos e registrar os melhores momentos por lá também! Ah, e podem seguir minhas outras redes sociais também. Tanto no Twitter como no Instagram é @brunapaivac.

Um beijo da Bru e até o próximo post!

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