Sol

Esbarro nos teus olhos, sem querer.
Esse reduto de hipnose que me arranca do tempo presente.
Viajo para a sua dimensão, onde você faz de mim o Sol.
Da sua e da minha vida.
Não é injusto?
Doar-se para alguém que te ilumina somente sob a condição de que lhe gire ao entorno?
Caso se esgotem as rotações,
você desmonta.
Mas eu…
Eu continuo brilhando.

Bruna Paiva

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Escritores Anônimos em bloqueio criativo

O salão é maior do que o necessário, mas o ambiente é agradável. Sentamos numa roda de
cadeiras plásticas e todos se olham nos olhos. Alguns trazem bloquinhos e caneta, outros se
renderam à tecnologia. Uma parte parece animada. A outra, abatida pelos truques da própria
mente.
— Eu sou D. M. Ramalho e há 27 dias eu não consigo passar nada para o papel.
— Meu nome é Beatriz Coelho e eu estou há 301 dias sem conseguir escrever sobre o amor.
— Meu nome é Mauro Toledo e faz 94 dias que eu deixei de ser poeta.
— Por vontade própria? — Pergunta o mediador.
—Por bloqueio. —Mauro responde. — Não sai nada.— O círculo se encara, tenso. Uma gota
de suor escorre pelo rosto de Maria.
— Isso não quer dizer que você deixou de ser poeta. Todo bom escritor passa por isso. — A
tensão se afrouxa levemente até que alguém diga:
— Eu li sobre uma escritora que teve um bloqueio de 50 anos.
— Eu conheço um que ficou 10. — o autor ao lado se manifesta.
— Imagina, 50 anos sem escrever? — um desesperado se se altera, no extremo oposto do
círculo.
—Eu vou morrer de fome… — Maria choraminga na cadeira, entortando a coluna.
O burburinho começa. 50 anos sem escrever. É possível passar 50 anos sem que a mente faça
aquilo que ela decidiu que queria fazer para o resto da vida? 50 anos falhando em algo antes
tão simples.
—Vocês já tentaram escrever sobre isso? — Alguém levanta a voz em meio às conversas
paralelas.
— Sobre não conseguir escrever? — Mauro se interessa. Como não pensara nisso antes? O
bloqueio era tão forte que nem mesmo a solução mais fácil lhe passava pela cabeça.
— O último dos recursos. — Um impressionado profetiza.
—Eu tenho 7 textos sobre isso. Todos uma merda. — Lopes cruza as pernas.
— Sabe o meu maior problema? — Valéria toma a palavra. — Não é a questão do não
conseguir escrever. Eu escrevo — Ela folheia o caderno, cheio de anotações. — Mas eu não
acho nada bom. Já achei um dia. Mas, hoje, tudo que eu passo para o papel me parece
imaturo, pobre, indigno da leitura de qualquer um.

—Por que não traz aqui para lermos?
Valéria os encara, muda. Tem vergonha. De uma hora para outra, passou a se sentir exposta
pelo que escreve. A dar importância maior ao que é possível que o outro fosse pensar sobre
ela, caso lesse seus escritos. E, por isso, aprisionou cada um deles naquele pequeno caderno
em que não era capaz de terminar nenhuma linha iniciada.
— Melhor não. — Ela olha para chão.
— Vocês sabem que ao fim de cada reunião eu trago um prompt. — O mediador volta a falar.
—Eu nunca entendi essa palavra. — Alguém murmura.
—Eu também não. — Um sussurro responde.
O mediador faz uma careta. É complicado lidar com um coletivo de egos frustrados.
— Uma sugestão, dears. Um tema para instigar vocês a voltarem a escrever. É esse o objetivo
maior de nossa troca. Que um incentive o outro a partir de sua própria experiência.
— Eu não me sinto incentivado por um monte de gente que não consegue mais escrever. —
Fabrício debocha e logo recebe olhares revoltados.
— O que faz aqui então? — Alguém grita.
—Se é tão superior porque não senta e escreve? —Outro revoltado se altera e então começa o
burburinho.
— O prompt de hoje é Desejo e Dilema! — O mediador sobe o tom, mas dessa vez a discussão
não cessa.
E voltamos ao caos que encerra cada reunião. Afinal, é ele o que de fato motiva cada um que
volta, a cada quinta-feira, na vã esperança de que esse encontro magicamente o faça voltar a
saber escrever.

Bruna Paiva

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P.S. no escuro

Seus olhos no escuro

vidrados em mim.

O momento em que tive certeza

(E volto a ter)

A pupila dilatada

Sorriso ensaiado

encostando no meu.

 

Seus olhos castanhos no escuro

Me encarando com encanto

Num tempo que nem existe.

Toque quente que arrepia

Boca feita pro encaixe perfeito

Dizendo tudo

que eu sempre quis ouvir.

 

Seus olhos castanhos

No escuro

Das primeiras imagens

que eu gravei pra sempre

Com o encantamento

de conhecer o novo

E querer novamente

Cada apagar de luzes

 

Bruna Paiva

 

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MINHA PRIMEIRA FLIPOÇOS!

Olá, pessoal!

Andei sumida daqui por uns tempos mas foi por uma boa causa! Na última semana estive participando da Feira Internacional do Livro de Poços De Caldas, a FLIPOÇOS. Quem me acompanha nas redes sociais ficou sabendo de tudo que aconteceu por lá. Mas é claro que eu não ia deixar vocês de fora por aqui.

 

Eu e meu pai, o escritor JM Costa, fomos numa peregrinação de 9 horas de viagem de carro para Poços de Caldas. Foi cansativo mas chegamos bem para deixar tudo pronto no estande que dividimos com o Coletivo Ler. Éramos 6 autores independentes do Rio de Janeiro levando nossas histórias para os leitores Poços-Caldenses.

 

Os nove dias de feira foram ótimos, apesar do cansaço que até agora não sumiu completamente do corpo (kkk). Conheci muita gente linda, tive leitoras vindas do Wattpad procurando por mim, apresentei meu livro para o pessoal mineiro e me diverti demais. Que experiência incrível! Até entrevista eu dei! Clique aqui para conferir a matéria que o G1 fez comigo sobre literatura infanto-juvenil.

 

As fotos com todos os leitores e colegas de feira que conheci lá em Poços já estão disponíveis no Facebook do Blog e você pode ver clicando aqui! Obrigada a todos que fizeram parte dessa minha primeira experiência numa grande feira. Espero encontrá-los novamente ❤

 

Beijos,

Bruna Paiva

 

Cinco minutos

— Vai logo, Michele!

— Calma. Pega meu celular aqui.

— Gente, qual a dificuldade de mijar num palitinho?

 

Michele respirou fundo e não respondeu a irmã mais velha da forma como gostaria. Não bastava o estresse emocional de precisar passar por aquela situação num banheiro público. Agora, graças a Rayane, também precisaria lidar com o fato de todas as mulheres no banheiro mais frequentado do maior shopping da cidade saberem de sua incerteza. E se alguma conhecida de sua mãe aparecesse?

 

Pediu que a irmã pegasse o celular porque o aparelho não parava de apitar com as mensagens de Jean. É claro que o menino devia estar tão nervoso quanto ela, mas não ajudava nem um pouco perguntando sobre o teste a cada quinze segundos. Querendo ou não, aquele era um momento só dela, por mais assustador que fosse.

 

— Rayane, cala a boca. Por favor! — Pediu com a voz embargada e a irmã se aquietou.

 

Respirou três vezes, encarando a caixinha que comprara na farmácia do shopping, mesmo. Abriu a embalagem e leu as instruções. Um tracinho, negativo. Dois tracinhos, positivo. Se der positivo, pode ser falso, precisa fazer outra na semana que vem. E se o negativo for falso? A probabilidade de acerto do teste é de 99,99%. E se ela fosse o 0,01%? Dezessete anos atrás, sua mãe fez um teste que teve resultado negativo e, ainda assim, Michele nasceu.

 

Pegou o instrumento. Parecia um termômetro. A diferença era que o resultado no mostrador não podia ser resolvido com dipirona. Michele abaixou a calcinha, segurou a saia e posicionou o palitinho no lugar estratégico. A mão tremia e a respiração faltava. Fechou os olhos embaçados e fez o que devia ser feito. Fechou a tampa e esperou.

 

Pensou em sair da cabine e esperar o resultado com a irmã. Mas a cabeça rodava demais para isso. Era preciso estar consigo mesma. Sentou-se no vaso, com a tábua abaixada e pôs a cabeça no joelho. Seriam os cinco minutos mais longos de toda sua vida.

 

Pensou em Jean, no início do namoro no oitavo ano, duas crianças que se apaixonaram com a convivência diária. Lembrou de quando iam ao cinema, levados pelos pais, e quando matavam aula escondidos para ficarem juntos. Lembrou de cada virada de ano que faziam questão de passar juntos, desde o início do namoro. Lembrou de quando contou que a menstruação tinha atrasado uma semana, de como, mesmo com o olhar apavorado, ele disse que apoiaria qualquer decisão que ela tomasse.

 

Mas Michele não queria ter que decidir nada. Era uma decisão grande demais. E as duas opções existentes eram tenebrosas. Ter um filho aos dezessete anos, sem o Ensino Médio completo e nenhuma perspectiva de futuro nem condição de criar a criança era tudo o que ela não queria. Submeter-se a uma clínica clandestina, pagando um dinheiro que nem sua família, nem a de Jean tinham, e ainda correr o risco de morrer no processo, também parecia um filme de terror.

 

Conseguia imaginar os piores cenários possíveis para ilustrar a reação de sua mãe ao descobrir. Em todos, a cara de decepção era a mesma. Como levar essa notícia para a família? Tanto a dela quanto a de Jean ficariam desesperadas…

 

E as mudanças em seu próprio corpo? Absolutamente tudo que conhecia em si mesma mudaria. Aquela transformação é tão radical e bruta para o corpo da mulher que ela ainda nem era… Já suava frio de pensar na hora do parto e de toda a dor que com certeza sentiria. Michele não queria passar por nada daquilo.

 

Era aterrorizante a perspectiva de ter que lidar com as consequências de algo que ela sabia que era culpa sua. Sua e de Jean. Os dois foram irresponsáveis, priorizaram um momento em vez de pensar racionalmente. E, agora, os dois seriam obrigados a encarar tudo o que aquela decisão acarretava.  

 

Como terminariam os estudos? Como ela faria a faculdade de odontologia com que sonhava? Como conseguiria realizar os sonhos de fazer um intercâmbio, um mochilão e conhecer o mundo? De que forma seguiria com os planos traçados para a própria vida, sendo atropelada por uma responsabilidade tão grande?

 

— Irmã, tudo bem aí? — Rayane bateu à porta.

 

Michele tinha uma lágrima escorrendo pela face quando olhou o relógio no pulso. 5 minutos cravados. Virou o mostrador, e apertou os olhos e a boca quando viu o resultado.  Apoiou a cabeça nos joelhos novamente e se permitiu chorar. Do lado de fora, Rayane ouviu a irmã e levou a mão ao rosto, sabia o motivo do pranto de Michele.

 

Dois tracinhos. Grávida. Nada estava bem.

 

Bruna Paiva

 

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A fonte dos desejos

 

Liana segurou a moedinha entre os dedos, pressionando com força a pele contra o metal. Talvez dessa forma sua energia fosse telepaticamente depositada nos cinquenta centavos recém tirados da carteira. A mulher apertava os olhos e franzia a testa na mesma intensidade com que estrangulava a moeda nos dedos.

 

Há duas décadas e meia era assim. Ao fim da primeira semana de janeiro, Liana ia até o centro da cidade, na Praça das Garças fazer um pedido para o ano que começava.  Um hábito que herdou da avó Jurema que a levava até aquela fonte desde a infância. Dizia a avó que o imponente chafariz localizado no meio da praça era uma fonte dos desejos. Tudo o que se pedia para a fonte era realizado ao longo do ano, desde que se deixasse uma moeda como pagamento.

 

A pequena Liana sempre apertou os olhinhos, e os dedos em volta da moedinha cedida pela avó materna antes de jogar o dinheiro na fonte e fazer um pedido. Vó Jurema já se fora há cinco anos, mas Liana seguia mantendo a superstição que lhe fora ensinada. É verdade que os desejos não se realizavam tanto quanto na infância. Mas Liana voltava, todos os anos, adaptando os pedidos, na esperança de que dessa vez funcionaria. E lá estava, em mais uma tentativa.

 

Virou de costas para a fonte no centro da praça, prendeu a respiração, beijou a moeda e antes de jogá-la para trás disse baixinho para que só ela mesma, a moedinha e a fonte pudessem ouvir: “eu quero ser feliz”.

 

Mal Liana abriu os olhos, antes que pudesse se virar de volta para a fonte, foi surpreendida com algo duro que lhe atingira na cabeça e um barulho de metal batendo no chão. Olhou para baixo e deparou-se com uma gorda moeda de cinquenta centavos, tal qual a que acabara de jogar no chafariz.

 

Liana olhou em volta procurando quem poderia ser o autor daquela gracinha. Entretanto, estava sozinha na praça. A mulher abaixou e apanhou a moeda, que estava úmida e gelada. Olhou em volta mais uma vez e  para a moedinha em sua mão. Questionando a própria sanidade, Liana repetiu o processo. Apertou a moeda entre os dedos, fechou os olhos com força, sussurrou seu desejo e jogou o dinheiro na fonte.

 

Dessa vez o reflexo foi ainda mais rápido e além da moeda, Liana recebeu um jato d’água na cabeça.

 

– Quem está aí? – Liana perguntou apanhando o dinheiro e olhando em volta apreensiva.

 

– Não há ninguém além de nós, Liana.  – A voz grave veio da direção da fonte. Liana deu um pulo ao ouvir a resposta.

 

– N-Nós quem?

 

– Você e eu.

 

– E quem é você ?- Liana lançou a pergunta no ar ainda sem entender o que se passava.

 

– Mas você vem aqui há tantos anos e não sabe quem sou? Eu sou a fonte dos desejos, ora!

 

–  A fonte? A fonte está falando comigo? Como isso é possível?

 

– E você não fala comigo todo ano? Vem aqui, feito uma pateta, quase entorta as moedas de tanta força que faz nas coitadas e me dá de presente depois de pedir alguma coisa…

 

– Mas eu achei que… Os desejos nem se realizam, então eu pensei que…

 

– É você pensou, você achou… Eu sei. Pois é por isso mesmo que seus desejos não se realizam. 

 

– Como assim?

 

– Se não acredita em mim, por que todo ano insiste em vir aqui me pedir as coisas mais absurdas?

 

– Ei! Eu te pago por cada pedido!

 

– E daí? Você me pede coisas estapafúrdias, volta pra casa e senta no sofá esperando que eu faça suas vontades caírem do céu.

 

– Você é uma fonte dos desejos, ora!

 

– Uma fonte dos desejos, muito bem. Não uma fonte dos milagres! Eu não dou nada de mão beijada a ninguém. A ninguém, minha filha! Tudo o que eu faço é dar uma forcinha  aos acasos para que as coisas se realizem. Mas sem força de vontade? Pois, me economize!

 

– A senhora está me ofendendo!

 

– Minha querida, não adianta você vir aqui, me jogar um dinheirinho, dizer que quer casar e não procurar nem um namorado. Você achou o quê? Que eu mandaria o homem dos sonhos bater na sua porta num dia de chuva?!

 

  Esse foi meu desejo de dois anos atrás! E eu não consegui nem um namorado!

 

– Claro que não! Você nem mesmo se esforçou para dar uma chance a nenhum dos homens que se interessaram por você. Ou para procurar alguém que te interessasse.

 

– Mas a minha avó sempre disse que os desejos dela eram atendidos…

 

– Sua avó foi uma das minhas clientes mais fiéis. Mas ela nunca deixou de correr atrás do que queria esperando que eu resolvesse seus problemas. Qual foi mesmo seu pedido do ano passado? “Eu quero ser rica”. O que você fez de diferente para que isso acontecesse? Nenhuma fonte de renda extra, nenhum corte de gastos…. Desse jeito, realmente, fica difícil te ajudar…

 

– Mas esse ano  eu não pedi nada material e você me devolveu a moeda. De uma forma bem mal educada, diga-se de passagem.

 

– Ser feliz… Nós duas sabemos que isso eu não posso te dar… Você não sabe ser grata por aquilo que possui. Não se esforça nem um pouco para mudar o que te incomoda na sua vida. Em vez de aproveitar os momentos e pensar em soluções, vive reclamando e criando obstáculos para tudo. Eu te conheço o suficiente para saber que não quero perder meu tempo contigo este ano! Pode levar sua moeda. Tenho muitos clientes que merecem minha intervenção no destino, mas você, Liana, enquanto não mudar esse seu jeito acomodado, não faz mais parte dessa lista…

 

Bruna Paiva

 

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CONTO GRATUITO DE RÉVEILLON!

E o conto Réveillon em 4 atos já está disponível para download gratuito na Amazon.com.br

É SÓ CLICAR AQUI E FAZER O DOWNLOAD!

O conto traz a história de Marcela, uma adolescente de 16 anos que há meses vinha planejando a virada do ano perfeita, com as melhores amigas e o garoto por quem é apaixonada. Porém, seus planos não podem se concretizar já que Ana Lúcia, sua irmã mais velha, decide marcar seu casamento com Cássio para o dia 31 de dezembro e fazer com que família e amigos passem a virada do ano juntos, numa festa luxuosa e cheia de superstições. Arrasada, Marcela é obrigada a ser dama de honra e acompanhar o Réveillon de seus sonhos à distância, pelas redes sociais. Será que a menina vai conseguir aproveitar a virada?

Réveillon em 4 atos vai ficar disponível de graça na Amazon até o dia 2/01 de 2019. Aproveitem os últimos dias do ano para entrar no clima da virada com uma leitura rápida e divertida!

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Réveillon em 4 atos: a última novidade do ano!

2018 já tá quase indo embora, mas ainda dá tempo de lançar uma última novidadezinha esse ano? Claro que dá!

Esse foi um ano cheio de conquistas. Teve conto no Wattpad durante o Carnaval, cheio de leitores se apaixonando por Aline e Diego, teve coletânea de textos sobre o amor não-ideal, na Amazon, teve lançamento da versão física de Um Diário Para Alice e, agora, eu trago pra  vocês a última ação de 2018:

A partir da meia-noite do dia 29/12, vocês vão poder conferir, e baixar gratuitamente, um conto de Réveillon, na Amazon!

O conto traz a história de Marcela, uma adolescente de 16 anos que há meses vinha planejando a virada do ano perfeita, com as melhores amigas e o garoto por quem é apaixonada. Porém, seus planos não podem se concretizar já que Ana Lúcia, sua irmã mais velha, decide marcar seu casamento com Cássio para o dia 31 de dezembro e fazer com que família e amigos passem a virada do ano juntos, numa festa luxuosa e cheia de superstições. Arrasada, Marcela é obrigada a ser dama de honra e acompanhar o Réveillon de seus sonhos à distância, pelas redes sociais. Será que a menina vai conseguir aproveitar a virada?

 

Réveillon em 4 atos vai ficar disponível de graça na Amazon até o dia 2/01 de 2019. Aproveitem os últimos dias do ano para entrar no clima da virada com uma leitura rápida e divertida!

 

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Um Diário Para Alice já está à venda!

Que semanas corridas!

As últimas semanas, desde o lançamento de Um Diário Para Alice foram intensas, com eventos e a tarefa de enviar todos os livros vendidos na pré-venda.

Os livros já comprados estão todos no correio e alguns já até chegaram aos seus donos! A autora aqui fica mais feliz a cada livro que é recebido com animação por vocês.

Hoje, já que todos os livros da pré-venda já foram devidamente enviados, venho contar a novidade mais legal da semana:

Você já pode comprar seu livro pelo blog! Aproveitem a véspera do Natal para aderir à campanha de dar um livro de presente nesse fim de ano!

Basta clicar aqui!  

Ah, e essa não é a última novidade do ano! Ainda teremos mais coisa boa em 2018! Aguardem…

Beijos

Bruna Paiva

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É AMANHÃ – Lançamento de Um Diário Para Alice!

 

O Lançamento de Um Diário Para Alice é amanhã, pessoal!

Finalmente, depois de tanto tempo, o livro que eu coloquei no Wattpad 4 anos atrás vai ser lançado em sua versão física.

Os livros chegaram ontem aqui na minha casa e eu não consigo conter a animação e a emoção de ver meu primeiro livro nas minhas mãos. Feliz demais. E tudo isso só foi possível graças a um grupo de pessoas que acreditou e apoiou o projeto. Muito obrigada a cada um que participou.

 

Espero todo mundo lá no evento amanhã, para comemorar essa conquista comigo e, claro, garantir seu exemplar autografado de Um Diário Para Alice!

 

Endereço: Birreria Escondido- CA (Rua Voluntários da Pátria, 53 – Botafogo – Rio de Janeiro)

Das 17h30 às 20h30

 

Beijos,

Bruna Paiva

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