5 respostas para músicas machistas que você precisa escutar

Respostas

Paródias sempre fizeram sucesso na internet. Desde os primórdios do Youtube e o Galo Frito é uma das provas vivas disso. Mas tem um tipo de paródia que consegue ser ainda mais legal, as respostas a músicas polêmicas. O mais comum é ver a mulherada respondendo a letras  machistas e preconceituosas. Elas pegam a música original e fazem uma paródia retrucando o autor. Se você nunca viu uma resposta bem feita, para tudo! Confie em mim, você precisa ouvir as versões que eu selecionei neste post. São simplesmente incríveis!

Essa onda de responder as músicas é antiga, mas quando a gente para pra ouvir, é uma melhor do que a outra. O mais legal é que são letras inteligentes e cheias de bom-humor. Um movimento mega importante para o empoderamento das mulheres e, claro, para nos fazer refletir sobre as músicas machistas que fazem tanto sucesso no país… Separei aqui algumas das melhores para mostrar a vocês.

 

1-      Malandramente por Amanda Valverde

Amanda Valverde é a rainha dessas respostas. É uma melhor que a outra. Aqui eu trouxe a de Malandramente, o último funk que bombou na internet. A música é extremamente machista, mas a resposta é incrível! Vale conferir as outras paródias da moça.

 

2-      Baile de Favela por Mariana Nolasco

Nessa resposta, Mariana faz a gente parar pra pensar em quão absurda é a música Baile de Favela. Um funk que exalta e banaliza a violência contra a mulher e que mesmo assim virou hit nacional no fim de 2015. Mari compôs uma resposta junto com o namorado e a letra ficou muito bonita. É pra refletir, viu.

 

3-      Aquele 1% por Gabi Luthai e Sofia Oliveira

Impossível não ter ouvido ou até cantado o refrão dessa música chiclete, popularizada graças a participação do Wesley Safadão. A letra  reafirma a velha máxima machista que é dos safados que elas gostam mais. Na resposta, as meninas mostram que não é bem assim que a coisa funciona não…

 

4-      Química (Biel) por Luísa Sonza

Você já deve ter escutado essa música do Biel. Na letra, ele diz ter certeza de que a garota quer ficar com ele. Na resposta, Luísa mostra que “não” é NÃO, uma posição que deve ser sempre respeitada.

 

5-      Vai Vendo por Sofia Oliveira

Vai vendo, sucesso de Lucas Lucco, conta a história de um cara que terminou o namoro e se joga em uma balada cheia de mulheres para mostrar que não tá nem aí pra sua ex. A resposta de Sofia é a ex mostrando para ele que nada que ele faça irá afeta-la mais.

Bruna Paiva

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Depois de 12 temporadas de Grey’s Anatomy, estou quase formada em Medicina

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Dia desses me peguei dando instruções sobre primeiros socorros cardiotorácicos para o meu pai. Com a maior segurança do mundo. E com a mesma confiança que me faz ter certeza de que a minha dor de cabeça é causada por um aneurisma, ou um tumor do tamanho da minha mão. Ou que o meu batimento cardíaco acelerado depois de uma aula de dança é claramente um ataque do coração (Page Cardio!). O nome disso não é loucura, acreditem, esse meu grande conhecimento sobre as mais diversas áreas da medicina cirúrgica é culpa de Grey’s Anatomy.

Apesar de muito ter ouvido falar da série durante anos, sempre tive certo preconceito. Minha hesitação era justificada: tenho medo de sangue. Não é um simples nojinho, estou falando de reações como fraqueza, vertigem e, às vezes, desmaio a cada vez que ouço falar de situações que envolvam sangue. Na escola, eu era a fresca que passava mal nas aulas de biologia. No hospital, eu sou (até hoje) a fresca que faz escândalo para tirar sangue, o que só pode ser feito com agulha infantil e com sete enfermeiros me segurando. Eu não gosto de médicos, eu não gosto de hospitais, eu odeio sangue. Ainda assim, a série dos cirurgiões constantemente aparecia na aba “principais escolhas para Bruna”, no Netflix.

No meio do Carnaval de 2016, meu lado masoquista aflorou e eu pensei, “Por que não?”. É claro que as primeiras temporadas foram complicadas. Os episódios de 40 minutos chegavam a durar 90, de tanto ser obrigada a pausar e retomar o fôlego. As cenas de cirurgia e procedimentos mais dolorosos (quase 90% de cada episódio) eram somente escutadas, já que minha mão na frente evitava que eu visse o que não precisava ver. Mas eu sobrevivi. 12 temporadas depois, me sinto quase uma residente. O sangue (na tela do computador, que deixemos bem claro) não me incomoda nem um pouco.

É óbvio que o que me cativou não foram os bisturis. Já nos primeiros episódios eu percebi que aqueles personagens fariam valer a pena cada enjoo e cena desconfortável. E como valeu. Em três meses terminei as 12 temporadas e aguardo ansiosamente pela 13ª, que será lançada em setembro. Até o presente momento já aprendi a usar o disfibrilador, serrar ossos, coloca-los no lugar certo… Sei algo sobre suturas, traqueostomias e retiradas de apêndices. Ah, claro, sou super apta para transplantes e procedimentos cardiotorácicos, aprendi tudo com a minha deusa Cristina Yang.

Brincadeiras à parte, fico impressionada com a transformação causada pela série. A menina que sempre foi fresca ao ponto de não conseguir ouvir falar de sangue, hoje fica super empolgada quando chega uma cirurgia complicada decorrente de um acidente feio, no Grey Sloan Memorial.

Assistir a Grey’s Anatomy acarreta dois únicos problemas. O primeiro, e mais grave de todos, é o famoso apego pelos personagens. Eu duvido que alguém tenha sangue frio o bastante para não sofrer com aquela série. Não dá. Eu tenho um texto sobre luto por personagens, e esse sentimento é constante em Grey’s. A cada morte ou despedida de um personagem, ou mesmo os casos tristes de alguns pacientes, mais dias de depressão. Alguns episódios são feitos única e exclusivamente para judiar do coração de quem assiste.

O segundo problema é desenvolvido aos poucos. Quando você pisca, a hipocondria já tomou conta de sua cabeça. Aquela mancha a que você nunca deu muita atenção vira um câncer de pele, cuja metástase já é terminal. A pontada de dor de cabeça depois de um dia cansativo, pode ser um grande tumor tomando conta de seu cérebro. Uma crise de soluços, aterrorizantemente, pode te levar a morte.

Hipocondria, depressão e a convicta crença de que se pode exercer a Medicina, esses são os sintomas clássicos dos viciados em Grey’s Anatomy. Mas vale a pena, vai. Apesar da autora, Shonda Rhimes, que também escreve How To Get Away With Murder e Scandal, não ter pudor algum em matar meus personagens mais queridos, não consigo mais ficar longe do centro cirúrgico.

Bruna Paiva

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Favoritos do mês: as coisas mais legais de Junho

Olá, pessoal!

No post de hoje, eu trouxe para vocês as coisas mais legais que encontrei, assisti ou descobri em junho. A lista desse mês tem 8 itens, e vale a pena dar uma conferida em cada um dele!

 

1-       Just Wright

Essa comédia romântica é aquela clássica história da menina pobre que acaba ajudando o rapaz rico e os dois se apaixonam. Mas é tão bonitinho! Leslie, personagem da Queen Latifa, é uma fisioterapeuta, aficionada em basquete, que mora com o pai e uma prima, que sonha em casar com alguém famoso. Leslie conhece um astro do basquete por acaso e acaba tendo que cuidar de uma lesão do atleta. O filme é muito fofo  e está no Netflix!

 

2-      Minha Vida Não Faz Sentido

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No início de junho, assisti à peça do Youtuber Felipe Neto e contei aqui no blog como eu adorei o espetáculo. É claro que não podia deixar de colocar aqui no Favoritos do mês! Se a peça estiver passando por sua cidade, não perca a oportunidade. Vale muito a pena.

 

3-      Vamos Falar Sobre Ódio – LubaTV

Depois do terrível atentado numa boate gay em Orlando, o Luba postou, em seu canal, um vídeo muito emocionante, e num tom bem diferente do de costume, falando sobre o ocorrido e, principalmente sobre o ódio por trás de atentados desse tipo. O vídeo é bonito e dá vontade de compartilhar 1000 vezes…

 

4-      Gringos Reagem – VT Matos

O Victor está estudando fora do país, junto com jovens de diversas partes do mundo. No fim do ano passado, ele criou um canal no Youtube onde ele mostra as coisas que viralizam no Brasil para os gringos. As reações são as mais engraçadas possíveis.

 

5-      Experiência social: homofobia

Esse vídeo é um experimento social feito por 3 atores. Dois formariam um casal gay, de mãos dadas e demonstrando afeto no metrô. O terceiro seria um cara extremamente homofóbico. O vídeo é intenso e as reações das pessoas ora emocionam, ora revoltam.

 

6-      Orange Is The New Black

Em junho, o reboliço foi tanto por causa da quarta temporada de Orange Is The New Black que eu resolvi dar uma chance para essa série original do Netflix. O resultado é que eu amei. Ainda estou na primeira temporada, mas achando tudo incrível…

 

7-      Gossip Girl

Outra série que eu nunca havia assistido e resolvi começar em junho foi Gossip Girl. Aquelas garotas estão tomando conta da minha vida. Simplesmente preciso ver o que Blair e Serena estão fazendo. Fora que as roupas da Serena me deixam muito mais inspirada para me vestir ahaha…

8-      Mais Forte Que O Mundo

Eu gostei tanto desse último item, que cheguei a escrevê-lo duas vezes na minha listinha. Contei aqui como amei assistir ao filme da vida do José Aldo. As atuações são incríveis, a trilha sonora é maravilhosa e a direção melhor ainda. Esse ainda está nos cinemas, então corre para ver porque é sensacional!

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Fui nocauteada pela atuação de Loreto como o lutador José Aldo no filme Mais Forte Que o Mundo

Sabe quando o filme acaba e você continua olhando para os créditos boquiaberta e feliz pelo que acabou de assistir? Quando você sai do cinema querendo saber quem é o diretor, para poder elogiar em todas as redes sociais? Quando você acorda no dia seguinte e ainda não superou o quanto aquele filme foi sensacional? Bom, cá estou eu, sem conseguir falar de outra coisa a não ser Mais Forte Que O Mundo: a história de José Aldo.

Pelas redes sociais, acompanhei, desde o ano passado, a dedicação e a entrega do ator José Loreto para viver o campeão mundial de MMA José Aldo Jr. nos cinemas. Há alguns meses, vi o trailer pela primeira vez e tive certeza: eu precisava assistir àquele filme. Confesso que tive certo receio de que o teaser prometesse mais do que o longa realmente era. Afinal, convenhamos, ultimamente os trailers de filmes têm sido nada menos que um compilado dos melhores momentos da história. Porém, em menos de 10 minutos percebi que aquele filme era muito diferente dos últimos enlatados que vimos por aí. Foi muito melhor do que eu esperava.

A história do José Aldo é bem bonita. Fala de superação, amor, ódio, família, sonhos… O lutador saiu de Manaus, sua cidade natal, para o Rio de Janeiro e acabou ganhando o mundo com esforço e acreditando em seu sonho. É uma história que inspira a continuar lutando e correndo atrás do que se quer. Mostra que, se você acredita, nem as piores dificuldades da vida te derrubam.

O roteiro é muito bom. Mistura drama, humor, romance e ação de uma forma sutil e gostosa de assistir. O elenco foi muito bem escolhido. Quem rouba a cena, claro, é o protagonista José Loreto. Fica evidente o quanto o ator se entregou ao papel e como estava realmente sentindo o personagem na pele. E quem, como eu, estava acostumado a assistir ao ator só nas novelas e no Amor e Sexo, vai sair impressionado com o resultado para o cinema. Cléo Pires, que interpreta a Vivi, esposa do Aldo, e o Rafinha Bastos, no papel do lutador Loro, também merecem destaque. Ela divide com Loreto algumas das cenas mais bonitas do filme e Rafinha Bastos, as mais divertidas. A fotografia do filme é linda e a trilha sonora roubou meu coração.

Mas quem vai ganhar o maior destaque desse texto é o diretor Afonso Poyart. Não conhecia o trabalho de Poyart, mas em poucos minutos de filme percebi que ele era diferente. A sensibilidade do diretor faz toda a diferença no desenrolar da história. Jogo de câmeras, de flashback, velocidade e de outras coisas técnicas, sobre as quais a leiga aqui não tem o menor domínio, me deixaram perplexa em diversas partes do filme. Passei o tempo inteiro me perguntando: quem é esse diretor?

No início de 2016 assisti ao filme Creed, continuação da série Rocky e adorei. Mais Forte Que o Mundo é incontáveis vezes melhor do que o filme que rendeu uma indicação ao Oscar para Sylvester Stallone. Há tempos não assistia a um filme nacional tão bom. Quem me segue nas redes sociais percebeu que eu não consegui parar de falar do filme.

Afonso Poyart, que também dirigiu e roteirizou o nacional 2 Coelhos, é um nome que com certeza ainda vamos ouvir muito por aí. Mais Forte Que o Mundo tem uma linguagem cinematográfica e identidade próprias. Um filme que precisa ficar marcado na história do cinema nacional como um dos melhores já produzidos.

Bruna Paiva

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Cheirinho de passado

wp-1467116707675.jpgEu tenho essa sina com troca de perfumes. Não consigo usar o mesmo aroma em épocas distintas da minha vida. E isso se aplica a qualquer produto com cheiro: shampoo, condicionador, desodorante, perfume, hidratante, sabonete… Parece que junto com a fragrância vem uma carga do passado, uma quantidade sem fim de lembranças que têm aquele mesmo cheirinho no fundo.

É uma das primeiras características que eu gravo sobre qualquer pessoa na minha vida. Desde pequena, pessoas e lugares me remetem aos cheiros que por eles me foram apresentados. Hoje reconheço que aromas são capazes de mexer comigo de forma profunda. Despertam borboletas que para mim já estavam mortas no meu estômago. Memórias que eu nem sabia que ainda existiam em alguma gaveta do meu cérebro.

A sina de não repetir um perfume em momentos distintos é para não me decepcionar. Ainda que eu remonte aquele antigo cenário, com aquele mesmo perfume, a sensação, o sentimento, as borboletas, vão ter para sempre aquele cheirinho de passado. Por vezes ainda, o cheiro retoma momentos que eu não quero que voltem, e aí, o vai e vem de memórias dá vontade de inspirar menos e expirar mais.

Por isso eu vou trocando de perfume. Para o meu cheiro ser sempre o do presente. E o passado ser lembrado apenas em breves momentos, quando um cheirinho conhecido cruzar o meu caminho por aí.

Bruna Paiva

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Eu desisti

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Sim, eu desisti. Do que foi meu maior objetivo durante a vida inteira. Daquilo pelo que dei suor e sangue para conseguir. Sim, desisti quando estava quase chegando aonde tanto sonhei. Desisti porque, às vezes, tudo aquilo que você sempre quis pode não ser o que você quer de agora em diante.

Vergonha? Não há nada de errado em desistir de algo só porque lutei tanto para conseguir. Acredito que é preciso sim coragem. E muita. Para enfrentar o mundo de cabeça erguida e assumir que o que costumava dar sentido à sua vida não tem mais nada a ver com você. Todo mundo julga e condena sem ter direito algum. Era eu quem estava presa a um futuro que escolhi anos atrás. A gente muda, nossas prioridades e sonhos também.

Ainda não sei o que vou fazer a partir de agora. E sei que não será fácil. Afinal, passei anos me preparando para algo em que eu não acredito mais. É o que eu fui programada para saber. O problema é que eu cansei, não conseguia mais projetar minha vida para frente e me enxergar feliz em cinco ou dez anos. Desgastei cada migalha do que um dia já foi meu sonho e hoje só me sobra a estafa.

Só não quero mais viver assim. Presa. Sem perspectiva de futuro e fazendo algo que eu não gosto, só porque vivi até aqui me dedicando para isso.

Bruna Paiva

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Minha vida não faz Sentido: o dia em que até minha avó virou fã do Felipe Neto

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Finalmente assisti ao espetáculo Minha Vida Não Faz Sentido, do Youtuber Felipe Neto. Uma peça que mistura emoções. Que faz a plateia morrer de rir, mas também causa um silêncio constrangedor enquanto todo mundo coloca a mão na consciência. Uma apresentação incrível que só aumentou a admiração que tenho pelo cara que falava mal dos meus ídolos.

Desde que ele anunciou o projeto da peça eu fiquei super animada para assistir, até cheguei a fazer um post sobre isso. Entretanto, todas as apresentações no Rio foram em dias impossíveis para mim. Até que finalmente ele anunciou uma data que batia com a minha agenda. Corri para comprar quase na mesma hora.

Arrastei a família inteira (é sério, até minha avó, que nem conhecia os vídeos dele foi e saiu de lá fã do cara). O mais legal é que a peça foi apresentada no Imperator, no Méier, o bairro onde Felipe estudou durante a adolescência. Na plateia, uma antiga professora estava lá para prestigiá-lo e a própria mãe do Youtuber, a quem ele se dirigiu com orgulho durante vários momentos do espetáculo, se encontrava na primeira fila do teatro.

A peça foi incrível. Achei que seria uma versão encenada do seu livro Não Faz Sentido Por Trás Das Câmeras, mas me enganei completamente. Felipe conta a história do Não Faz Sentido, quadro que o projetou para o sucesso no Youtube, mas não para por aí. Relembra os fracassos de suas primeiras empresas, o sonho de ser ator e como nunca desistiu de perseguir seus objetivos. Aborda assuntos polêmicos e os problemas de nossa sociedade. Sempre se alternando no palco entre o Felipe Neto da vida real e o seu famoso (e revoltado) personagem dos óculos escuros.

Uma das passagens da peça com a qual mais me identifiquei foi quando Felipe contou que, uma vez, um professor da escola em que ele estudava no Meier olhou para ele e disse “você não vai ser nada, não vai chegar a lugar nenhum”. Digo que me identifiquei porque já vivenciei a mesma situação. Só que o meu ex-professor babaca falou isso para a turma inteira.

Depois da peça, Felipe fez questão de falar com todos aqueles que quisessem cumprimentá-lo. Tirou fotos, recebeu presentes e foi atencioso com todo mundo. Eu, claro, depois de 6 anos acompanhando seu sucesso, precisei conhecê-lo pessoalmente. Levei seu livro para ser autografado e ele riu quando eu disse que, antes de começar a assistir aos seus vídeos, eu o detestava por causa do Fiuk. Entreguei-lhe também uma revista especial da Capricho sobre Crepúsculo e meu texto “Como conheci o idiota do Felipe Neto”, postado aqui no blog em 2013. Dois dias depois, em seu Snapchat, ele riu da provocação e comentou que já havia lido o texto na internet.

Em Minha Vida Não Faz Sentido, Felipe fala sobre a importância da leitura e critica o sistema falho de educação no Brasil. Incentiva as pessoas a enfrentarem os medos que as impedem de seguir seus sonhos. E joga na cara da plateia o quão infundados são os preconceitos que estão em nossa sociedade. Um espetáculo incrível que não precisa de mais de um ator e um par de óculos escuros para fazer o público voltar para casa repensando a vida. Sem dúvidas, um programa para toda a família.

Bruna Paiva

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A Telecine me convidou para a pré-estreia de Tartarugas Ninja!

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Esta semana, o pessoal da Telecine convidou o Adolescente Demais para conferir a pré-estreia exclusiva do filme As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras, com lançamento nacional programada para o dia 16 de junho.

A sessão aconteceu no Kinoplex Premium do Shopping Rio Sul, que foi inaugurado há pouco tempo e eu ainda não conhecia. E amei! Aliás, nunca tinha ido num desses cinemas Premium, e quem me segue no Snapchat percebeu como eu me diverti com aquela sala incrível e, principalmente, as poltronas que reclinam até virarem cama… O lugar estava todo decorado com o tema das Tartarugas mais loucas do cinema. Eu, claro, fui parando de pôster em pôster para tirar fotos…

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Com meu irmão mais novo num dos pôsteres das Tartarugas!

O novo filme das Tartarugas Ninja é bem divertido. É claro que se você for esperando um filme mega cabeça para fazer pensar, vai sair decepcionado. Também não dá para reclamar que o filme “viaja demais”. Afinal, os salvadores da cidade são quatro tartarugas adolescentes e mestres em artes marciais. Se não tiver viagem, não faz sentido nenhum. Mas é uma ótima pedida para assistir com as crianças. Eu levei meu irmão mais novo e ele também gostou bastante.

Eu confesso que adoro as quatro tartaruguinhas, viu? Eles são muito fofos e eu me identifico um pouquinho com cada um, apesar de terem personalidades totalmente diferentes…

No filme, Leonardo, Rafael, Donatello e Michelangelo, vão enfrentar novos vilões que se aliam aos antigos inimigos, como o Destruidor. Com a ajuda de sua amiga humana April (Megan Fox), e de um policial afastado, bem gato inclusive, interpretado pelo Stephen Amell, as Tartarugas Ninja fazem de tudo para proteger sua cidade. E dão até uma passadinha pelo Brasil. Pena que nosso querido país é mais uma vez retratado apenas como uma grande floresta.

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Também ganhei vários bloquinhos lindos com temas de filmes. Amei!

Além de ter muita ação, lutas e explosões, o filme passa algumas mensagens bacanas.  Fala sobre gostar de si mesmo e aceitar quem você é, fala também sobre essa relação de irmãos em que a gente está sempre brigando, mas no fundo se ama.

Eu adorei a experiência e fiquei muito feliz com o convite. Dentro da sala, cada convidado ganhou uma caixinha da Telecine com vários bloquinhos. Cada um mais lindo do que o outro. Tem capa dos Minions, Star Wars, Cinderella, Divertidamente e muitos outros; fiquei encantada. Muito obrigada, Telecine, foi uma noite muito divertida.

Contei tudo em tempo real lá no meu Snapchat, se ainda não segue, o snapcode está logo abaixo!

Bruna Paiva

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Se o vagão é feminino, por que os homens continuam entrando?

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Todos os dias, para chegar à minha universidade, eu preciso pegar o metrô. Entro na estação por volta das 17:40. Sempre me posiciono atrás de uma espalhafatosa faixa rosa-choque, colocada na plataforma para indicar que o segundo vagão é feminino em horários de pico (dias de semana das 6h às 9h e das 17h às 20h). Há seis meses, não houve ainda um dia em que eu não tenha fechado a cara ao me deparar com o interior do vagão: cheio de homens, em sua maioria sentados.

Em algumas estações, normalmente no centro da cidade, os fiscais entram no vagão e soltam a frase decorada “pessoal, só para lembrar que, nesse horário, esse vagão é feminino. Vocês podem ir para todos os outros”. A maioria dos homens fica sem graça e muda de vagão, mas sempre tem aquele percentual que finge que não escuta e continua onde está. E ainda os que escutam e optam por descumprir a lei de forma deliberada mesmo.

Na semana passada, uma moça entrou falando bem alto “Vagão de mulher, vagão de mulher. Por favor, gente, a essa hora esse vagão é de mulher”. Um cara se levantou e ofereceu seu lugar. Ela agradeceu, mas disse que não queria sentar, só desejava que os homens fossem para outro vagão. O cara olhou-a de cima a baixo, sentou novamente e retomou a conversa com o amigo.

wp-1465300308226.jpgSei que alguns homens entram sem nem perceber. Mas outros, muitas vezes encaram os adesivos cor de rosa no interior do vagão e escolhem ignorar, voltando a atenção para seus celulares. Muitos utilizam do mesmo argumento: “Mas eu não sou o único homem aqui”. Querido, se você não aprendeu até hoje, deixa eu te ensinar: o erro dos outros não é justificativa para o seu.

Você pode pensar “mas qual o problema se você pega o sentido em que o metrô nem está tão cheio?”. O problema é que há dez anos e dois meses foi sancionada uma lei estadual aqui no Rio de Janeiro que, em seu artigo segundo, dava 30 dias como tempo de adaptação. Veja bem, TRINTA DIAS, e há DEZ ANOS ainda tem (MUITA) gente que não respeita essa lei. Às vezes os homens acham que sair do vagão feminino é fazer um favor às mulheres. Aprendam: NÃO é favor, é uma questão de respeito à lei. Nós temos o direito de andar no metrô cheio sem precisarmos nos preocupar com assédio.wp-1465300301719.png

O que eu vejo todos os dias no metrô é o retrato das faltas da nossa sociedade. Falta de educação, falta de respeito ao próximo, e, não dá para deixar de citar a falta de luta pelos nossos direitos.

No dia em que aquela moça pediu que os homens se retirassem, só eu e mais duas mulheres manifestamos apoio a ela. E, confesso, se ela não tivesse falado nada, eu teria continuado calada, com coragem apenas para encarar os homens com cara feia e desviar o olhar logo que eles percebessem.

Todos os dias o cenário é o mesmo e o incômodo também. Dá para sentir como várias mulheres ficam irritadas, assim como eu, quando o vagão está cheio de homens. Mas ninguém fala nada. A gente não se pronuncia por medo, covardia ou mesmo por pensar que “se eu falar não vai mudar nada”. Mas se a gente resolver se unir para reivindicar um direito que é nosso, te garanto que muda.

Se você é mulher e se incomoda com os homens no vagão feminino, reclame. Fale com os fiscais que ficam na plataforma. Mande mensagens para o metrô Rio, o twitter deles é @Metro_Rio, enche o saco deles, fala o número do carro e a estação, eles respondem. E pra quem anda de trem, pode mandar para a  Supervia: @SuperVia_trens. Peça, educadamente, para os homens se retirarem do vagão. Se manifeste na internet. Faça a sua parte. Só não fique muda, porque aí, minha amiga, realmente nada muda.

Bruna Paiva

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Favoritos do mês: as coisas mais legais de Maio

Olá, pessoal!

No post de hoje, trouxe para vocês as coisas mais legais que eu encontrei por aí em Maio. Tem filme, música, notícia e muita coisa que vale a pena conhecer. Divirtam-se.

  • Hoje eu quero voltar sozinho

Hoje eu quero voltar sozinho é um filme nacional que não é muito conhecido, mas devia. É um romance lindo que fala sobre amor, amizade, adolescência, preconceitos e homossexualidade. O filme entrou no catálogo do Netflix esse mês e vale muito, muito à pena ser assistido.

  • 7 Years

Essa foi a música que eu mais escutei no mês de maio. Descobri ela numa aula de Jazz e depois ouvi de novo no rádio. E não consegui mais parar. É o tipo de música que gruda na cabeça, além de ter uma letra linda que faz a gente refletir sobre a vida.

  • 4th man out

Esse filme também é recente no catálogo do Netflix, na verdade ele estreou esse mês na TV americana. Quando o mecânico Adam decide contar para os amigos de infância que é gay, eles resolvem ajuda-lo a encontrar o cara perfeito. O filme ressalta a amizade livre de preconceitos e é muito fofo.

 

podcast30min

Encontrei esse podcast enquanto dava uma olhada no blog Homo Literatus. Além de o site ser incrível, eles produzem um podcast muito legal sobre literatura. As discussões são sempre divertidas e eles dão dicas ótimas de leitura.

  • Garagem de Unicórnios

Descobri o canal da Karen Jonz por acaso, enquanto assistia a algumas coisas do Fiuk no Youtube. Logo de cara adorei o jeito dela, depois percebi que ela é mulher do Lucas Silveira da Fresno, que eu também gosto. Mas confesso que o que me conquistou foi a fofura da Sky, filha do casal.

 

  • Sem Filtro- Nosso Canal

Descobri o Nosso Canal por meio desse quadro e adorei. As meninas donas do canal trazem sempre um convidado e discutem assuntos diversos. Já é antigo, então tem vários vídeos bem legais.

  • Se todo muno fosse cego – Fabio Brazza

Alguém compartilhou esse vídeo e ele apareceu na minha timeline do Facebook. Achei incrível. A poesia de Fabio Brazza faz a gente refletir sobre como o mundo está hoje em dia.

 

  • Dance Academy: The Comeback

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A melhor notícia que tive esse mês foi a de que (finalmente) a minha tão querida série Dance Academy vai virar filme!!!! Agora é oficial e já estão até gravando. Durante todo o mês eu surtei com as fotos e snaps do elenco se reencontrando. Quem me segue no Twitter percebeu que eu até comecei a ver a série toda de novo. Estou muito empolgada para o filme que estreia ano que vem. Só espero que ele venha para os cinemas aqui no Brasil também… E se você está surtando assim como eu com a notícia, dá para acompanhar as gravações de pertinho pelo snap danceacademy.au!

 

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