Lançamento de “Um Diário para Alice”

Quatro anos depois de ter sua primeira versão publicada no Wattpad, finalmente meu primeiro romance virou livro físico. E tudo graças a uma linda campanha de pré-venda com vários apoiadores!

O livro fica pronto esse mês e o lançamento já está marcado, aqui no Rio de Janeiro. “Um Diário para Alice” vai ser lançado no dia 25/11/2018 (domingo) às 17h30.

O local é a Birreria Escondido,CA, um bar e pizzaria superlegal que fica bem pertinho da estação de metrô de Botafogo. Teremos um mezanino reservado só para o lançamento do livro!

Espero todo mundo lá, levem amigos, namorados, família e quem mais quiserem. Quero ficar com a mão doendo de tanto dar autógrafo hahah.

Beijos,
Bruna Paiva

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Toda dor que não preciso mais sentir

 

 

Acomodo a cabeça acima de sua clavícula, o lugar onde ele passa perfume, e que talvez seja minha parte preferida de seu corpo; ou quem sabe perca para o ossinho do quadril. Ele passa um braço por baixo do meu pescoço e com o outro me envolve por cima, apertando no abraço mais seguro.

O som melancólico de Oasis, que é o único a quebrar o silêncio, me obriga a fechar os olhos. E é na escuridão acalentada que enxergo toda circunstância anterior; cada momento em que aquela mesma música me serviu de trilha para o desespero disfarçado de conformismo. É assim que começa.

As primeiras lágrimas descem sem muita explicação. Um formigamento no peito que transborda sem que eu tenha tempo de entender. Mas ao me dar conta da verdadeira razão é que o pranto começa de fato. É alívio, desafogo.

O peso de cada história anterior, de cada dor e sofrimento acumulado durante anos de uma crença esmagadora de que aquilo não era para mim, tudo se esvai naquele abraço. E choro, copiosamente. Choro por tudo que vivi, por cada vez que derramei lágrimas sozinha no chuveiro, por cada migalha de sentimento que me humilhei para conseguir, por cada vez que sonhei alto e caí feio.

É um choro que me serve como banho, que lava, descarrega tudo que não sarou completamente. Que arranca todo sofrimento que se acumulou por tanto tempo. Que coloca para fora o que as palavras nunca explicaram. Um choro que é ouvido, com a atenção e o interesse que nunca me foram dados.  Um choro amparado com abraço e cafuné, ao som dos irmãos Gallagher e abaixo das estrelas.

“Você não vai mais sofrer por amor.”

E, meio por alívio, meio por gratidão, choro pela sorte de finalmente encontrar o que procurava. Deixo que todo sentimento apareça, transborde. Sem máscaras, desarmada porque não é mais necessário esconder. E as lágrimas lavam toda a dor que não preciso mais sentir.

 

Bruna Paiva

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Por que nunca falamos nada?

“Por que nunca falamos nada?”

Enquanto olhavam para nossas coxas e nos convenciam de que imaginávamos coisas

“Por que nunca falamos nada?”

Quando os abraços eram apertados demais

“Por que nunca falamos nada?”

Quando os sussurros ambíguos nos deixavam confusas

“Por que nunca falamos nada?”

Quando nos colocavam em situações constrangedoras e não tínhamos como sair

“Por que nunca falamos nada?”

Enquanto ouvíamos em tom de deboche que éramos loucas e precisávamos de terapia

“Por que nunca falamos nada?”

Quando o único alento éramos nós mesmas

“Por que nunca falamos nada?”

Quando relacionamentos entre meninas de 14 e homens de 50 eram naturalizados

“Por que nunca falamos nada?”

Enquanto ouvíamos rastros de conversas obscenas

“Por que nunca falamos nada?”

Quando tínhamos medo

“Por que nunca falamos nada?”

Por que não seríamos ouvidas.

 

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A salvação do recreio

– Júlio, tu é burro?

– Pra quê tanta força, cara?

Dona Gisela ouviu aquelas acusações seguidas de gritinhos agudos de “ai, ai, ai, ai, ai”. Desviou o olhar para o outro lado da calçada e encontrou pelo menos seis pares de olhos em desespero enquanto seus donos se agarravam às grades do portão do colégio municipal. Seguiu os pequenos olhinhos e logo compreendeu o motivo do alvoroço.

A bola de couro laranja rolava sem pressa, desfilando pelo meio da avenida movimentada. Dona Gisela, que já havia interrompido a caminhada até o trabalho, observou curiosa o poder dos olhinhos desesperados evitar que o vacilo de Julio desse fim ao futebol do recreio.

Sabe-se lá se com ajuda do universo ou não, o fato é que a bola desviou dos pneus do ônibus que descia a rua embalado, e também do sedam preto que vinha logo atrás. O motoqueiro que subia a ladeira foi esperto e desviou rápido quando percebeu o obstáculo; seu movimento brusco alertou o taxista que o imitou.

A bola, então, encerrando seu espetáculo com a graciosidade de quem dança, parou aos pés de Dona Gisela.

O alvoroço de desespero passou à comemoração. A empolgação era a de uma copa do mundo vencida. Ou quase. Na disputa de pênaltis, com vantagem. A tensão cresceu nas mãozinhas agarradas ao portão. A heroína do jogo podia ser Dona Gisela. A vilã também.

– Tia! Tia! Joga pra cá!

– Por favor, moça! Joga aqui!

Preferiu o primeiro posto. Abaixou, embora a coluna protestasse, e apanhou o brinquedo, para a euforia das crianças. Esperou o movimento da rua diminuir e atravessou fora da faixa mesmo. Parou à porta do colégio. Mediu a força para não repetir o erro de Júlio e então arremessou a bola por cima do portão.

Agora, sim. Pênalti marcado. Comemoração de copa do mundo. A moça salvara o dia dos pequenos. Os olhinhos brilhavam eufóricos e ansiosos pelo resto do recreio. Agradeceram rápido e voltaram a brincar. Tinham pressa. O sinal tocaria a qualquer instante.

Dona Gisela observou a brincadeira, sorriu e seguiu seu caminho até o trabalho.

Bruna Paiva

 

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Pré-venda de Um Diário Para Alice chegando ao fim!

Eu tinha 14 anos quando considerei ser escritora pela primeira vez; 16 quando publiquei meu primeiro romance numa plataforma digital e tive certeza de que essa era a profissão que eu queria, mesmo com todos os obstáculos.

É com uma alegria inexplicável que eu vejo o último fim de semana de campanha de pré-venda de Um Diário Para Alice se encerrando com 87% da meta que eu estipulei para imprimir uma boa quantidade de livros. A versão física do romance que eu escrevi ainda no Ensino Médio vai, sim, virar realidade e eu não tenho como estar mais feliz.

Com trabalho e acreditando, os sonhos deixam de ser só sonhos e viram de fato planos de vida. E esse sonho não seria possível sem o apoio de todo mundo que acredita em mim. Muito obrigada mesmo a todos que apostaram e contribuíram para que o livro seja lançado.

Que campanha linda vocês fizeram junto comigo… Agora é reta final. Faltam só 3 dias, ainda dá tempo de contribuir e garantir seu exemplar autografado de Um Diário Para Alice! É SÓ CLICAR AQUI!

E, assim que a campanha acabar, o livro entra em gráfica para ser lançado em novembro! Vai ser lindo, gente. E é só o começo! ❤

 

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Agosto

Agosto passou depressa em suas semanas infinitas.

O tempo desgovernado, voando e fingindo que não existe.

Em poucos dias é primavera e o inverno ao teu lado não deu voz à melancolia.

A insegurança há muito não dá as caras.

O sonho de uma vida ao alcance da mão. E não escapa.

Tudo fora de lugar

justamente onde devia estar.

 

Bruna Paiva

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O esquizofrênico flerte contemporâneo

Postou uma piada. Vou curtir. Mas eu já curti as duas últimas, além do comentário sugestivo naquela publicação. Melhor não, ou vai parecer que eu estou dando muito mole. Mas não estou? Não é exatamente minha intenção que ele entenda que estou interessada?

Sim, mas não posso deixar muito na cara. O que ele vai pensar de mim? De certo vai me achar desesperada e fugir da maluca. Então é isso. Vou maneirar as curtidas, não vou falar nada e ainda vou desviar o olhar quando ele tentar contato visual. Provavelmente já percebeu uma nuance do meu interesse pela indireta que postei semana passada. Preciso me fazer de desentendida.

Mas, dessa forma, não estaria eu mostrando desinteresse e fazendo o rapaz acreditar que qualquer traço interessado que ele tenha percebido é apenas imaginação? Ah, mas ele sabe muito bem o que eu quero… Fui a única a curtir aquele comentário que deixava muito claras minhas intenções. Curtir, não, eu dei amei ainda por cima! Não tem como ser mais direta.

Mas e se a obviedade funcionar apenas na minha cabeça? Claro que não… Todo mundo sabe que, em 2018, curtida é demonstração clara de interesse.  Mas será que é mesmo? Se parar pra pensar, eu curto tudo de todo mundo. Mas só tô dando mole pra ele, mesmo.

Já sei! Vou seguir em outra rede social, assim não tem como ele não entender. Não entendeu. Meu Deus, o que eu faço? O cara não percebe o que eu quero, e está tudo tão claro…

Claro? Na minha cabeça talvez já que o interesse é meu e eu venho prestando atenção em tudo e superinterpretando interações online. Meu Deus! É óbvio que não tem nada claro. Senhor, o que eu me tornei? Completamente louca, achando que meia dúzia de curtidas abrem portas para telepatia.

Logo eu que sempre abominei joguinhos de desinteresse… Eu tenho o telefone do cara, qual a dificuldade? Mas e se ele não quiser nada comigo e todo o interesse que eu percebi for puro egocentrismo da minha mente?

Bom, aí paciência, minha filha. Abrindo o Facebook a cada 5 minutos, feito geladeira é que você não vai conseguir nada, mesmo.

“Alô? Fulaninho? Tudo bem? Então, tô a fim de você. E aí, vamos fechar?”

Bruna Paiva

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UM DIÁRIO PARA ALICE 4 anos depois…

Eu e atriz Bruna Vilella nos bastidores do video gravado no Aeroporto Santos Dumont

Hoje trago um convite. Para você conhecer os bastidores da produção do meu livro e de como ele influenciou o meu caminho profissional.

Quatro anos atrás eu escrevi uma história. Era pra ser só um conto. Dei pro meu pai ler e ele quis saber como continuava. Acabei escrevendo mais e não consegui mais parar.

A história cresceu pra frente, pra trás, os personagens foram tomando vida e aquele primeiro conto, hoje, é o capítulo 8 do meu primeiro romance: Um Diário Para Alice, o livro que estou batalhando para lançar por meio de uma campanha de financiamento coletivo.

Contando uma história com textos e videos

Gravação do Diário, no Aeroporto, em que Bianca fala sobre sua mudança com Alice.

Na época, com a história pronta, pensei em testar a reação dos leitores publicando aqui no blog. Aí veio a ideia de gravar vídeos reais das partes em que a personagem mandava mensagens de vídeos para a amiga que morreu, exatamente como acontecia na história. Por que não? Os vídeos podem atrair a atenção até de quem não tem o hábito da leitura, pensei.

Pedi ajuda pro meu primo ator, conseguimos uma atriz e fizemos a loucura de realmente gravar os diários em vídeo. Foi um mês de gravação, encaixando locações e horários de quem queria que desse certo, mas também tinha escola, pré-vestibular, trabalho, ballet, teatro, curso de inglês…

Deu muito certo e em novembro de 2014 lançamos a versão digital do livro. Vídeos, booktrailer, divulgação pesada. Primeiro no blog, depois no Wattpad. E que incrível que foi… O tanto de feedback lindo que eu recebi digitalmente, hoje já são mais de 69 mil leituras, só fez o sonho de ser escritora crescer cada vez mais. Foi deixando de ser sonho e virando planejamento.

Comecei a cursar Literatura, a buscar agências e editoras, estudar o mercado
editorial.

Por que escolhi ser independente

Foi estudando que eu percebi como é complicado ser autor no Brasil. Ainda mais do que parece. O mercado é extremamente fechado e conseguir um espaço de atenção das grandes editoras uma tarefa quase impossível se você não tem um público. Mandei o original para cinco grandes editoras. Algumas nem responderam. Outras, depois de meses, agradeceram, até elogiaram, mas declinaram por motivos diversos.

Devagar o caminho de lançar meu livro de forma independente foi se mostrando o que mais fazia sentido. Ficou claro para mim que em vez de uma editora, o que eu precisava era formar o meu público leitor. É uma tarefa árdua, sim. Dá trabalho, demanda exposição (coisa que eu nunca gostei muito)… Mas é aquela história… Quem não corre atrás do que quer dificilmente chega lá.

Decidi, então, correr atrás do meu sonho, lançar o livro de que eu me orgulho tanto por ter sido um trabalho incrível e independente desde o início. Já tenho outros trabalhos finalizados e vários em curso, mas o pontapé inicial da minha carreira como escritora não podia ser outro. Tem que ser Um Diário para Alice.

O livro físico será lançado em novembro de 2018 e já está à venda em uma campanha de pré-lançamento no site da Kickante. Para acessar a página da campanha e deixar o seu apoio, basta
clicar em http://kickante.com.br/livrobrunapaiva 

 

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A última vez

Quando me sentei naquele viaduto, não achei que fosse realmente pular. É verdade que o ambiente só me permitia pensar naquilo. Sempre foi assim. Pontes, montanhas, passarelas, prédios altos, toda vez a mesma divagação: morrer é fácil se eu pular daqui.

Pensar em morrer era tão frequente quanto sentir fome. E involuntário. Sem que eu me desse conta, lá estava a ideia novamente. Uma tendência suicida que nunca entendi bem. Mas também nunca fui capaz de controlar. Ainda assim não imaginava que algum dia realmente cederia.

Sentei no viaduto da rua de trás da minha casa cansada da vida, é verdade. Mas não era a primeira vez. Pelo menos um dia por quinzena e, nos últimos tempos, a cada semana, eu seguia a mesma rotina. Às sete da noite, depois da escola, antes de voltar para casa, eu parava por ali. Sempre do mesmo jeito: coração apertado, angústia corroendo de dentro pra fora, começando no estômago, misturada com a fome, e então fervendo o sangue e girando a cabeça. Enjoada, tonta, impaciente, sem a menor urgência de continuar vivendo.

Entretanto, eu sempre voltava pra casa. Recolhia a mochila, limpava o rosto, respirava fundo e voltava para casa. Especialista em me recompor depois do choro compulsivo, ninguém percebia um vestígio da crise tão recente. Levantava como se nada ali fosse fora do normal (e era?).

Talvez eu nunca tenha chegado a me levar a sério. Sempre imaginei um suicida como alguém fora de suas faculdades, alguém completamente transtornado, fora de si. Mas eu estava sóbria. Tinha completa noção do que acontecia, das coisas que passavam na minha cabeça, nunca estive tão consciente. Na minha lógica, isso tirava toda a credibilidade das ideias destrutivas em minha mente. E se eu mesma desconsiderava o que sentia, como exigir dos outros qualquer tipo de compreensão?

A acusação de “drama” de fato me convencia. “Existem problemas de verdade no mundo”, eu pensava, ecoando o que já me fora dito. E cada vez mais cansada eu voltava para a rotina condenando cada sofrimento, sabotando cada parte de mim. Colocava os outros como prioridade e diminuía as minhas próprias dores tendo a certeza de que eu aguentava, afinal, eu sempre aguentei.

No fim de mais uma semana comum, lá estava eu novamente; as pernas balançando num dos viadutos mais altos da cidade, os olhos tão molhados que só enxergavam as luzes correndo na pista lá embaixo. Toda disposição corroída pela dor acumulada. Um vazio profundo preenchendo todo meu espaço interno. Uma falta de vida apenas existindo num corpo inerte. Talvez antes me faltasse coragem por ainda existir alguma força pulsando de dentro pra fora. Esperança? Um vestígio dela, quem sabe… Dessa vez o corpo foi mais forte, a angústia falou mais alto, o peso finalmente me deixou cair.

Bruna Paiva

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No ar a pré-venda de Um Diário Para Alice!

Agora é oficial, gente! Está no ar a campanha de pré-venda do meu primeiro romance! Um Diário Para Alice finalmente vai virar livro físico 😊 e você já pode encomendar o seu em https://www.kickante.com.br/campanhas/pre-venda-do-livro-um-diario-para-alice

Este é um momento muito especial, que aguardo desde os 16 anos, quando escrevi a primeira versão da história de duas amigas que acabam separadas por um terrível acidente.

Esta primeira edição do livro será independente, com tiragem limitada. Isso quer dizer que todos os custos de produção, impressão e divulgação ficam por minha conta. Por isso, preciso do apoio de cada um de vocês. A quantidade de livros impressos dependerá diretamente do resultado dessa campanha de pré-venda.

Os detalhes da campanha de pré-venda, assim como sinopse do livro e um trailer incrível da história estão lá no site da kickante!

O lançamento será em novembro num local que ainda será definido.

Garantam seus exemplares!

Beijo,

Bruna Paiva

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