LIDANDO COM O BABACA DA TURMA – VÍDEO NOVO NO AR!

Olá, pessoal!

O canal no Youtube voltou com toda a força e o projeto do Livro Adolescente Demais também! No vídeo de hoje eu trouxe o texto MEU NOME É VALENTE!

Quem nunca teve um valentão na turma? Um babaca de verdade, que sente a necessidade de diminuir todo mundo para poder se auto afirmar. Eu já estive numa sala dominada por um cara assim. O texto Meu Nome É Valente, foi escrito em 2013, quando eu tinha 15 anos e, sim, é baseado numa pessoa real.

No vídeo, no topo da postagem, conto também como lidei com a situação e o que eu acho das pessoas que fazem esse tipo de coisa. Espero que gostem e, caso se identifiquem com o que eu passei, eu tenha conseguido ajudar de alguma forma.

 

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Mania de inventar histórias

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Eu tenho essa mania estranha de querer deduzir a história por trás de pessoas que eu nem conheço. A menina descendo a ladeira com um cachorrinho enrolado numa toalha no colo. Provavelmente indo até o veterinário. Talvez tenha o encontrado no dia anterior e, finalmente, convenceu a mãe a deixá-lo ficar.

O casal discutindo discretamente no metrô. Talvez por causa das finanças. Ou talvez ele queira mais um filho e ela não queira de maneira alguma. A garota toda arrumada na porta do cinema. A senhora sozinha, cheia de compras pesadas no ponto de ônibus. O cara tatuado, que encara o celular, do outro lado da rua. Uma dessas histórias que eu crio na minha cabeça já até virou motivo de texto e vídeo: A menina da mesa ao lado.

Gosto de imaginar o que levou cada pessoa ao lugar em que está. Talvez porque eu goste de ouvir histórias. Por trás de cada rosto, de cada atitude, há uma coleção de acontecimentos que fez aquela pessoa ser quem é. Algumas histórias mais interessantes, outras só os clichês de sempre. Mas todas definem quem cada ser humano se torna, o porquê de seu modo de ser e a maneira como ele encara a vida.

Não dá para dizer que uma mulher aparentemente fria, desconfiada e que não se entrega tenha sido assim a vida inteira. Quem sabe ela já não foi doce e inocente? A vida nos leva a tantos lugares… A verdade é que não se conhece ninguém apenas pela convivência. Todo mundo possui traumas. Não há ninguém que não colecione segredos, mesmo que sejam coisas pequenas.

Nossas memórias constroem a pessoa que seremos. As experiências boas e as ruins se aliam para formar nossa personalidade. E esta, é extremamente mutante. A menina doce, que se entrega aos sentimentos hoje, pode crescer e se tornar uma mulher fria, que vive na defensiva.

Cada trauma, conquista, problema, realização, tudo o que vivemos funciona para nossa personalidade como tijolos em uma construção. De um em um, vão construindo aquilo em que nos tornaremos. A diferença é que essa construção não para nunca. Sempre há mais um capítulo de história para adicionar à coleção.

Bruna Paiva

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Vídeo Novo: DE QUEM É O OVOMALTINE?!

Depois de uma gigante polêmica e briga de marketing nas redes sociais, por conta do direito formal de usar a marca Ovomaltine, resolvi provar o querido milk-shake de Ovomaltine em três fast-foods: Bob’s, Burger King e McDonald’s. Fui em cada um e pedi a mesma coisa: “um milk-shake de Ovomaltine, por favor”. O que descobri é muito engraçado e prova que quem manda mesmo nisso tudo é o cliente…  As marcas estão brigando à toa!

Confira no vídeo também qual a minha impressão sobre cada um dos milk-shakes!

 

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Borboletas no estômago

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Na primeira vez em que senti aquilo no estômago não fazia ideia do que significava. Era um enjoo constante que me tirava o apetite por completo. Não conseguia comer nem metade do que botava no prato. Junto com o estômago, meu coração se comportava de maneira estranha e respirar também ficava mais difícil. Aquela confusão dentro de mim aumentava toda vez que ele falava comigo, pessoal ou virtualmente, toda vez que sentia seu perfume, ou o via passar de longe.

O tempo passou e quando olho para trás percebo que é assim que se descreve alguém apaixonado. Para a concepção geral, era amor o que eu sentia. Aquele enjoo inesgotável que me fez perder peso sem entender o porquê é chamado de borboletas. Acontece que isso não faz o menor sentido. Borboletas são bonitas, livres e cheias de vida. E, enquanto ele esteve na minha vida, eu deixei de ser tudo isso.

Aquela sensação confusa que misturava falta de ar, dor de barriga e coração acelerado me fazia mal. Não consegui me livrar daquilo durante muito tempo. Nem mesmo enquanto dormia, já que, além de brincar com o que eu sentia, ele teimava em aparecer nos meus sonhos.

Quanto mais eu o idealizava ao meu lado, mais sofria por não poder tê-lo de verdade e mais sentia o descontrole dos órgãos dentro de mim. Cassei minha própria liberdade e passei a viver em função dele. Sabotava tudo que não o envolvia sem perceber que estava acabando com o que existia de mim em mim mesma.

Depois de algum tempo e muito sofrimento, as tais borboletas morreram. Desde então nunca me permiti prendê-las aqui dentro. Quando, vez ou outra, elas resolvem fazer uma visita obrigo-me a manter o controle dos meus sentimentos. Deixo-as livres para saírem dali, sem permitir que causem toda aquela confusão. Assim, as borboletas podem enfeitar o mundo com sua beleza, liberdade e vontade de viver, em vez de ficarem presas dentro de mim. E eu posso fazer o mesmo.

Bruna Paiva

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Favoritos do mês: as coisas mais legais de Agosto!

Oi gente! No post de hoje eu trouxe tudo de mais legal que aconteceu ou que eu descobri em Agosto. São poucos itens, eu sei, mas isso é culpa das olímpiadas, já que a maior parte do meu mês foi dedicada a uma intensa imersão no espírito olímpico ahaha…

 

  • Olimpiadas

Acredito que esse item esteja entre os favoritos do mês de muuuita gente. Principalmente os cariocas. O que dizer sobre esse evento? Onde é que a gente coloca a saudade? Quem me acompanha nas redes sociais viu como eu curti as olimpíadas na minha cidade. Eu fazia snaps quase todos os dias comentando os jogos e mostrando tudo nos parques olímpicos. E, para nossa alegria, em Setembro tem Paralimpíadas e eu pretendo curtir muuuuito também!

 

  • Eu conheci o Bastian Baker!!!!!

 

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Uma das melhores coisas que aconteceu esse mês foi fruto das olimpíadas. O Rio de Janeiro está cheio de casas temáticas organizadas pelos países que vieram para os jogos. Uma das casas mais legais é a da Suíça, na Lagoa. Acho que já comentei aqui no blog sobre o Bastian Baker. Ele é o cantor mais famoso da suíça, pouco conhecido aqui no Brasil. Eu amo o trabalho do Bastian e fiquei louca quando soube que ele daria um show gratuito na casa da Suíça. Foi uma experiência incrível, um show maravilhoso e eu ainda pude bater um papo com ele no final!

 

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Quem não sente saudades dos Mamonas Assassinas? Eu nem sequer lembro deles vivos, mas morro de saudades. No fim do mês, assisti ao musical em homenagem a banda e amei. Os atores são incríveis e dá para sentir a energia dos Mamonas o tempo inteiro. O Ruy Brissac, que interpreta o vocalista da banda, é impressionantemente parecido com o Dinho. A temporada do Rio de Janeiro já acabou, mas agora eles vão entrar em turnê pelo Brasil. Se você tiver a oportunidade de assistir, VÁ!! Vale muito a pena.

 

  • Eu estive aqui – Gayle Forman

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Depois de muito tempo de uma ressaca literária enorme, terminei um livro que amei em agosto. Eu estive aqui da Gayle Forman é uma história pesada que fala sobre depressão, amizade e suicídio. Uma temática triste, mas que traz um enredo muito bonito. Confesso que achei o final meio brusco, mas vale muito a pena ler essa história.

 

  • Canal SmalAdvantages

No canal SmalAdvantages, ou Vantagenzinhas, o americano Gavin Roy, que fala português, dá dicas de inglês para brasileiros. É uma troca incrível de culturas, além de ele ser super paciente e dar dicas ótimas!

 

  • Canal Nuvem Literária

Eu já conhecia o canal da Ju Cirqueira pelo nome, mas nunca havia assistido a nenhum vídeo. Como não fui à Bienal desse ano, procurei pelos comentários do evento no youtube e acabei caindo no canal dela! Adorei e me inscrevi na hora…

Bruna Paiva

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O ESPÍRITO OLÍMPICO TOMOU CONTA DE MIM E VOLTEI PARA O YOUTUBE!

Oi, gente, tudo bom?

Estou de volta ao meu canal do Youtube e no vídeo de hoje eu falo sobre uma saudade: Olimpíadas! Como foi maravilhoso esse evento na minha cidade, gente! Eu curti MUITO e contei tudo pra vocês nesse vídeo. Teve muita torcida, ligeiros ataques do coração, visitas aos parques olímpicos e até encontro com cantor famoso! E agora vai começar tudo de novo com as Paralimpíadas! Confiram o vídeo e não se esqueçam de deixar o like e se inscrever no canal!

Um beijão e até o próximo vídeo!

Bruna Paiva

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O mural da minha vida

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Há cinco anos eu mantenho um mural na parede do meu quarto. Ele é rosa pink, metálico e fica atrás da porta, no lugar onde eu costumava pendurar os pôsteres dos meus ídolos. Um dia, me irritei com os papéis grudados na parede, arranquei tudo e comprei o mural. Nele, presas por ímãs decorativos, coloco fotos com pessoas importantes, além de uma listinha dos livros que li no ano.

Hoje foi um dos dias chatos em que eu olho para a estrutura de metal repleta de fotos e percebo que preciso tirar algumas pessoas dali. Isso acontece de vez em quando, de acordo com as idas, vindas e decepções da vida. Guardei as fotos e continuei encarando o mural, em parte tentado encontrar uma maneira de arrumar as fotos restantes e cobrir os espaços agora em branco. Foi então que eu percebi.

Em cinco anos, passaram pelo meu mural fotos minhas com variadas amigas que, com o tempo, se mostraram não tão amigas assim. Com garotos de quem eu realmente gostei, e com quem acabei me decepcionando. Com amigos que eu acabei perdendo por falta de contato, tempo e interesse. Com um namorado que não durou nem dois meses e com pessoas que eu nunca nem considerei amigas de verdade.

Mas também há fotos e pessoas que nunca deixaram de estar no meu mural. São poucas, é verdade. Menos ainda se desconsiderarmos as fotos com meus ídolos (que, só para constar, são muito mais importantes na minha vida que toda essa gente passageira).  Minha família, algumas amigas de infância, meu melhor amigo há anos e outra grande amiga de bastante tempo. Todos bem presos pelos ímãs, sem nenhuma perspectiva de serem tirados de lá.

Apesar de o meu mural estar realmente fixado atrás da porta do meu quarto, percebi que  ele é um grande reflexo da minha vida. Pessoas entram e saem da nossa vida o tempo todo. Poucas são aquelas que ficam por mais tempo, as que têm a foto cheia de marcas de ferrugem porque o ímã ficou por muitos anos no mesmo lugar. A maioria acaba só passando. As fotos que eu guardo na gaveta até fazem falta nos primeiros dias. Mas acabam esquecidas lá no fundo, principalmente quando revelo novas.

A questão é que, com o tempo, aprendi que é muito melhor ter poucas fotos com marcas de ferrugem do que um mural cheio de imagens impecáveis em alta rotatividade.

Bruna Paiva

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O preço de um vacilo

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Uma vez eu perdi um amigo. Amigo de verdade, que estava sempre lá para mim, que dava os conselhos certos nos momentos em que eu mais precisava. Que me conhecia e sabia dizer se eu estava bem ou não pela forma com que eu dizia “oi”, e conversava comigo por horas. Era um amigo daqueles que a gente deve valorizar, dos que queremos ao nosso lado para sempre.

Mas eu vacilei. Feio. Agi feito criança e minha infantilidade me fez acreditar que estava certa. Fui boba, vi coisa onde não tinha e ignorei o que realmente estava ali. Fiz besteira e só percebi quase um ano depois. Precisei de onze meses para reconhecer o meu erro e perceber o quão imatura havia sido.

Chorei sozinha e me puni mentalmente por cada segredo revelado, por cada birra sem sentido. E foi a namorada dele, que tinha tudo para me virar as costas, quem me incentivou a chamá-lo para conversar. Eu pensei, mil vezes, ponderei e juntei cada pedacinho de coragem dentro de mim até deixar a vergonha de lado e ligar para o número que eu ainda sabia de cabeça.

Pedi desculpas por cada burrada, expus minhas mágoas e meus arrependimentos. Falei o quanto sentia sua falta e como reconhecia que havia sido infantil.  Para a minha surpresa, ele foi incrível comigo, mesmo depois das coisas que falei e inventei sobre ele. Conversamos e ele me contou tudo o que o havia machucado. Falou que se arrependia por não ter me chamado para conversar antes, afinal, ele era mais velho, mais maduro. Ainda disse que, pela primeira vez em meses, conseguia reconhecer a pessoa que eu sempre fui. E o mais importante, me perdoou.

No dia seguinte nos encontramos. Dei-lhe um abraço apertado e demorado. Chorei com a cabeça em seu ombro e pedi desculpas mais umas quinhentas vezes. O que ouvi em resposta foi um “que saudade do seu abraço”.  Conversamos mais um pouco naquele dia e seguimos nossas vidas.

Eu podia ter evitado tudo o que aconteceu sendo mais madura, sendo mais eu mesma. Mas, aos 14 anos a gente quer provar para o mundo que somos donos da verdade, apesar de, no fundo, sermos extremamente inseguros. Podia ter demorado menos para reconhecer que errei. Mas aqueles onze meses foram o tempo que eu precisei para crescer um pouco. Naquele tempo, aconteceram tantas coisas que a maturidade chegou mostrando tudo que estava errado.

Eu recuperei a simpatia e o afeto daquele amigo, o carinho por tudo o que vivemos. Mas a nossa amizade nunca mais foi a mesma. Nem perto disso. E eu não julgo. Seria estranho começar do zero e mais ainda voltar a ser como éramos, simplesmente ignorando o hiato que causei. Gostaria que tivéssemos conseguido, mas não deu. A gente ainda se encontra por acaso, vez ou outra, nos abraçamos e perguntamos como vai a vida. Mas é só. As conversas extensas sobre qualquer assunto, as mensagens de texto quase diárias e as confissões nunca voltaram.

Sinto falta dessa amizade até hoje. Pra caramba mesmo. E, se eu pudesse voltar no tempo, talvez fizesse tudo diferente. Sei que foi um dos preços que eu tive que pagar para crescer, amadurecer e aprender algumas das lições mais importantes da minha vida. Infelizmente, das mais caras também.

Bruna Paiva

 

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10 filmes incríveis que se passam na escola!

A escola é uma fase pela qual todo mundo tem que passar. Quem não lembra (com carinho, ou não) dessa época? Já até falei sobre isso em um vídeo lá no canal, clique aqui para assistir. Diversos filmes, livros e séries são ambientados nesse cenário escolar para contar vários tipos de histórias. No post de hoje, trouxe para vocês 10 filmes incríveis que se passam na escola. A maioria deles está no Netflix!

1-      The Duff

Esse é um dos que eu vi mais recentemente, cheguei até a indicar num dos favoritos do mês. The Duff conta a história de uma menina que descobre ser a “amiga feia” do grupo. Ela resolve então pedir a ajuda de um amigo para se tornar mais popular. O filme é muito lindinho e é todo ambientado no ensino médio americano.

 

2-      Perfume de Mulher

Esse filme de 1992 é lindo demais. O drama conta a história de um ex militar, cego que quer realizar um sonho antes de morrer e um jovem estudante que tem problemas com um professor meio babaca. O filme não se passa inteiro na escola, mas a evolução do estudante durante a trama é incrível.

 

3-      Hoje eu quero voltar sozinho

Esse filme nacional é muito bonito e pouco conhecido. Eu descobri no Netflix, completamente sem querer. É a história de um menino cego que tem poucos amigos na escola e sofre bullying pela deficiência. O filme explora assuntos como amizade, amor, preconceito e homossexualidade. É um drama muito bonitinho.

 

4-      Clube dos cinco

Esse é um clássico do cinema e da sessão da tarde, e eu amo demais. Cinco alunos com personalidades completamente diferentes, estão na detenção e precisam cumprir horas de um tedioso castigo na escola. A evolução do relacionamento dos cinco é o melhor do filme. Eles começam o castigo se odiando, mas depois vão se conhecendo melhor. É um filme lindo sobre amizade e quebra de preconceitos…

 

5-      Vem dançar

Esse é um dos meus filmes preferidos da vida e acho que já falei sobre ele em alguma lista aqui no blog. Em Vem Dançar, o personagem de Antônio Bandeiras é um professor conceituado de dança de salão que resolve ensinar os alunos de uma escola pública. A diretora, desacreditada, dá para ele a turma em detenção, “os rejeitados da escola”. O que ele faz com aqueles alunos é incrível e uma das lições mais lindas que eu já vi.

 

6-      A mentira

Depois de uma pequenas mentiras para sua amiga, Olive acaba inventando que perdeu a virgindade com um cara da faculdade. A notícia acaba se espalhando e a menina ganha fama de fácil e vadia na escola. O sensacional é que ela resolve se apropriar daquela fama, mesmo sem ser ou fazer nada do que falavam. É uma comédia romântica que tem uma mensagem super legal e um final surpreendente.

 

7-      Sociedade dos poetas mortos

Numa escola super conservadora, em que os alunos não podem nem respirar fora da curva, um professor resolve ser diferente. O professor novo de literatura faz os alunos se interessarem mais pela disciplina e quererem mudar mundo em que vivem. O resultado e a mudança em cada aluno é incrível. Esse filme é lindo e emocionante demais.

 

8-      As melhores coisas o mundo

Esse filme é nacional, pouca gente conhece, mas eu assisti na estreia. Isso porque o elenco conta com meu adorado Fiuk. As Melhores Coisas do Mundo conta a história de Mano, um adolescente que além de enfrentar a separação dos pais, sofre bullying e quer aprender a tocar guitarra para impressionar uma garota. A trama também traz Pedro, irmão de mano que sofre de depressão e Carol, melhor amiga de Mano que se apaixona pelo professor. É um filme para te fazer rir, chorar e refletir ao mesmo tempo. Vale muito a pena.

 

9-      El club de los incompreendidos

Esse filme me lembra bastante o item 4 da lista (O clube dos cinco). A circunstância em que os jovens se conhecem é diferente, mas a evolução da relação entre eles é incrível. Um filme sobre amizade, amor, quebra de preconceitos. Ao mesmo tempo fofo e pesado.

 

10-  A Fera

O garoto mais popular da escola é um babaca que se acha no direito de tratar os outros da maneira que quiser. Após ser chamada de bruxa, uma aluna que realmente tem poderes sobrenaturais, joga um feitiço no colega de classe. O popular que sempre foi lindo vira uma criatura horrenda e precisa lidar com isso e quebrar a maldição. É um filme lindo que fala sobre preconceitos e superação.

 

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Você deixou saudades…

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Com nove anos comecei a ouvir Charlie Brown Jr. Eu sempre curti muito a banda e as letras das músicas. Meu pai também gostava e meu irmão mais novo não cresceu diferente. Minha adolescência teve incontáveis momentos dramáticos em que eu me fechava no quarto e botava Charlie Brown no último volume para gritar junto com o Chorão.

Cantar com o Chorão sempre me acalmou. Ele transmitia uma energia tão boa que me ajudava a jogar todas as angústias para o alto e terminar de cantar com o astral bem melhor. Até hoje tenho a sensação de que ele cantava sorrindo. Ele brincava com as letras, se divertia com a música e passava tudo isso na voz. E eu sempre quis sentir essa energia de perto. Devia ser incrível cantar junto com uma multidão enquanto ele comandava tudo de cima do palco.

Em janeiro de 2013, um dia antes do meu aniversário (na verdade na madrugada do dia em que eu fazia 15 anos), houve um show do Charlie Brown Jr. no Rio de Janeiro. Eu queria MUITO ter ido àquele show. Virar meu aniversário sentindo aquela energia, a vibe que só o Chorão conseguia transmitir. Mas, na semana seguinte, era a minha festa de quinze anos. Eu não tinha mais dinheiro para gastar com nada. Ainda assim, meu pai prometeu: “no próximo a gente vai”. E eu me agarrei àquilo, já ansiosa pelo próximo show.

Pouco mais de um mês depois veio a notícia. Num dia em que ninguém esperava, mas do jeito que todo mundo previa. Um dos caras mais talentosos da música brasileira. O cara que cantava sorrindo e me fazia sorrir e chorar com músicas e letras incríveis morreu. Quando me contaram eu não acreditei, e quando vi que era verdade não quis acreditar.

 Demorou para a ficha cair, e eu desmontei quando lembrei que tinha deixado aquele show para a próxima. A energia boa, ele deixou como legado em cada música. Mas o meu sonho de sentir ela de perto é um dos poucos que eu nunca vou poder realizar. Eu deixei para depois, porque não dava naquela vez, e o próximo nunca chegou.

Desde a morte do Chorão, eu tenho fases diferentes para lidar com a falta dele. Há dias em que sinto raiva.  Por que é que um cara desses se mata daquele jeito? Dias em que levo na boa e lamento a tragédia de leve. Só curto a música sentindo aquela energia viva que ele deixou. E tem os dias como hoje.

Hoje eu acordei e coloquei o aplicativo de músicas no aleatório enquanto tomava banho. Ele tocou “Só os loucos sabem” e na hora do “você deixou saudades” eu não sabia o que era banho e o que era lágrima. Tirei do aleatório e o resto do dia foi todinho Charlie Brow. E mesmo com a energia que eu tanto curto, terminei o dia triste. Me lamentei por não ter ido àquele show. Repeti diversas vezes que “não era pra esse cara ter morrido tão cedo”. E aqui estou eu escrevendo sobre ele, sem nenhuma data ou motivo especial.

Pode até ser que dias assim sejam, na verdade, causados pela TPM que me deixa sensível demais… Mas o Chorão ainda me faz uma falta absurda. E, por mais que eu saiba que não tinha mesmo como ir àquele show, sei que nunca vou me perdoar por ter deixado “para a próxima”. Desde esse episódio, tento assistir aos artistas que admiro e fazer as coisas que tenho vontade assim que surge primeira oportunidade. A gente nunca sabe quando vai ser a última vez.

Bruna Paiva

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