O Menino do Pijama Listrado: o Filme X o Livro

menino-pijama-listradoUm de meus gêneros preferidos para leituras e cinema é a Segunda Guerra Mundial, nazismo e as histórias daquela época. Ler sobre esse tema é pedir para se debulhar em lágrimas, eu sei. Mas eu gosto, fazer o quê?

O último livro nessa linha que li foi “O Menino do Pijama Listrado”, publicado no Brasil pela Companhia das Letras. E talvez tenha sido um dos que mais me emocionou na vida. Na história, Bruno é um menino de 8 anos, filho de um Coronel Nazista.

Quando seu pai é promovido e vai tomar conta de um campo de concentração, ele leva toda a família para morar perto de seu novo trabalho. Porém, Bruno não gosta muito da ideia, já que terá que deixar todos os seus amigos para trás. Na nova casa, sem nada para fazer, Bruno resolve bancar o explorador. Até que um dia ele encontra uma cerca.

Do outro lado da cerca, Shumuel, um menino judeu da mesma idade de Bruno vive uma realidade bem diferente, num campo de concentração. Mas nenhum dos dois tem noção da situação pela qual estão passando. Depois do primeiro encontro, os dois viram melhores amigos.

A história é triste e impactante. E o autor, John Boyne, prende o leitor com uma excelente narrativa em terceira pessoa. Não sei se posso dizer que amei o livro, já que, como de costume, acabei em lágrimas. Mas é uma boa leitura pra quem não se importa com finais tristes.

John Boyne é um romancista irlandês e “O menino do Pijama Listrado” é seu livro mais conhecido. Já vendeu mais de 5 milhões de cópias e chegou a ser traduzido para mais de 40 idiomas…

Logo depois que li o livro corri para assistir ao filme inspirado na obra. Precisava visualizar tudo aquilo que tinha lido. E adorei o fato de que, fora poucos detalhes, o filme foi bem fiel ao livro. Trazendo inclusive falas idênticas, como uma das partes que mais mexeu comigo. Durante um diálogo entre os meninos, Bruno confessa a Shummuel que acha injusto ter que ficar sozinho em seu lado da cerca enquanto o amigo vive rodeado de gente.

Acho que a única coisa que o filme romantiza um pouquinho é a relação de Bruno e seu pai. No livro ele é um completo idiota. Enquanto, no filme, é um pai bem mais presente na vida do filho.

Mesmo assim, vale muito a pena ler e assistir a essa história. Só não se esqueçam de preparar uns lencinhos, porque eu garanto que vão precisar…

Bruna Paiva

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