4 clássicos incríveis e rápidos de ler

Muita gente tem preconceito contra os clássicos da literatura. Seja por repetir o velho discurso de que “ler é um saco”, ou por não ter paciência para livros que demandam maior esforço para a leitura. O post de hoje é para desconstruir isso na cabeça de vocês. Ler é incrível, qualquer tipo de leitura, basta que você tenha a mente aberta, disposição e bagagem literária. Pegar um Moby Dick sem nunca ter lido um livro inteiro, realmente, pode não ser uma experiência muito grata.

O legal é começar por um mais tranquilo que te conquiste e faça você perceber que clássicos são incríveis (ou não seriam considerados clássicos, né). Hoje eu trouxe uma lista com 4 clássicos literários que são ótimos e bem rapidinhos de ler, além de terem uma linguagem superacessível.

  • A Revolução dos Bichos – George Orwell

A obra de George Orwell é uma metáfora fundamental para falar de política. Numa narrativa com muita sátira, o autor inglês conta a história de uma granja em que os animais, liderados pelos porcos, se revoltam contra os seres humanos, banindo-os do lugar. A granja passa a ser domínio dos bichos, mas as coisas começam a ficar estranhas quando o sistema de cooperação e direitos iguais para todos os animais começa a falhar. O livro é muito curtinho, mas não tem como ler sem refletir sobre os líderes políticos em ação pelo mundo. E, no momento que vivemos no Brasil, devia ser leitura obrigatória.

 

  • Dom Casmurro – Machado de Assis

Um dos mais famosos clássicos da literatura nacional, Dom Casmurro é uma delícia de ler. Traz a história de um amor adolescente. Bentinho e Capitu são amigos desde a infância e o sentimento deles aumenta com o passar do tempo. Os dois vivem uma linda paixão. Tudo vai muito bem até Bentinho começar a desconfiar da lealdade da esposa. O livro é, ainda hoje, extremamente atual se quisermos falar de ciúmes e relacionamentos sem diálogo. E, convenhamos, no fundo, o Bentinho é completamente louco.

 

  • Frankenstein – Mary Shelley

O maior clássico do horror na literatura é um livro simplesmente delicioso. A base da história todo mundo já conhece: um cientista cria um monstro gigante a partir de matéria morta. Mas Frankenstein vai muito além disso. Com uma escrita sensacional, Mary Shelley discute questões éticas e leva o leitor a uma incrível imersão na história. No fundo, a gente reflete se a criatura tem alguma culpa por ter se tornado um monstro. Victor Frankenstein, o cientista, é na realidade um grande irresponsável e o maior vilão da história. Vale lembrar que Mary tinha 19 anos quando escreveu essa obra prima!

 

 

  • A morte e a morte de Quincas Berro D’água – Jorge Amado

Esse é um livro leve.  Com muito humor, Jorge Amado conta a história da morte de um homem que largou o emprego e a família para viver vadiando pelas ruas da Bahia. Quando ele morre, constrói-se um grande impasse entre a família do morto e os amigos que ele fez na nova vida. Numa sequência de cômicos acontecimentos, cada núcleo da vida de Quincas defende a sua versão do que aconteceu com o morto. Jorge Amado constrói essa novela de forma a envolver o leitor. O resultado é muito divertido e dá para ler em poucas horas.

 

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