Fala sério, mãe: o livro da minha adolescência na tela dos cinemas!

Thalita Rebouças foi figura importantíssima na minha adolescência. Uma das minhas escritoras favoritas daquela fase, por quem eu ainda tenho um carinho imenso e, sim, ainda dou uma leve surtada toda vez que encontro. Meu coração adolescente demais não aguenta.

Eu cresci lendo Thalita e a trajetória dela é uma das que me inspiram nesse sonho de ser escritora. Eu li tanto e com tanto fervor os livros dessa mulher… Era um Fala Sério atrás do outro, filas e mais filas pra conseguir um autógrafo, indicava para todas as amigas, no fundo, só pra ter alguém para conversar sobre as histórias de que eu tanto gostava.

Os livros da Thalita foram tão marcantes que, de um tempo para cá, têm sido adaptados para outros formatos e eu, tiete como sou, vivo correndo atrás de todos. Quando Tudo Por Um Popstar virou peça de teatro, eu era A PRÓPRIA Slavabody Disco Discozete. Fui assistir aquilo diversas vezes, conhecia o elenco e, ai meu Deus, que saudade daquela época… Depois veio “É Fada!”, primeira adaptação para o cinema. O filme tinha um apelo maior pela Kéfera como protagonista, mas eu estava lá muito mais pela empolgação de que finalmente um livro da Thalita estava nas telonas, para essa nova geração também se encantar pelos livros de quem marcou a minha adolescência.

Na última semana eu finalmente fui conferir o mais novo filme, baseado num dos livros que mais me marcou “Fala Sério, mãe”. Fui com a minha mãe, obviamente, e saímos de lá às lágrimas, as duas. O filme protagonizado por Ingrid Guimarães e Larissa Manoela me trouxe aquela nostalgia gostosa daquela história que eu já conhecia. Mas também fez com que eu me enxergasse de tantas formas… Não tem como não se identificar com a relação entre Malu e Angela Cristina. As situações clássicas que toda mãe passa com os filhos, os dilemas que todo filho passa em relação aos pais… No meu caso, até o ídolo da mãe é o mesmo. Morremos de rir com o fanatismo de Angela pelo meu digníssimo sogrão Fábio Jr. já que lá em casa não é muito diferente.

As duas atrizes deram vida às personagens de maneira tão verdadeira e representativa que é impossível não se emocionar. Cheguei ao cinema achando que tenderiam mais para a comédia pastelão, mas conseguiram equilibrar drama e cômico na medida certa. Um filme delicioso, para todas as idades e perfeito para assistir em família. Arrastem suas mães para o cinema, não tem como se arrepender.

Bruna Paiva

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