A DIFÍCIL HORA DE DAR ADEUS À ESCOLA – Video novo no ar!

 Oi gente! Corre lá no nosso canal do You Tube pra conferir vídeo novo! Esta semana falo sobre a hora de deixar de vez a escola e a maluquice que é a gente sentir saudades de lá. O papo é inspirado no texto “Um adeus que eu não quero dar”, escrito por mim em julho de 2015, seis meses antes da minha formatura no ensino médio.
Aproveito pra compartilhar com vocês uma  reportagem sobre o livro Adolescente Demais, publicada no blog literário Overshock. A matéria tá muito fofa. Lá eu falo um pouco sobre minha carreira e sobre o projeto do novo livro. 

Overshock

Quero também convidar todo mundo a  participar do projeto do livro, assinando o canal do YouTube do Adolescente Demais e o livro no formato eletrônico, na plataforma Wattpad. Não se esqueçam de divulgar para os amigos e de deixar a opinião de vocês. É a partir da opinião e participação do público que irei selecionar os textos e temas que farão parte da edição física do livro Adolescente Demais. Obrigada!

Bjs da Bru!

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Um adeus que eu não quero dar

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Odeio dilemas. Não saber o que fazer, o que falar, o que sentir. Entretanto, estou num ano em que um dilema é parte integrante da minha vida. Seis meses. Em seis meses tudo muda. Em seis meses darei adeus a um lugar de que muita gente reclama de ter que frequentar. Você já reclamou, e eu? Prefiro nem comentar… Estou falando da escola.

Aliás, no início deste ano, reclamação era meu nome do meio. Chega uma hora em que escola satura. Ainda mais quando você já sabe o que quer fazer da sua vida. Juro que, em março, a cada aula de química, física e matemática eu tinha vontade de me jogar do prédio.

Mas a ficha caiu. Para falar a verdade, ela despencou. Olhei de um lado para o outro daquele lugar em que passei toda a minha adolescência e percebi que daqui a seis meses vai ser a hora de dar adeus. Pela primeira vez na vida não vi isso com bons olhos. Qual é, quem nunca quis se livrar da escola de uma vez por todas? Eu sempre!

Mas de repente o desejo era o contrário. Apesar de eu ainda querer me jogar pela janela quando os números aparecem no quadro negro, queria que os próximos seis meses, passassem menos rápido do que os seis que já foram. Venho tentando preparar meu psicológico para o último dia de aula. Mas a cada vez que penso que vai acabar, as lembranças vêm e trazem as lágrimas. Sim, sofro por antecipação.

Pode parecer besteira para quem não vê a hora de sair de lá. Mas quem já passou por isso provavelmente me entende. Nunca mais vou ver todas aquelas pessoas reunidas novamente. Vou acordar de manhã e não precisarei do uniforme azul. Não vai mais ter o Seu Zé me dando bom dia, enquanto eu entro com cara de sono pelo portão. O pátio, onde várias das lembranças de minha adolescência vivem, será apenas mais uma recordação.

A fila sufocante da cantina, provavelmente vai ser substituída por vários outros sufocos. Os amigos vão ser vistos com menos frequência e não vai mais ter miniolimpíada. Aquele medo de ir para o SOE se fizesse besteira e as bagunças no intervalo entre as aulas. Nem vou mais ter que reclamar de tantos números e fórmulas.  Ah vai, no fundo era legal quando eu conseguia entender matemática.

A escola é um dos poucos lugares que você frequenta por um tempo e nunca mais pode voltar; não na mesma situação, não no mesmo clima. Sempre debochei das pessoas que diziam “não reclame dela, um dia você vai sentir saudades”, hoje me vejo bem do outro lado da situação. Estou com saudades pelo que nem aconteceu ainda. Esperado que os dois últimos trimestres passem bem devagarzinho para que eu possa me despedir.

É maravilhoso encerrar uma etapa da minha vida. Ao mesmo tempo, vai ser incrivelmente difícil dar um passo a frente e jogar o capelo para o alto sem deixar que as lágrimas de saudade estejam presentes.

Bruna Paiva

 

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Choro, risos e confissões – 1 mês de Adolescente Demais no YouTube!

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Clique na imagem para ver os vídeos do Adolescente Demais no YouTube

Sou tímida, não sei contar piadas, não dou gritinhos de guerra, tenho vergonha da câmera e não estou a fim de pagar mico pra divertir os outros! Essa sempre foi minha defesa para não gravar vídeos, apesar da vontade que também sempre esteve presente. Até que comecei a rever meus conceitos à medida que o projeto do livro Adolescente Demais amadurecia em minha cabeça. E assim, aos poucos, a ideia de usar meus próprios textos para falar sobre experiências e situações que todos vivemos na adolescência começou a fazer sentido para mim.

Não precisaria criar uma personagem, nem inventar roteiros mirabolantes e nem forçar a barra pra me expor em busca de audiência. Seria apenas eu, de cara limpa, abrindo meu coração. E foi assim que, há um mês, o projeto “Adolescente Demais, O Livro” nasceu no YouTube. É claro que antes de ir ao ar, muitos vídeos-teste foram gravados e eu cheguei a pensar em desistir por não gostar de me ver na tela. Mas aos poucos fui relaxando, sentindo-me mais à vontade com o que estava acontecendo e acabei gostando da coisa.

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Uma vez por semana, sento-me em meu quarto, releio um dos milhares de textos que escrevi entre meus 13 e 17 anos e aperto o play da câmera. Conto coisas que ninguém nunca soube sobre minhas inspirações e remexo na memória os momentos que me levaram aos textos. Nada é ensaiado. Deixo os sentimentos aflorarem e simplesmente vou falando. Foi assim que chorei no vídeo “Adeus à Escola”, que dancei no vídeo inspirado pelo texto “Sem olhar pra trás”, que imitei “Carrrie a Estranha” e que, meu Deus, falei da minha primeira paixão não correspondida em “Coração Quebrado”.

Gostaria de aproveitar esse feriado prolongado de Páscoa, quando normalmente as famílias se reúnem, para convidar todo mundo a assistir os vídeos e ler os textos que os inspiraram. Aproveito para agradecer aos que já estão acompanhando no canal do YouTube (onde os vídeos são postados semanalmente) e na minha página do Wattpad (onde além dos vídeos tb são postados os textos que me serviram de inspiração).

Beijos da Bru!

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Obrigada 2014, e que venha 2015!

New year 2015 is coming on the beachEstive um tempo sem postar nada por aqui. Pensei em produzir algum conto de Natal, mas não gosto de escrever nada correndo. Talvez uma retrospectiva com o melhor e o pior do meu ano tivesse sido uma boa. Até fiz, mas quando reli achei que não estava tão legal quanto deveria, preferi não postar.

Mas tenho pensado nos últimos dias e percebi que não posso deixar 2014 ir embora assim. Não dá para não agradecer ou não me despedir decentemente de um dos melhores anos da minha vida. É clichê, todo mundo faz, lugar comum, chame como quiser. Eu sei que é, mas quem nunca foi?

Um ano em que estive com todos os meus ídolos. E bom, vocês sabem o significado que isso tem para mim, não? Encontrei os meninos da Restart bem no início do ano e encarnei a fã maluca que existe aqui dentro. Seguindo a van pelas ruas do Rio de Janeiro no maior estilo “siga aquele carro”.

Joe Jonas! Meu primeiro ídolo. Aquele que eu sempre tive o sonho “impossível” de conhecer e tirar uma foto que fosse. Mas, como dizia o rei Chorão, o impossível é só questão de opinião. Foram horas cansativas na porta de um hotel e um show de paciência dos meus pais, mas no fim eu realizei meu sonho.

O Fiuk foi bem no final do ano no show do projeto Jovens Tardes da Rede Globo. Como 2014 estava conspirando a meu favor, fui sorteada para entrar no camarim e matar a saudade do ídolo que eu não via há quase 3 anos.  E claro, teve o Christian Villegas, na remontagem de Tudo Por Um Popstar. Lógico que eu estava lá pra prestigiar e abraçar meu ídolo…

Um ano de conquistas. Blog reconhecido, convites para escrever para outro site, matérias em jornais e blogs literários… Fiz minha primeira publicação! O evento do Livros em Pauta foi maravilhoso, conheci muita gente legal…

Lancei Um Diário Para Alice e mais uma vez tive muito reconhecimento por aqui. Participei de uma feira literária como autora e foi uma das melhores experiências…

Em 2014 teve muita dança, teve teatro, teve amor, amizades novas, amizades antigas, teve saudade, teve desamor, teve loucura, teve festa, comemoração, brigas, reconciliação, teve despedidas, teve “eu voltei”, teve amor de novo. Teve gente que eu reencontrei, gente que eu conheci e quero levar pra vida toda, teve muita Selfie, momentos mágicos, momentos horríveis, choro, riso, sonhos realizados, teve emoção, teve histeria, teve surpresa, teve a melhor turma de todos os tempos…

2014 foi o ano da 2B, foi o ano da bagunça, da zoeira, ano de ganhar a mostra de dança, de celebrar a amizade, dar trabalho pros professores (foi mal aí, mestres, mas a 2B foi demais!). Ano que, cá entre nós, vai deixar saudades pra caramba. Já deixou, né?

Um ano em que eu percebi que o que mais importa nessa vida é ser feliz porque é a única coisa que a gente leva daqui. Se te faz mal, não insista! Só precisamos daquilo que nos faz bem…

Eu não me lembro de ter tido um ano tão intenso, cheio de todos os tipos de emoções e acontecimentos. E agora que acabou eu sei que posso olhar pra trás e dizer que 2014 foi um dos melhores anos da minha vida.

Não digo O melhor porque nunca se sabe o dia de amanhã. Afinal, 2015 está aí e eu sei que só depende de mim fazer com que ele seja O ano da minha vida…  E tem tudo pra ser. Último ano na escola, ano de realizar sonhos, prestar vestibular a sério, trabalhar muuuuito e principalmente: ser MUITO feliz!

Obrigada 2014, por tudo o que eu vivi. E 2015, seja intensamente, absurdamente e infinitamente bem-vindo.

Bruna Paiva

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