Um bolero

Um bolero. Em meio ao vai e vem desenfreado, um clássico bolero latino invade os ouvidos de quem entra, senta e espera a próxima parada. Um bolero apaixonado, lento, sentido do fundo da alma de quem toca e canta. E da senhora ao lado da porta.

Uma idosa distinta, bem arrumada, bem penteada, bem pintada. Sentada sozinha no banco destinado a quem tem prioridade por já ter vivido tanto. Os olhos vidrados no músico, do outro lado do vagão. Os ombros deixando-se levar pelas notas; tão discretamente que poucos distinguiriam a dança do sacolejo da viagem. Um e dois e um e dois. Os lábios acompanhando, silenciosamente, a ardorosa letra enquanto os olhos, marejados, por vezes se fecham absortos.

O salão. O chão riscado com os sapatos. O amor ardente transmitido em tantas danças, durante tanto da vida. A cada sexta-feira à noite, o baile tão esperado por toda a semana do casal. A quebra rotineira da rotina de uma vida simples, difícil, mas sempre celebrada, sempre dançada. A paixão compartilhada que por tantas vezes salvou o amor também dividido. E que nunca mais fora a mesma; que nunca mais viria a ser.

A dança que era um terceiro elemento no casamento tão sonhado, e tão bem vivido graças àquelas sextas-feiras. A dança que era regra em cada festa de família, aniversário e domingo a tarde na sala de casa. Que encantou os filhos, os netos e quase conseguiu ser apresentada aos bisnetos. A dança que selava o pacto renovado a cada nova música, por tanto tempo que às vezes a memória já falha. A dança que a fazia sentir que a idade não existe, que o amor verdadeiro se lembra ainda do perfume sentido no primeiro abraço. A dança de que tanto sentia falta desde a partida de seu grande amor.

A saudade de toda uma vida contida em três minutos de bolero. A lembrança de toda a felicidade compartilhada e ainda hoje vivida ao lado dos frutos daquele amor. O peito apertado pela dor de se despedir mais uma vez de quem sonhou e viveu ao seu lado. O luto duplo revivido, mas não lamentado.

Uma nota pescada na carteira recompensa o músico pela oportunidade de reviver alguns minutos de uma vida tão gostosa. A viagem segue com a certeza de que a vida merece ser vivida intensamente até o fim. E, depois dele, quem sabe voltemos a dançar…

 

Bruna Paiva

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“De Volta ao Carnaval”: Capítulo 4 no ar!

Olá, pessoal!

Acabou de entrar no ar o Capítulo 4 do meu novo conto “De Volta ao Carnaval” lá no Wattpad. 

E não é que o carnaval desse ano pregou uma peça nos nossos personagens? No capítulo de hoje tem muita tensão com um assalto no meio do bloco. O episódio vai deixar sequelas em Bruno…

Para conferir esse capítulo, é só clicar AQUI!

“De Volta ao Carnaval” é um spin off do meu conto de Carnaval de 2018: “Enquanto o Carnaval Durar”. A sinopse do novo conto, você pode conferir a seguir:

Encontros de carnaval tem que ficar em fevereiro? E se o sentimento continuar depois do fim da folia? Quando vale a pena deixar o orgulho de lado e se entregar ao amor? Yara e Bruno se conheceram no carnaval do ano passado. Se esbarram em um bloco nas ruas do Rio de Janeiro e o que era para ser uma aventura sem compromisso quase virou namoro. Os joguinhos de desinteresse acabaram afastando o casal, que nunca conversou sobre o que aconteceu.

O problema é que a melhor amiga de Yara também estava naquele carnaval. E acabou engrenando um namoro sério com o melhor amigo de Bruno. Agora, um ano depois, em um novo carnaval, Yara e Bruno estão prestes a se reencontrar. Mas será que eles estão prontos para isso? “De Volta ao Carnaval” é um conto em sete capítulos que se passa pelas ruas e blocos do carnaval carioca. Em meio a muita fantasia, festa e curtição, Yara e Bruno vão precisar escolher entre orgulho e amor.

 

Gostou? Então corre no Wattpad para não perder nadinha!

Espero vocês!

Beijos e até o capítulo de amanhã!

Bruna Paiva

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“De volta ao Carnaval”: meu novo conto no Wattpad!

 

Olá, pessoal!

Hoje eu vim aqui trazer uma novidade deliciosa para vocês!

O conto de carnaval que eu coloquei no Wattpad em 2018 foi um sucesso! Vocês adoraram a história de Aline e Diego e pediram muito uma continuação. Pediram tanto que eu resolvi atender. É isso mesmo! Vou lançar um spin off de “Enquanto o Carnaval Durar”!

“De volta ao Carnaval” vai trazer, dessa vez, a história de Yara e Bruno, amigos de Aline e Diego que também se conheceram naquele carnaval. No início, bem diferente de Aline e Diego, Bruno e Yara se relacionaram sem a menor enrolação. Mas depois, apesar de seus melhores amigos terem assumido um namoro, Yara e Bruno não souberam lidar com os próprios sentimentos. Os joguinhos de desinteresse acabaram afastando o casal, que nunca conversou sobre o que aconteceu.

Um ano depois, o carnaval está de volta e a tensão entre os dois é visível. A amizade de Yara e Aline vai ser fundamental para que os dois se reaproximem. Em meio a muita festa, fantasia e caos pelas ruas do Rio de Janeiro, Yara e Bruno vão precisar lidar com todo o sentimento que ainda têm um pelo outro, apesar do orgulho.

A história de Yara e Bruno será postada em 7 capítulos, todos os dias, entre 7 e 13 de fevereiro!

Para não perder nenhum capítulo, clique aqui para adicionar “De Volta ao Carnaval” à sua biblioteca do Wattpad, e fique atento aos avisos aqui no blog e nas minhas redes sociais! Vou avisar toda vez que o capítulo novo sair!

Segue lá para não perder nadinha:

Wattpad: @Bruna-Paiva

Instagram: @brunapaivac ou @ademaisblog

Twitter: @brupaivac

Facebook: Adolescente Demais

E, claro, enquanto “De volta ao Carnaval” não começa, corram lá no Wattpad para reler, ou conhecer, “Enquanto o Carnaval Durar” também!

Beijos e espero vocês!

Bruna Paiva

 

 

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A última vez

Quando me sentei naquele viaduto, não achei que fosse realmente pular. É verdade que o ambiente só me permitia pensar naquilo. Sempre foi assim. Pontes, montanhas, passarelas, prédios altos, toda vez a mesma divagação: morrer é fácil se eu pular daqui.

Pensar em morrer era tão frequente quanto sentir fome. E involuntário. Sem que eu me desse conta, lá estava a ideia novamente. Uma tendência suicida que nunca entendi bem. Mas também nunca fui capaz de controlar. Ainda assim não imaginava que algum dia realmente cederia.

Sentei no viaduto da rua de trás da minha casa cansada da vida, é verdade. Mas não era a primeira vez. Pelo menos um dia por quinzena e, nos últimos tempos, a cada semana, eu seguia a mesma rotina. Às sete da noite, depois da escola, antes de voltar para casa, eu parava por ali. Sempre do mesmo jeito: coração apertado, angústia corroendo de dentro pra fora, começando no estômago, misturada com a fome, e então fervendo o sangue e girando a cabeça. Enjoada, tonta, impaciente, sem a menor urgência de continuar vivendo.

Entretanto, eu sempre voltava pra casa. Recolhia a mochila, limpava o rosto, respirava fundo e voltava para casa. Especialista em me recompor depois do choro compulsivo, ninguém percebia um vestígio da crise tão recente. Levantava como se nada ali fosse fora do normal (e era?).

Talvez eu nunca tenha chegado a me levar a sério. Sempre imaginei um suicida como alguém fora de suas faculdades, alguém completamente transtornado, fora de si. Mas eu estava sóbria. Tinha completa noção do que acontecia, das coisas que passavam na minha cabeça, nunca estive tão consciente. Na minha lógica, isso tirava toda a credibilidade das ideias destrutivas em minha mente. E se eu mesma desconsiderava o que sentia, como exigir dos outros qualquer tipo de compreensão?

A acusação de “drama” de fato me convencia. “Existem problemas de verdade no mundo”, eu pensava, ecoando o que já me fora dito. E cada vez mais cansada eu voltava para a rotina condenando cada sofrimento, sabotando cada parte de mim. Colocava os outros como prioridade e diminuía as minhas próprias dores tendo a certeza de que eu aguentava, afinal, eu sempre aguentei.

No fim de mais uma semana comum, lá estava eu novamente; as pernas balançando num dos viadutos mais altos da cidade, os olhos tão molhados que só enxergavam as luzes correndo na pista lá embaixo. Toda disposição corroída pela dor acumulada. Um vazio profundo preenchendo todo meu espaço interno. Uma falta de vida apenas existindo num corpo inerte. Talvez antes me faltasse coragem por ainda existir alguma força pulsando de dentro pra fora. Esperança? Um vestígio dela, quem sabe… Dessa vez o corpo foi mais forte, a angústia falou mais alto, o peso finalmente me deixou cair.

Bruna Paiva

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Nossas Vidas

Coloco os pés no salão e o nervosismo toma meu corpo. Nunca sonhei com um casamento tradicional. Mas, quando ele propôs, me descobri louca por um vestido branco e a cerimônia pomposa. Meu pai me dá o braço e, em silêncio, agradeço pela sacudida que deu em minha vida. Não fosse a insistência em se mudar para o interior, nunca teríamos travado aquela briga e eu não teria saído de casa aos prantos para pedir abrigo temporário no apartamento do meu amigo.

Aperto as flores em minhas mãos e me lembro de nosso primeiro beijo. Na faculdade, sem a menor pretensão de relacionamento. Sem ter ideia da amizade que surgiria. Sem imaginar que seis anos depois, formados, por um tropeço da vida nossos corpos se reencontrariam.

Fecho os olhos e respiro fundo. Oito anos de amizade, dois namorando. Uma procura de apartamento interrompida por um “mora aqui comigo”. Um quarto de hóspedes abandonado por um “dorme aqui comigo”. O futuro iniciado por um “casa, então, comigo”.

A porta se abre e ele está no fim do corredor. Lindo. Eu sorrio, chorando. Quem diria? Solto o ar pela boca enquanto na cabeça passa cada crise amparada, cada vinho em fim de tarde, cada briga superada, cada beijo na boca. Cada silêncio compartilhado e cada filme que eu vi pela metade porque dormi no meio enquanto ele me fazia carinho; as pequenas delícias de morar com o único cara com quem me imagino.

Quatro passos, estou tremendo. Vejo nossos amigos e lembro do fatídico churrasco. Era copa do mundo. Morava com ele há seis meses, dormíamos juntos há quatro. Em segredo. Ele me deu a mão quando saímos do carro e eu entrelacei nossos dedos. Um acordo tácito. “Vocês estão juntos?” “Sim”, respondemos pela primeira vez com certo frio na barriga e sem saber no que ia dar.

A sobrinha dele vai na minha frente, espalhando pétalas pelo caminho e me vem a lembrança da família dele comemorando a notícia. “Eu sempre soube que vocês ficariam juntos no final”, minha cunhada falou.

Já não sei mais quanto andei, mas o corredor parece infinito. Nossos professores estão ali. Só os preferidos. Só os que viraram amigos. Todos testemunhas do início daquela história. Volto a olhar para ele. Está chorando, e sorrindo. Aquele sorriso… me hipnotizou desde o primeiro dia, embora eu tenha guardado para mim.

“Se você parar pra pensar, a gente já é praticamente casado”, ele disse cozinhando enquanto eu fazia minhas unhas. “Mas e então, quer?” Borrei o esmalte, mas quis. Quero. Finalmente chego e lhe dou um abraço.

O próximo “sim” não vai mudar nossas vidas. Amanhã é apenas um dia normal. Acordaremos juntos, ele primeiro, eu com o cheiro do café. Dormiremos abraçados, eu primeiro como manda meu cansaço.

Muda um papel assinado e o dedo do anel. De resto, eu não quero mesmo que mude nada.

 

Bruna Paiva

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Join the black parade

Finalmente sentou-se. A senhora que se oferecera para segurar sua mochila desceria no próximo ponto e cedeu o lugar. Sorriu agradecida, era a cadeira alta. Mania de infância que se dava o luxo de conservar aos 23.

Sentada, se apressou em espetar o fone de ouvido, já arrumado por dentro da blusa, no celular e enfiar o aparelho de volta ao fundo da mochila depois de dar play. Encostou a cabeça e respirou fundo fechando os olhos por um momento. As primeiras notas já a levaram para longe dali. When I was a young boy / My father took me into the city/ To see a marching band. Sorriu com o coração aquecido pela grata escolha da ordem aleatória.

A via expressa, vista pela janela, naquele dia frio, parecia se colorir em melancolia. O cara de verde sentado a seu lado era um borrão. Os outros passageiros, nem isso. A música estava tão alta quanto possível e os ouvidos até reclamavam, mas o sangue pulsava no ritmo que escutava.  One day I’ll leave you/ a phanton to lead you in the summer/ to join the black parade.

Parou o ônibus no ponto. Sobe, desce, roda roleta, dança das cadeiras. Gente pedindo licença, colocando as mochilas na frente dos corpos. Son when you grow up would you be the savior of the broken? Voltou a andar o ônibus, devagar saindo do ponto e então mais rápido, de volta à velocidade da via.

Há certo movimento no fundo. Todos se viram para olhar. Caras assustadas, crianças chorando, passageiros revirando as próprias bolsas. Sometimes I get the feeling she’s watching over me.

Três homens armados, gritando, batendo nas cadeiras, fazendo alarde. Ela não os escuta, mas balança a cabeça no ritmo da música. And through it all, the rise and fall, the bodies in the street. Os homens andam até a frente do ônibus. Donos da cena. Armas apontadas e batendo nos balaústres. We’ll carry on, we’ll carry on.

Pertences recolhidos. A mochila passando como um chapéu de artista depois do show. Terror. Your memory will carry on. Gente encolhida, batendo nas janelas. Do lado de fora, a via expressa mais melancólica que nunca. Dentro do ônibus, a realidade destacada apresentava o caos completo. Your misery and hate will kill us all. Ela toca bateria no ar. A histeria coletiva aumenta. Há pânico, gritos. Ela assiste a tudo como um filme mudo. We’ll carry on/ And though you’re dead and gone, believe me.

Chega sua vez. A mochila estendida. O assaltante de cara fechada, a todo custo transmitindo o ódio que trazia no olhar. Tensão. Ela balança a cabeça olhando para frente. Disappointed faces of your peers, oh, oh, oh. O cara ao lado entrega tudo e a encara. Take a look at me cause I could not care at all.

Como é que é? Sacode a mochila. Do or die, you’ll never make me.  Ela o encara se sacudindo no ritmo da música. You can try, you’ll never break me.

O homem se irrita, grita para o outro, que se aproxima. Qual foi? Won’t explain or say I’m sorry. Ela sacode o cabelo. Ele se irrita e chama o terceiro, que chega agressivo, empurrando o braço dela com a arma. Give a cheer for all the broken. Nem sinal de entregar o telefone. Tá maluca? Just a boy who had to sing this song.

Ele atira na janela, gritando. Vidro estilhaçado. Gritaria generalizada. Ela não se move. A arma apontada em sua direção. I’m just a man, I’m not a hero. O cano frio na testa, esquentando a pele de terror. Ela fecha os olhos enquanto sente o gosto amargo do medo. O assaltante invocado falando sem que ela escutasse. I. Don’t. Care. Gatilho puxado. Entendeu sua sentença. Mas morreria ouvindo a música preferida.

WE’LL CARRY ON, CARRY ON…

Bruna Paiva

 

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Recorte

Acordo com o calor que me atravessa na cama. Abro os olhos e o sol que, pela pequena fresta da cortina, invade o quarto me sorri irônico. Uma quase confissão do frio cálculo pro temporal de ontem a noite.

Apesar da luz que aquece minha pele nua, o contato com a dele me arrepia. Me aconchego devagar: passo um braço por cima de suas costelas, uma perna por cima do quadril e a cabeça encaixada entre seu ombro e seu pescoço.

Ele me abraça com firmeza enquanto respiro fundo. Sinto cada milímetro daquele misto de saudade com a melancolia de saber que não devia estar ali.

Ele percorre de leve, com os dedos, o caminho entre o fim da minha cintura e o início da minha nuca. Me arrepio. O sol me esquenta. O instante perdura.

 

Bruna Paiva

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“Enquanto o carnaval durar”: ÚLTIMO CAPÍTULO NO AR!

É chegado o fim do nosso especial de carnaval! O último capítulo de “Enquanto o carnaval durar” já está no ar, lá no Wattpad. Corre lá para conferir o desfecho da história de Aline e Diego! No capítulo de ontem, Aline e Yara foram à festa oferecida pelos meninos. As coisas ficaram quentes entre Aline e Diego. Quer saber o que rolou? Como Aline vai lidar com tudo? Então corre lá no Wattpad, tá esperando o quê?!

Não sabe do que eu estou falando?

Começou no sábado de carnaval o conto “Enquanto o carnaval durar”. Uma história especial de Carnaval contada em 5 capítulos, até hoje, a quarta-feira de cinzas. Mas CALMA(!) ainda dá tempo de correr atrás do prejuízo e ler tudinho lá no Wattpad.

“Enquanto o carnaval durar” é narrado por Aline, uma estudante de moda que, depois de muito se decepcionar com as experiências amorosas da vida, está vivendo uma fase de desapego. Ela não tem um histórico amoroso divertido e prefere não se envolver com ninguém para evitar novas desilusões. Aline decide curtir o carnaval junto com Yara, sua melhor amiga. As duas vestem suas fantasias e, com muito glitter, aproveitam a festa pelas ruas do Rio de Janeiro. O que Aline não imagina é que talvez o amor de que ela tanto se esquiva peça uma chance justamente no carnaval. Ela fica num dilema entre o medo de acabar se decepcionando e sofrendo mais uma vez e a vontade de se entregar e ficar com Diego.

Não esqueçam de recomendar aos amigos e deixar seus comentários por lá!

Beijos

Bruna Paiva

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“Enquanto o carnaval durar”: QUARTO CAPÍTULO NO AR!

O penúltimo capítulo de “Enquanto o carnaval durar” acabou de entrar no Wattpad. No capítulo de ontem, Aline, Yara, Diego, Bruno e Cauã curtiram o bloco em Ipanema até as coisas ficarem tensas. Teve pegação, curtição, mas também teve assédio e insegurança. O capítulo terminou com Diego e Bruno levando as meninas em casa. Hoje tem festa. O que vai acontecer lá, você só vai saber se correr agora para ler o novo capítulo!

E você? Não começou a ler ainda? Corre lá que ainda dá tempo de conferir e não perder nenhum capítulo. Adicionem às suas listas de leituras no Wattpad!

Não sabe do que eu estou falando?

Começou no sábado de carnaval o conto “Enquanto o carnaval durar”. Uma história especial de Carnaval que vai ser contada em 5 capítulos, até a quarta-feira de cinzas (AMANHÃ!).

“Enquanto o carnaval durar” é narrado por Aline, uma estudante de moda que, depois de muito se decepcionar com as experiências amorosas da vida, está vivendo uma fase de desapego. Ela não tem um histórico amoroso divertido e prefere não se envolver com ninguém para evitar novas desilusões. Aline decide curtir o carnaval junto com Yara, sua melhor amiga. As duas vestem suas fantasias e, com muito glitter, aproveitam a festa pelas ruas do Rio de Janeiro. O que Aline não imagina é que talvez o amor de que ela tanto se esquiva peça uma chance justamente no carnaval. Ela fica num dilema entre o medo de acabar se decepcionando e sofrendo mais uma vez e a vontade de se entregar e ficar com Diego.

Não esqueçam de indicar o conto para os amigos e deixar seus comentários por lá! Espero vocês no Wattpad!

Beijos

Bruna Paiva

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“Enquanto o carnaval durar”: TERCEIRO CAPÍTULO NO AR!

O terceiro capítulo de “Enquanto o carnaval durar” já está postado no Wattpad. No capítulo de ontem, Aline e Yara foram para um bloco na Gávea e acabaram esbarrando mais uma vez em Diego e seus amigos. Almoçaram juntos e acabaram resolvendo ir juntos até outro bloco em Ipanema. Aline está meio contrariada e evitando Diego a todo custo. O que o novo capítulo trará para a estudante de moda?

E você? Não começou a ler ainda? Corre lá para conferir e já adiciona à sua lista de leituras no Wattpad para não perder nenhum capítulo.

Não sabe do que eu estou falando?

Começou no sábado de carnaval o conto “Enquanto o carnaval durar”. Uma história especial de Carnaval que vai ser contada em 5 capítulos, até a quarta-feira de cinzas.

“Enquanto o carnaval durar” é narrado por Aline, uma estudante de moda que, depois de muito se decepcionar com as experiências amorosas da vida, está vivendo uma fase de desapego. Ela não tem um histórico amoroso divertido e prefere não se envolver com ninguém para evitar novas desilusões. Aline decide curtir o carnaval junto com Yara, sua melhor amiga. As duas vestem suas fantasias e, com muito glitter, aproveitam a festa pelas ruas do Rio de Janeiro. O que Aline não imagina é que talvez o amor de que ela tanto se esquiva peça uma chance justamente no carnaval. Ela fica num dilema entre o medo de acabar se decepcionando e sofrendo mais uma vez e a vontade de se entregar e ficar com Diego.

Não deixe de acompanhar, indicar para os amigos e deixar seus comentários por lá! Espero vocês no Wattpad!

Beijos

Bruna Paiva

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