7 filmes inspiradores na Netflix

Oi, gente! No post de hoje eu trouxe 7 filmes com histórias inspiradoras. São filmes incríveis e não tem como não se emocionar. E, o melhor, estão todos disponíveis na Netflix!

 

  • Forrest Gump

Nesse clássico dos anos 90, Tom Hanks interpreta um homem de raciocínio lento que, mesmo com todas as suas dificuldades e inocência para entender o mundo, nunca se deixou abater por aqueles que o diminuíam. Forrest termina a escola, faz faculdade, vira atleta olímpico, luta na Guerra e até vira empresário. É impossível não se emocionar com o jeito infantil de Forrest.

 

  • 8 Miles

Jimmy é um rapper branco que sofre certo preconceito na periferia de Detroit. O garoto tem o sonho de se tornar rapper profissional, mas em seu caminho a mãe alcóolatra, a irmã pequena, o preconceito e as guerras de gangs são sempre obstáculos. Apesar disso tudo, o rapper não se deixa abater e vai competir no concurso de rimas do bairro vizinho para tentar o título. Quem faz o papel principal é o Eminem e o filme é incrível!

 

  • Escritores da liberdade

Uma professora de inglês se vê num impasse quando  precisa lidar com uma  turma cheia de preconceitos e guerras internas. Ela então decide forçar os alunos a escreverem diários expressando as coisas que sentiam e viviam, inspirados pelo diário de Anne Frank.

 

  • Onde mora o coração

Uma adolescente é abandonada grávida pelo namorado no estacionamento de um Wal-Mart numa cidade que não conhece. Ela consegue viver escondida dentro do supermercado até o fim da gestação, mas, depois de descoberta, é incrível a forma com que ela consegue levantar sua vida e criar a filha. O filme é muito bonitinho e  a força dessa mulher é admirável.

 

  • A vida é bela

Um pai é levado com seu filho pequeno a um campo de concentração e faz a criança acreditar numa fantasia enorme para que o menino não sofra com a realidade da Guerra. Que filme maravilhoso! Vencedor do Oscar de filme estrangeiro em 1997, A vida é bela é um dos filmes mais emocionantes sobre o Holocausto. E, ainda assim, consegue ser leve.

 

  • Na natureza selvagem

Um garoto recém-formado decide largar tudo, inclusive a família, para se dedicar a aventura que sempre foi seu sonho: ir sozinho até o Alasca e viver sem dinheiro ou tecnologia. A história real de Christopher McCandless é triste, porém emocionante e inspiradora.

 

  • Lion

Eu sou completamente apaixonada por esse filme, e acho que já até indiquei aqui no blog. Lion conta a história real de um menino indiano que se perdeu da família aos  5 anos e acabou adotado por um casal australiano. 25 anos depois, ele resolve procurar a família biológica usando as poucas lembranças que tem daquela época e o Google Maps. É uma história maravilhosa.

 

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Loco Love: Uma tragédia Shakespeariana em pleno Arizona

 

Sabe quando você começa a assistir a um filme sem esperar muita coisa e acaba se surpreendendo? Foi exatamente o que aconteceu comigo quando assisti a Loco Love, recém adicionado ao catálogo da Netflix. Eu só queria assistir a alguma coisa aleatória enquanto fazia a unha. Mas acabei gostando do que via.

Um romance bem ao estilo Romeu e Julieta é a principal trama do filme. Gavin é o típico adolescente americano de classe média alta. Marisol também é americana, mas vem de família mexicana e vive na comunidade latina. O problema é que existe um impasse entre latinos e americanos no Arizona já que, devido à imigração ilegal, a mão de obra latina é mais barata e isso acaba gerando desemprego entre os americanos.

O filme traz uma importante reflexão sobre preconceito e intolerância. O pai de Gavin é radicalmente contra a entrada de latinos no país e chega a se filiar a um grupo clandestino de extermínio aos imigrantes ilegais. Ele odeia latinos antes do primeiro “olá”.  Parte da comunidade de Marisol também não suporta americanos. A discriminação vem de ambos os lados e isso fica claro desde o início da história.

Por mais estranho que isso soe, o que eu achei mais interessante no filme é que (SPOILER!) ele não tem um final feliz. É trágico. E expõe sem o menor pudor quais são as reais consequências de intolerância e “justiça” com as próprias mãos. Ninguém acaba bem na história. Disseminar ódio em vez de tentar encontrar soluções para o problema é justamente o que destrói as pessoas.

Apesar de ser um filme mexicano independente e sem muita divulgação, Loco Love toca em questões extremamente importantes e fundamentais para discutirmos a situação tenebrosa em que se encontra o mundo justamente por preconceito e fundamentalismo. A situação México X EUA é reproduzida em diversos países da Europa e, recentemente, num caso registrado em Copacabana. Além, é claro, das últimas manifestações assustadoramente nazistas nos Estados Unidos.

O preconceito, xenofobia e intolerância são problemas reais e que precisam ser, cada vez mais, discutidos e levados a sério. Loco Love faz isso e faz questão de expor o problema sem frescura. Ele grita “estão vendo a que leva tanto esforço para discriminar as pessoas? É a isso que leva: Morte, tristeza e sofrimento.”

Bruna Paiva

 

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