Bienal de São Paulo 2022 – Saiba como me encontrar!

Oi, gente!

Passando para contar para vocês essa novidade que já está me fazendo roer as unhas!!!

No próximo sábado, 02/07, começa a Bienal do Livro de São Paulo e eu estarei por lá com o meu livro. Vai ser minha primeira vez nessa feira e meu primeiro grande evento pós pandemia. Eu adoro São Paulo e tô muito feliz de poder participar da Bienal! Estou doida pra conhecer leitoras paulistas e autografar livrinhos!

COMO ME ENCONTRAR?

Estarei com Um Diário para Alice à venda no estande da Ps.:Edições (Estande G128) durante todos os dias da feira, que vai até o dia 10/07.

Minha sessão de autógrafos vai ser no dia 3 de julho (domingo), às 18h45. Quem quiser passar pra me dar um abraço, tirar uma foto, ganhar brindes e um autógrafo, além de bater um papinho, vai ser recebido com muito amor!!

Também estarei na feira nos dias 2 e 4 de julho. Sempre nos arredores do estande da Ps.:Edições e também passeando pq não sou boba! Pra me encontrar é só dar um alô por qualquer rede social que a gente combina!

Me sigam em todas as redes sociais para não perder nada do que eu mostrar por lá!

UM DIÁRIO PARA ALICE

Um Diário Para Alice é um livro multimídia! Ele conta a história de uma amizade que supera a barreira da morte.

Depois que Alice e Bianca, melhores amigas desde que nasceram, sofrem juntas um acidente que custa a vida de Alice, Bianca perde o chão. A família da menina decide recomeçar a vida em outra cidade, mas Bianca não quer deixar a amiga para trás.

É quando ela decide gravar vídeos em formato de um diário para Alice. Na cidade nova, Alice fica sabendo do novo grupo com quem Bianca tem andado e o menino misterioso com quem ela se envolve. Apesar do medo de voltar a viver, Bianca se apoia no Diário Para Alice para conseguir se permitir ser feliz…

Os vídeos foram gravados por uma atriz e, por meio de QR Vocês, você pode assistir a todos eles durante a leitura!

Assista ao booktrailer:

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PEQUENA COREOGRAFIA DO ADEUS – RESENHA

Fazia muito tempo que eu queria ler alguma coisa da Aline Bei. Ganhei Pequena Coreografia do Adeus de Natal e ele ficou aqui na estante esperando eu dar uma chance. Foi a leitura de Tudo é Rio, da Carla Madeira, que me fez querer seguir na linha de leitura de uma autora nacional que eu sabia que seria arrebatadora. E foi…

Pequena Coreografia do Adeus começou me surpreendendo porque eu não fazia ideia de que seria um romance em versos. A forma inovadora do livro já me deixou interessada logo de cara. E a escolha por contar a história em versos deixa ainda mais visceral a narrativa.

O livro traz uma história de abandono parental, o que nem sempre significa um abandono físico. É possível abandonar um filho ainda que se esteja ali, todos os dias, de corpo presente. E é um pouco essa a questão que mais choca e gera aquele incômodo próprio da literatura.  

Júlia é uma mulher que cresceu num ambiente hostil em que os pais se odiavam e as brigas eram frequentes. A infância de Júlia foi cheia dos traumas que se apequenar para caber na realidade dos outros e não ser um fardo dentro de casa causa numa criança. E ela chega na vida adulta assim, destroçada, tentando juntar seus pedaços e conseguir finalmente entender o que quer da própria vida. Ao mesmo tempo, a família, mesmo que longe e fragmentada, ainda é um drama que vive dentro e fora de Júlia, que não sabe bem como conviver em paz com eles e nem como viver sem…

O livro tem dois momentos: a infância de Júlia e o tempo presente, no início de sua vida adulta. É um desses livros que não tem exatamente uma linha narrativa que te leva a algum lugar, mas definitivamente te carrega a cada página encrustando a vivência da personagem na sua pele até que você se envolva o bastante para não conseguir largar o livro.

Não é um livro leve. É uma história cheia de nuances e dramas familiares que podem te fazer repensar toda a maneira como suas relações são construídas. Exatamente o tipo de livro que tem sido o que mais gosto de ler ultimamente. Um equilíbrio perfeito entre o desgraçamento de cabeça e literatura que me lembra por que eu gosto de ler.

Meu livro está cheio de marcações e deixou meu sarrafo tão alto que a leitura que comecei em seguida perdeu um pouco da graça. É muito gratificante ver autoras brasileiras contemporâneas fazendo uma literatura tão intensa e primorosa. Dá orgulho da literatura nacional e vocês sabem que eu sou uma entusiasta do que a gente produz aqui no mercado editorial brasileiro.

 Pequena Coreografia do Adeus é um livro que com certeza entrou para a lista dos meus favoritos do ano e eu amei conhecer o trabalho da Aline Bei. O outro romance da autora já está no meu radar.

Se você gosta de drama e de livros que vão te deixar em posição fetal encarando o teto por horas, tentando entender pra onde está levando sua própria vida, “Pequena Coreografia do Adeus” é pra você.

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Resenha: Tudo é Rio, uma correnteza que me levou com tudo

Eu amo quando um livro me prende do início ao fim. Quando já na primeira página eu sou completamente capturada por aquela narrativa. Dá vontade de sentar que nem criança ansiosa e ficar ouvindo tudo o que aqueles personagens têm para me oferecer.

Foi exatamente isso que aconteceu quando eu li “Tudo é Rio” da Carla Madeira, esse livro que é um dos queridinhos nacionais de 2022. Uma pessoa me indicou quando eu abri caixinha de perguntas no Instagram e depois eu vi a Pam Gonçalves falando sobre o quanto ela tinha amado o livro. Resolvi comprar e QUE LIVRÃO! Já é um dos meus favoritos do ano com toda a certeza. E já na primeira página ele me conquistou com essa citação:

“Quer vida mais fácil que a minha, uma puta que gosta de dar? Para toda a cidade isso era uma provocação sem tamanho, qualquer pessoa de bem tolera as putas, com a condição de sentir pena delas. Lucy, dona demais de si mesma, privava as mulheres de família do exercício da compaixão”

“Tudo é Rio” é uma narrativa que se passa numa cidade pequena, em algum lugar de um passado não muito distante, mas que não é definido no livro. Me lembrou a aura de “A vida invisível de Eurídice Gusmão”, que passa lá pelos anos 40, 50…

O livro traz 3 personagens principais. A Lucy, a puta mais famosa e mais disputada da cidade, é a primeira que a gente conhece. E é ela também que nos apresenta os outros dois protagonistas: o Venâncio e a Dalva, um casal que teve a vida perfeita arruinada por uma tragédia causada pelo ciúme de Venâncio.

Esse casal vive uma vida medíocre, de muito sofrimento e de um amor esquisito, que nem eles nem a sociedade consegue explicar. O sossego daquela vida conformada é rompido quando Lucy decide que quer Venâncio para si. A partir desse triângulo amoroso, a gente passa a se aprofundar no passado de todos os personagens e entender o que levou cada um até aquele ponto da narrativa.

A leitura de “Tudo é rio” realmente flui como as águas de um rio caudaloso. É uma narrativa que dá vontade de ler de novo e de novo e de novo. A maneira como a Carla Madeiro conduz a gente pela história é muito bonita. É surreal o tanto que essa mulher escreve bem. É sem dúvidas uma obra-prima. É gostoso de ler, de apreciar a construção da língua e da história ao mesmo tempo. É um primor narrativo que eu vi poucas vezes. Um dos livros mais bonitos que eu já li, sem exagero. Meu kindle está cheio de destaques e anotações.

A única coisa que me incomodou é que, no meio da minha pressa por engolir aquele livro, em alguns momentos, as entradas excessivas no passado de alguns personagens, que não eram centrais, quebravam um pouco o ritmo da história. É claro que tudo no livro tinha um propósito, inclusive as quebras e os momentos em que a história ficava um pouco mais arrastada. Mas eu sentia vontade de que a narrativa voltasse logo para a problemática central da trama…

Outra coisa que pode incomodar porque é bem controversa é o final, que eu não vou contar por razões óbvias. Mas eu sei que vai ter gente que vai problematizar e dizer que a autora está romantizando relações abusivas… Não acho que seja uma romantização porque em momento nenhum no livro acredita-se que aquela situação é aceitável. A questão problemática é um incômodo durante todo o livro, tanto para o leitor quanto para os personagens. E, pra mim, isso não é romantização. Acredito que o ponto do livro vai muito além disso, é muito mais complexo do que esse preto no branco e eu sei que muitas vezes a gente ignora essa zona cinza que é muito mais presente no mundo e nas relações das pessoas.

Nenhum desses pontos atrapalhou tanto minha experiência de leitura, que foi sensacional. É um livro que eu já estou indicando para todo mundo que eu posso. Para maiores de 18 anos, é claro, porque sim é um livro pesado, explícito e que não cabe para um público adolescente, por exemplo.

Então, se você é maior de idade e gosta de um bom drama cheio de reviravoltas e, por que não, fofocas de cidade pequena, “Tudo é Rio” é um prato cheio para você se deliciar!

Bruna Paiva

Quantos livros você leu esse ano?

 

Eu comecei 2020 tremendamente decepcionada com a quantidade de livros que li em 2019. Foram 17; muito longe dos 30 que eu tinha traçado como meta e mais ainda dos 50 que eu costumava ler no ensino médio. Decidi que queria voltar a ler mais e tracei uma meta realizável pra esse ano: 22, menos de 2 por mês. Lendo no metrô pro trabalho eu conseguiria fácil.

Aí veio a quarentena, passei a ter mais tempo pra dedicar à leitura, houve uma onda de promoções e ebooks disponibilizados gratuitamente, passei a usar mais meu kindle, que antes era usado só pra faculdade e adivinhem? Bati a meta em julho. Li 30 livros esse ano, e talvez ainda termine um ou dois até o fim de dezembro.

Mas não estou aqui pra me gabar da quantidade de livros lidos no ano. Resolvi falar disso porque percebi que eu me cobrava demais por comparar minha realidade com a de outras pessoas. Todo ano eu me frustrava por determinar uma meta aleatória e absurda, que nunca seria batida. E fazia isso porque me pautava pelos outros, ou por uma versão de mim mesma que tinha outra realidade, estava em outro momento de vida.

Pela primeira vez tracei uma meta viável de leitura, calculando a quantidade de páginas que eu realmente conseguia ler por dia e tcharam(!) deu certo. E basta ver a quantidade de livros que extrapolaram a meta para perceber que, sem a quarentena, eu provavelmente também teria conseguido.

A questão aqui é essa: você não é menos leitor que ninguém porque lê 10 ou 5 livros por ano. Ninguém precisa ler 50, 100 livros em 365 dias para ser considerado um leitor. Não se cobre tanto e, principalmente, NÃO SE COMPARE. Trace metas viáveis para a sua realidade, leia livros que TE interessam e preze mais pela qualidade do que pela quantidade de suas leituras. E, no ano que vem, volta aqui pra me contar se o sentimento de frustração não melhorou! 📚💖

 

Bruna Paiva

27 de setembro

Saí de casa pro trabalho hoje e dei de cara com dezenas de crianças na rua. Grupinhos com mochilas, mães e garrafinhas d’água caminhando meio sem rumo mas com objetivo certo: doces. A saudade da infância bateu tão forte que eu não aguentei.
Cresci e vivo até hoje no subúrbio carioca. Por aqui, 27 de setembro é lei: dia de São Cosme e Damião, dia de ir às ruas. As colegas que se mudavam sempre diziam que, na zona sul e na barra, a magia mal existia.
Cosme e Damião era o único dia em que minha mãe me deixava matar aula. Menos quando a escola marcava prova justamente no dia 27. Maldade pura, eu sempre acreditei.
Passávamos o dia inteirinho caminhando por todas as ruas do meu bairro e dos adjacentes. Todas as crianças da vila iam juntas. Era mais legal com os amigos. A gente levava mochilas e de vez em quando passava em casa pra diminuir o peso e pegar mais água. As mães às vezes revezavam o turno porque, diferente de nós, elas cansavam de andar pra lá e pra cá o dia todo. Tinha até mãe evangélica que fingia que não via e deixava o filho ir correr atrás do doce com os amigos. O bom era a bagunça.
Era o dia em que todas as crianças da região se encontravam nas ruas, independente da escola em que estudavam ou da classe social. Todo mundo lutando pelo mesmo objetivo: o tal do saquinho de doces.
O meu preferido era o de papel. Já na minha época quase extinto. Eu ganhava e já metia o olho lá dentro pra ver se tinha doce de amendoim, o que eu mais gostava e que acabava mais rápido lá em casa.
No fim do dia era hora de ganhar os doces dos vizinhos da vila (sempre os últimos porque já guardavam pras crianças de lá) e contar os saquinhos. A graça era ver; quem conseguiu mais. Eu e meu irmão sempre ganhávamos porque juntávamos os nossos (levemente trapaceiros, mas pelo menos a gente realmente dividia tudo hahah).
Com o tempo a ostentação foi diminuindo. Em parte pelas crises econômicas que dimiuíram a oferta de doces na vizinhança, mas também pela tristeza do fim da infância.
No inicio da adolescência, os dias 27 de setembro eram quando eu me vestia da maneira mais infantil que eu conseguia. Mas uma hora parou de colar (kkkk). A cada ano eu ganhava menos saquinhos. E hoje eu só tenho saudades…
Bruna Paiva
Ps: Texto escrito em 2019 e publicado em meu Facebook antes da pandemia do coronavirus. Não provoquem agolomerações!

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Os 10 melhores livros da minha quarentena (até aqui!)

Se tem uma coisa que a quarentena agilizou na minha vida foram as leituras. Eu tenho conseguido ler muito mais do que antes e já estou muito próxima de passar da meta de leituras que eu tinha estabelecido para o ano inteiro. Uma das coisas que eu tinha como meta e tenho conseguido é fazer mais leituras em formato digital. Muitos dos livros que vou indicar hoje são e-books. Tenho tentado investir esse tempo para ler coisas que eu sempre quis e acabava adiando por mil motivos na correria do dia a dia.

O post de hoje é sobre os melhores livros que li até essa metade do ano. Tem livro de tudo que é tipo pra vocês aproveitarem esse tempo em casa para conhecer coisas novas:

O terceiro livro da série “Arma Escarlate” da Renata Ventura foi o primeiro livro que eu li no ano. Já falei bastante aqui no blog sobre essa série incrível sobre o mundo bruxo no Brasil. O terceiro livro segue a mesma linha dos outros e não decepciona. A gente se envolve com os personagens e sofre as angústias deles. Nesse livro, Hugo embarca numa aventura perigosa para tentar salvar alguém muito importante. E minha paixão pelo Capí só cresce a cada livro.

Além do trabalho incrível que a Renata faz mesclando ficção, a História do Brasil e os mitos do nosso folclore. A parte 2 já está no meu kindle e, ao mesmo tempo que estou louca para saber o que acontece, venho adiando essa leitura porque não sei quando o quarto livro sai! Nesse livro, boa parte da história se passa na escola do Norte do Brasil e a questão indígena é muito bem apresentada pela autora. É o tipo de livro que, além de encantar pela trajetória de seus personagens, desperta reflexões sobre assuntos que você talvez não imaginasse encontrar num livro de fantasia.

 

Depois de muito tempo sem ler Thalita, me deparei com esse livro, que ganhei na ação do Felipe Neto na Bienal do Rio de Janeiro. E que história deliciosa e sensível!

O livro conta a história de Davi, um adolescente do segundo ano do Ensino Médio, que durante um curso de astrologia começa a se descobrir. É uma história incrivelmente sensível sobre um menino entendendo sua sexualidade, lidando com os próprios preconceitos e aprendendo a lidar com uma sociedade homofóbica. E, ao mesmo tempo, uma história super divertida que me rendeu boas gargalhadas. Um equilíbrio perfeito!

 

Esse livro já virou um clássico. Confesso que não foi o melhor livro que li nessa quarentena; muitas lacunas na história me incomodaram. Mas, ainda assim, é um livro marcante. Uma história distópica forte, chocante e que infelizmente me remeteu muito à realidade política atual. É um livro necessário, principalmente para quem se interessa em pensar a mulher e o feminismo na sociedade. Um livro sobre o que pode acontecer quando se toma o religioso como universal…

A adaptação para TV é ótima e inclusive busca preencher algumas das lacunas que me incomodaram no livro. Uma das adaptações mais bem feitas a que assisti nos últimos tempos. Vale à pena demais!

 

Confesso que nunca fui muito de ler livros eróticos, mas a trajetória da Nana Pauvollih sempre me interessou. Ela foi uma das pioneiras na autopublicação pela Amazon. Como sempre quis ler algo dela, comprei “Pecadora” bem no início da quarentena.  Não imaginei que fosse gostar tanto.

A história de Isabel, uma mulher reprimida pela religião e pelo machismo da família que, ao conhecer um novo amigo do marido, começa a se descobrir sexualmente. Isso acaba provocando uma mudança completa na vida de Isabel. Um livro que me surpreendeu muito positivamente pelo teor feminista que poucas vezes eu vejo nesse gênero. E, além de tudo, a forma com que Nana escreve me envolveu demais!

 

Quem passou a adolescência lendo Crepúsculo sabe a importância desse livro. Essa era uma dívida com a Crepusculete que ainda vive dentro de mim. E que dívida bem paga! Nunca imaginei que fosse gostar TANTO desse livro. Falei um pouco sobre ele no meu Instagram (não me segue ainda? Clica aqui!).

Uma história de amores, traições, brigas de família e casamentos arranjados. Tudo contado por uma empregada numa grande fofoca com um novo hóspede da casa. É incrível. Os personagens são muito envolventes e a história é cheia de reviravoltas. E é claro que quem leu Crepúsculo entende bem por que o livro é tão citado. Eu amei!

 

Nesse livro, o Dr. Dráuzio Varella traz as histórias do tempo em que foi voluntário em presídios femininos. As histórias das detentas deixam muito clara a dura realidade das mulheres presas no Brasil. O livro mexeu bastante comigo porque eu fiz trabalho voluntário em presídios, na faculdade, e vi muito essa realidade de perto. Uma das questões que sempre me incomodou e que também é tratada por Dráuzio no livro é o abandono das mulheres presas. A imagem das filas nos dias de visita, muito bem colocada por Dráuzio, sempre me chocou. Nos presídios masculinos, em dias de visitas, as filas são quilométricas. Já nos femininos, não chegam a poucos metros.

 

Esse talvez tenha sido o livro que mais mexeu comigo nesse período. “Céu Sem Estrelas” conta a história de Cecília, uma menina que acaba de completar 18 anos e está com a vida virada de cabeça para baixo. Ela perde o primeiro emprego, briga feio com a mãe e acaba tendo que morar de favor na casa de uma amiga. Em meio a esse cenário, Iris Figueiredo retrata de maneira muito real os efeitos da ansiedade e da depressão na vida de Cecília.  É um livro muito sensível e que merece demais a leitura.

 

Mais um livro que foi assunto nos meus stories no Instagram e no Twitter (me segue lá!). Cassandra Rios foi a escritora mais censurada pela ditadura no Brasil. Ela foi a primeira mulher brasileira a vender 1 milhão de cópias e viver dos frutos de sua escrita. Cassandra incomodava a ditadura porque escrevia sobre o amor entre mulheres. Era tida como pornográfica e imoral. Uma mulher que merece que revisitemos sua obra. Até porque, apesar de ter sido uma escritora renomada, hoje é muito raro que se ouça falar de sua obra.

Em “Eu sou uma lésbica” acompanhamos a jornada de descobrimento da sexualidade de uma mulher desde a infância até a juventude.

 

Helena roubou meu coração! Também falei sobre esse livro no Instagram (Tá vendo quanto você perde por não me seguir? Haha). Em “Helena”, Machado nos trás a história de uma família que, ao perder seu progenitor, descobre por meio do testamento que aquele homem tinha uma filha bastarda. O último pedido do morto é que essa filha seja integrada à família e amada como tal. Uma história que fala sobre amores proibidos, mentiras de família, traições, incesto e que envolve o leitor do início ao fim!

 

Esse conto do Vitor Martins é super baratinho na Amazon e foi um afago no meu coração. “Escrito em algum lugar” traz a história de Antônio e Gustavo, que se conhecem na fila para comprar o ingresso do show de sua boy band preferida, o Triple J. Uma história apaixonante daquelas que fazem a gente torcer pelos personagens e vibrar com o beijo do casal! O jeito que o Vitor escreve é delicioso!

 

 

Por enquanto, esses são meus livros favoritos de 2020. Até o fim do ano, provavelmente essa lista vai se atualizar e aí eu trago ela de volta para vocês!

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E-book de graça só neste domingo!

 

Está sem fazer nada nessa quarentena? Eu tenho um presente para você!

Apenas nesse domingo, 29/03, meu e-book “Sobre Deixar de Amar” está disponível GRATUITAMENTE para download na Amazon Brasil!

É só clicar nesse link: https://amzn.to/2Ut74IZ e baixar esse mimo!

Mas não percam! É só hoje!

 

Em “Sobre deixar der amar”, apresento 16 textos sobre encontros e desencontros do amor. Nas crônicas e contos,  ódio e amor são retratados como sentimentos vizinhos. Histórias que misturam ficção e sentimentos reais. Um convite para pensar o amor como ele realmente é: real e não idealizado.

VOCÊ ACREDITA NO AMOR ROMÂNTICO? SERÁ QUE O SENTIMENTO É MESMO COMO VEMOS NOS CINEMAS E LITERATURA?

 

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Bruna Paiva

“De Volta ao Carnaval”: Último Capítulo no ar!

Olá, pessoal!

Acabou de entrar no ar o Último Capítulo  do meu novo conto “De Volta ao Carnaval” lá no Wattpad. 

De Volta ao Carnaval chegou ao fim! Vem conferir o último capítulo da história de Yara e Bruno! Obrigada por terem vindo até aqui comigo! Foi uma delícia passar essa semana com vocês!

Para conferir o último capítulo, é só clicar AQUI!

“De Volta ao Carnaval” é um spin off do meu conto de Carnaval de 2018: “Enquanto o Carnaval Durar”. A sinopse do novo conto, você pode conferir a seguir:

Encontros de carnaval tem que ficar em fevereiro? E se o sentimento continuar depois do fim da folia? Quando vale a pena deixar o orgulho de lado e se entregar ao amor? Yara e Bruno se conheceram no carnaval do ano passado. Se esbarram em um bloco nas ruas do Rio de Janeiro e o que era para ser uma aventura sem compromisso quase virou namoro. Os joguinhos de desinteresse acabaram afastando o casal, que nunca conversou sobre o que aconteceu.

O problema é que a melhor amiga de Yara também estava naquele carnaval. E acabou engrenando um namoro sério com o melhor amigo de Bruno. Agora, um ano depois, em um novo carnaval, Yara e Bruno estão prestes a se reencontrar. Mas será que eles estão prontos para isso? “De Volta ao Carnaval” é um conto em sete capítulos que se passa pelas ruas e blocos do carnaval carioca. Em meio a muita fantasia, festa e curtição, Yara e Bruno vão precisar escolher entre orgulho e amor.

 

Gostou? Então corre no Wattpad para não perder nadinha!

Espero vocês!

Beijos e até o capítulo de amanhã!

Bruna Paiva

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“De Volta ao Carnaval”: Capítulo 6 no ar!

Olá, pessoal!

Acabou de entrar no ar o Capítulo 6 do meu novo conto “De Volta ao Carnaval” lá no Wattpad. 

No meio da madrugada, Yara e Bruno se encontram e talvez a conversa decisiva esteja prestes a acontecer… Como será que os dois vão resolver as questões? Será que eles se acertam?

Para conferir esse capítulo, é só clicar AQUI!

“De Volta ao Carnaval” é um spin off do meu conto de Carnaval de 2018: “Enquanto o Carnaval Durar”. A sinopse do novo conto, você pode conferir a seguir:

Encontros de carnaval tem que ficar em fevereiro? E se o sentimento continuar depois do fim da folia? Quando vale a pena deixar o orgulho de lado e se entregar ao amor? Yara e Bruno se conheceram no carnaval do ano passado. Se esbarram em um bloco nas ruas do Rio de Janeiro e o que era para ser uma aventura sem compromisso quase virou namoro. Os joguinhos de desinteresse acabaram afastando o casal, que nunca conversou sobre o que aconteceu.

O problema é que a melhor amiga de Yara também estava naquele carnaval. E acabou engrenando um namoro sério com o melhor amigo de Bruno. Agora, um ano depois, em um novo carnaval, Yara e Bruno estão prestes a se reencontrar. Mas será que eles estão prontos para isso? “De Volta ao Carnaval” é um conto em sete capítulos que se passa pelas ruas e blocos do carnaval carioca. Em meio a muita fantasia, festa e curtição, Yara e Bruno vão precisar escolher entre orgulho e amor.

 

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