Eu te mantenho

Aqui estou. Sentada no lugar onde te beijei pela primeira vez. (Provavelmente a última)

O ar é úmido e abafado, o oposto daquele dia. Há mais pessoas também. Abro um livro, encaro o céu e apenas existo. A respiração automática me obrigando a permanecer. Figurante na paisagem, aparecendo no fundo da foto do casal.

Me distancio do que sou para botar no papel o que sinto:

Talvez fosse mais fácil me livrar de você.

Te banir da minha vida não teria causado dor tão prolongada. Gosto amargo no fundo da boca que nunca se vai por completo. Manter sua importância é desgastante. Dificulta as coisas.

Mas sem complicação não seria eu. E não posso negar que gosto assim.

Bruna Paiva

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O menino do sinal

Como cresceu aquela criança… As feições já não são as mesmas e o olhar tem uma luz diferente (ou a falta dela). Os ombros alargaram e não tem mais aquela aura de criança engraçadinha. Acredito que a voz também deve ter mudado.

Mas o que me choca não é a puberdade inevitável do garoto. O que me fez começar a escrever foram as circunstâncias em que acompanhei esse crescimento.

No caminho diário da rotina incansável, do passeio de feriado, do encontro do fim de semana: obstáculo obrigatório. Ao lado do viaduto, debaixo do mesmo sinal de trânsito o garoto joga bolas de tênis para o alto.

Já ganhou uma batata frita que eu comprei no impulso e não consegui comer. Eu o conheço, ele me conhece. Não sei seu nome, sua história, nem o que o leva a estar sempre ali, tarde da noite com as fiéis bolinhas surradas.

Estranho esse impasse entre querer descer do carro e saber que não posso fazer muito. Observar ou intervir? A pergunta que volta diariamente. Questão que com o tempo acabou sendo respondida pelo sempre pensar e nunca fazer.

Dia após dia, mês após mês, ano após ano, eu vejo o garoto crescer. Debaixo daquele sinal.

 

Bruna Paiva

 

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Tão distraidamente

Tabagismo, Cigarro, Ruim, Ar, Cinzas, Vaporizador

Cigarro na boca, olhar baixo, distante da roda de conversa; mas o ouvido parece atento. Camisa branca de manga comprida que chama atenção para os ombros largos e os braços ao longo do corpo.

Ele joga o cabelo para longe do rosto, sorrindo despreocupado e tomando o cigarro entre os dedos. Um sorriso travesso de quem conta a história fragmentada. Observo as fascinantes mãos alongadas, perdida em pequenos pensamentos depravados.

De repente ele estende o braço e balança a cabeça concordando efusivamente com o colega coadjuvante. Na minha perspectiva, ele protagoniza. O local, o momento, o conjunto da cena.

Passa os dedos nos cabelos sedosos, com um suspiro profundo, enquanto volta o que resta do cigarro para entre os dentes. Depois deixa a mão bater na coxa. Aperta os lábios com o cigarro no meio para logo arrancá-lo com os dedos novamente.

Queria ser aquele cigarro, penso. E me assusto com o pensamento enquanto ele sopra a fumaça e joga a guimba no chão.

Bruna Paiva

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História viva

O centro da cidade tem uma áurea meio mágica que consegue me  levar quase a outra dimensão. Por mais que eu já conheça, que ame aquele lugar, sempre vem a mesma sensação: me sinto como Harry Potter entrando em Hogwarts pela primeira vez. É um encantamento sem igual a cada prédio que eu nunca havia reparado e um sentimento nostálgico ao passar de novo por alguns de seus cantinhos, tantas vezes cenários de minhas lembranças preferidas…

Meu primeiro encontro com o ídolo que eu tanto amo se deu no retorno do Cine Odeon, bem no meio da Cinelândia. Na estação de metrô, o dia divertido de carnaval com meu primo que terminou num perrengue naquelas escadarias.  Na rua de trás, a mais mágica livraria do Rio de Janeiro. A Cultura da Senador Dantas é sem dúvida meu lugar preferido por ali.

Mudando de calçada e seguindo até o fim, você chega no prédio mais imponente do Centro. O Theatro Municipal é magia pura para qualquer bailarina. Tantos espetáculos sensacionais eu já assisti ali…

Do outro lado, as ruas de comércio, onde todo ano cumpro a tradição de compras com a minha mãe e minha avó. Na Rio Branco, vi o Papa Francisco passar na JMJ. Às proximidades da Candelária me lembram o passeio incrível no início da faculdade. CCBB tem gostinho de infância e Praça Mauá dá saudade da Olimpíada.

O Centro é repleto de história, seja da minha vida, da minha cidade ou do meu país. E talvez seja justamente esse tanto de história que proporciona aquele ar diferenciado, que, mesmo no meio daquela correria, do formigueiro de gente, me hipnotiza. É história viva, que quer ser contada, que quer ser vivida.

Bruna Paiva

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5 livros para ler se você é feminista

Com 18 anos me descobri feminista. Na realidade, eu já era, sempre fui, só não sabia bem do que se tratava. Aos 18 percebi que aqueles ideais que eu sempre defendi eram fundamentos da ideologia feminista. Que assim fosse, se é preciso dar nome aos bois.

A representação feminina sempre esteve muito presente nos livros que marcaram minha adolescência. Hermione Granger, Katniss Everdeen, America Singer, Alasca Young e, vá lá, até mesmo Crepúsculo, apesar da protagonista meio sem sal, tinha personagens como Alice, Rosalie e Leah. Depois que percebi a importância de personagens desse tipo, passei a procurar, mais conscientemente, livros que me colocassem em contato com elas.

Por isso, no post de hoje, trouxe uma pequena lista de 5 títulos que você deveria procurar se você também é feminista. Os 5 foram escritos por mulheres e cada um traz um recorte de representação da mulher no texto. Dois são de não-ficção, um de contos e dois romances, todos textos deliciosos de se ler. Espero que gostem e vou adorar saber as recomendações de vocês.

 

  • Um teto todo seu – Virgínia Woolf

Acho que já falei desse livro por aqui. Nesse ensaio ficcional, Virgínia Woolf fala sobre o lugar da mulher na literatura (nos anos 20) e as dificuldades que uma mulher enfrentava ao decidir-se por essa carreira. Para Virgínia, uma mulher que quer ser escritora precisa apenas de dinheiro, tempo e um teto todo seu.

 

  • A via crucis do corpo – Clarice Lispector

Eu tive esse livro na estante por muito tempo sem nunca mexer. Quando resolvi ler, foi uma grata surpresa. Clarice, com sua escrita irônica e deliciosa, nos apresenta um livro com 13 contos. São 13 narrativas sobre mulheres, corpo, sexo, libertação e libido. São textos incríveis que colocam a mulher como protagonista de assuntos corpóreos. Terminei de ler mais uma vez encantada com o trabalho dessa autora sensacional.

 

  • O país das mulheres – Gioconda Belli

Outro caso de um livro que viveu por muito tempo encostado na estante até ter a chance de me surpreender. Essa história é uma distopia. A autora nicaraguense nos leva para um país em que as mulheres tomaram o poder. O Partido da Esquerda Erótica não permite que nenhum homem ocupe cargos públicos. É uma retratação histórica, justifica a presidente. Essa história controversa me tirou da zona de conforto justamente porque nos bota para pensar sobre extremismos. Muitas passagens do livro são incríveis, muitas me incomodaram, mas a história, que começa com um atentado à presidente, é maravilhosa e rende muita discussão.

 

 

  • Girlboss – Sophia Amoruso

Uma mulher que começou a revender roupas usadas pelo e-bay e, pouco tempo depois, se tornou uma das maiores CEOs de moda de seu país. A história de Sophia Amoruso é sensacional. Numa espécie de mistura entre autobiografia e manual de autoajuda, a CEO da Nasty Gal conta como se tornou tão poderosa e incentiva as Girlbosses em potencial a seguirem seus sonhos e batalharem para chegarem onde querem. Se você assistiu à série, esqueça, ela não faz jus ao livro incrível que Sophia escreveu.

 

  • Orgulho e preconceito – Jane Austen

Jane Austen escreveu Orgulho e Preconceito no século XIX, mas sua personagem Elizabeth Bennet não se rendia às regras sociais da época. Elizabeth era dona de si e fazia o que queria, o que sonhava, sem se curvar às vontades alheias. A história, que inspira a novela Orgulho e Paixão, é atemporal e apaixonante.

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Recorte

Acordo com o calor que me atravessa na cama. Abro os olhos e o sol que, pela pequena fresta da cortina, invade o quarto me sorri irônico. Uma quase confissão do frio cálculo pro temporal de ontem a noite.

Apesar da luz que aquece minha pele nua, o contato com a dele me arrepia. Me aconchego devagar: passo um braço por cima de suas costelas, uma perna por cima do quadril e a cabeça encaixada entre seu ombro e seu pescoço.

Ele me abraça com firmeza enquanto respiro fundo. Sinto cada milímetro daquele misto de saudade com a melancolia de saber que não devia estar ali.

Ele percorre de leve, com os dedos, o caminho entre o fim da minha cintura e o início da minha nuca. Me arrepio. O sol me esquenta. O instante perdura.

 

Bruna Paiva

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5 livros de contos para ler no wattpad

Oi, pessoal.

O post de hoje é sobre Wattpad! Eu adoro a plataforma e, como vocês sabem, sou adepta desde 2014. Porém, confesso que, pelo fato de só poder ler no celular ou no computador, eu acabo preferindo as histórias mais curtas, que são mais viáveis de ler entre um trabalho e outro, ou na correria do dia a dia.   Por isso, hoje eu trouxe pra vocês dicas de contos, autores ou livros com histórias curtinhas e gostosas de ler.

 

Esse conto eu achei por acaso, navegando pela plataforma e amei! Ele tem um capítulo só e a leitura é bem rápida. A autora é a Camila Antunes. Uma história de amor tão bonita que é impossível obedecer ao título.

 

 

 

O Juliano posta vários contos e histórias curtas em seu perfil no Wattpad. Os assuntos são os mais variados. Minha história preferida é a No soy Bruja, o plot do final vai te deixar nostálgico e de queixo caído!

 

 

 

Quem está inserido no Wattpad, de um jeito ou de outro conhece o Felipe Sali. Um dos embaixadores da plataforma, Felipe é um dos autores de maior sucesso no Wattpad Brasil. O que nem todo mundo sabe é que além dos romances completos, ele também posta um livro-blog lá no wattpad. O caderno do Sali tem vários contos e crônicas ótimos!

 

Um conto emocionante sobre depressão, suicídio e como vencer os fantasmas que vivem dentro de nós mesmos. A Ourwriter retrata o drama da protagonista de um jeito sensível e responsável. A história é triste, porém bonita.

 

 

 

 

O Victor tem um projeto que eu acho muito legal. Ele posta um conto por dia e as histórias têm por volta de 250 palavras. Parece pouco, mas ele consegue contar histórias ótimas e sempre por uma via meio macabra de terror e suspense. Eu ADORO.

 

 

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O que você faria até de graça?

Bem antes de explodir nas rádios do Brasil, a cantora Iza, na frente de um auditório cheio de adolescentes indecisos fez a seguinte pergunta “o que você faria até de graça?”. Ela tinha acabado de decidir largar a carreira de publicitária para seguir seu sonho de cantar e era uma das convidadas da semana em que a minha antiga escola levava profissionais de diversas áreas para conversar com o Ensino Médio. O auditório lotado ficou em silêncio com aquela pergunta.

Ela contou a história dela e de como resolveu seguir o sonho em vez de ficar presa num trabalho de que não gostava. No meio do meu terceiro ano, eu ainda pensava em cursar jornalismo ou quem sabe me jogar em outro curso qualquer. Mas ali, naquela palestra, eu entendi que precisava seguir meu sonho. Que qualquer outra coisa “eu não faria de graça nem que me pagassem”, como a Iza falou.

É difícil, sim, viver de literatura num país em que mal se valoriza um professor.  Ser escritora quando o mercado cada vez se fecha mais para quem está chegando agora. Mas a sensação de “sim, eu faria isso até de graça” realmente só quem já se encontrou entende.

Não é que eu fazer de graça. Artistas precisam comer e pagar contas, embora as pessoas às vezes se esqueçam disso. Mas o sentimento é esse. O trabalho, mesmo o mais desafiador, o mais sofrido, compensa quando se faz o que se ama.

Às vezes é complicado assumir um sonho. Enfrentar as consequências, os desafios, as frustrações, os julgamentos, as inseguranças e as descrenças. É difícil e, sim, vai dar errado muitas vezes. Você não vai conseguir na primeira e às vezes nem na vigésima tentativa. Mas viver o sonho compensa. Cada pedacinho de reconhecimento compensa, energiza e motiva a continuar. E eu não vou desistir do meu sem ter conseguido.

A Iza conseguiu o dela. Ela batalhou, deu a cara a tapa e conseguiu. A cada vez que eu vejo essa mulher na televisão, cantando em tudo que é lugar, eu me lembro daquela palestra e da determinação que ela tinha no olhar. Três anos passaram e, depois de arrasar no Rock in Rio, ela lança o primeiro álbum no próximo semestre.

Só alcança o que almeja quem trabalha para isso. E quando o objetivo fica claro, quando você encontra o que faria até de graça, fica mais fácil levantar a cabeça e tentar mais uma vez.

Bruna Paiva

 

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Sobre marcas profundas e aceitação do meu corpo

Eu tinha 12 anos quando deixei de ser convidada para uma festa por não ser tão “gostosa” quanto as outras meninas da turma. Estávamos todas entrando na mesma puberdade, em fase de desenvolvimento dos nossos corpos, mas as diferenças genéticas já começavam a nos segregar. Àquela altura, já havia escutado apelidos como “esqueleto”, “vareta” e todas as suas variações. Nunca foi bacana, mas nada doeu tanto quanto naquele não-convite. Crianças podem ser cruéis. Em grupo, piores.

Cabisbaixa por não ter sido chamada para a festinha, fui aconselhada, por uma colega, a passar a usar sutiãs de enchimento. Eles aumentavam os seios que a gente não tinha e atraíam olhares dos meninos. Hoje, voltando a olhar para esse cenário, me choco com o comportamento machista a que nos prestávamos. O objetivo era agradar aos homens da sala.

Daquele episódio em diante, meu complexo de inferioridade e a insegurança com meu próprio corpo entraram numa crescente desenfreada. Eu odiava meus membros magrelos, abominava meus seios pequenos, detestava meu cabelo e, em resumo, não gostava muito de mim.

No Ensino Médio, resolvi levar o ballet a sério. O sonho era de ser bailarina profissional e trabalhei para isso. Muita gente sofre nas mãos da dança pela ditadura dos padrões corporais. Mas, por incrível que pareça, foi ela que revolucionou minha autoestima. O ballet me fez olhar pro meu corpo de um jeito diferente, e todos os “defeitos” passaram a ser menos criticados por mim mesma.

Enquanto na escola eu ouvia que era magrela demais e nem um pouco atraente para os meninos (mais uma vez a tal da prioridade deturpada), no ballet eu era linda e arrumei até um namorado. Na escola de dança, eu tinha um corpo perfeito e era elogiada o tempo inteiro nesse sentido. E ali eu comecei a gostar mais de mim.

O meu corpo nunca foi tenebroso como eu sentia. Mas me fizeram acreditar que sim. É claro que, quando voltava para a escola aqueles julgamentos ainda me incomodavam. Mas minha mudança de postura em relação ao meu corpo foi tão importante que eu deixei de ser “a magrela” e passei a ser “a bailarina”. Quando eu comecei a me gostar, o olhar das pessoas também mudou um pouco, mas continuava doloroso.

Hoje, formada, eu não quero mais a dança como profissão. Mas toda vez que tiro a roupa e me olho no espelho, tenho uma luta interna entre a Bruna que não foi convidada para a festa dos meninos e a bailarina que me ensinou a gostar dos meus seios pequenos.

A Bruna de 20 anos se matriculou na academia para tentar aumentar a bunda e já considerou, mais de uma vez, a opção de colocar silicone nos seios, no futuro. Eu ainda tenho problemas com meu corpo, como todo mundo nessa sociedade cheia de padrões. Aquele ódio desenfreado eu tento reprimir, focando nas coisas que gosto em mim, olhando meu corpo de forma amiga. Mas tem dias em que a pressão pesa e é difícil me amar, mesmo com a autoestima trabalhada.

Esse texto não é sobre a decisão entre se manter com o corpo natural ou fazer intervenções estéticas. É sobre marcas. Palavras marcam, atitudes marcam. Essas marcas podem parecer bobas, mas também podem causar danos profundos. Se tivessem me convidado para aquela festa, ou dado uma justificativa menos cruel para a falta do convite, talvez eu, oito anos depois, fosse menos insegura com meu próprio corpo; e a personagem confiante que encarno socialmente fosse menos quem eu gostaria de ser do que quem realmente sou.

Bruna Paiva

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3 canais de moda com menos de 200 mil inscritos pra você acompanhar!

Apesar de não ser um assunto que eu abordo aqui no blog, uma das minhas maiores paixões é a moda. Eu amo me arrumar, acompanhar as tendências e passo horas estudando sobre o assunto porque realmente acho muito interessante. Não falo de moda aqui porque, apesar de ser apaixonada, não é minha área. Por isso, trouxe no post de hoje, três canais no Youtube de blogueiras que falam de moda de um jeito incrível e têm menos de 200.000 seguidores. Elas dão dicas maravilhosas, desmistificam tabus e simplificam as coisas.

 

  • Vitória Portes

A Vitória é lá do Sul. Ela tem 68 mil inscritos e o canal dela é majoritariamente sobre moda. Ela dá dicas, faz tutoriais, fala sobre tendências, tabus e  tem vídeo novo três vezes por semana!

 

  • Mari Flor

O canal Closet da Mari é 100% sobre moda. Ela ensina como usar cada peça, dando ideias de looks e tem até uma série sobre estilos pra você descobrir qual é o seu!

 

  • Camila Gaio

A baiana Camila Gaio também fala MUITO sobre moda em seu canal. É uma dica melhor que a outra sobre tendências e as melhores formas de usar cada peça.

 

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