Carina Rissi e sua mentira perfeita!

Você já mentiu por uma boa causa, pensando no bem de alguém, mas sem medir as consequências daquilo? É exatamente isso que Júlia faz em “Mentira Perfeita”, livro da Carina Rissi que é spin-off de “Procura-se um marido”. O problema é que a mentira de Júlia foge do controle.

A jovem mora com Berenice, a tia que a criou e que, com uma grave doença, morre de medo da sobrinha acabar só, caso ela venha a falecer. No desespero por ver a tia melhorar, Júlia inventa que está noiva. Berenice acaba melhorando e, assim que volta do hospital, começa os preparativos para o casamento da sobrinha. Júlia quer contar a verdade para a tia, ainda assim, tem medo da reação que a notícia da mentira pode causar em Berenice.

No meio dessa confusão, a jovem conhece Marcus, cunhado de sua patroa. Marcus é um cara bacana, mas o clássico mulherengo, ainda assim, também passa por problemas e dilemas complicados. Os dois então fecham um acordo. Ele finge ser seu noivo e ela o ajuda. Parece a solução perfeita, mas os sentimentos do falso casal entram no caminho.

Foi meu primeiro contato com o texto da Carina Rissi. Não tinha lido nem a história que deu origem aos personagens que aparecem em “Mentira Perfeita”. Mas terminei a leitura ávida por mais. Que livro gostoso. Foram 460 páginas lidas em pouco mais de dez horas. E simplesmente porque eu não conseguia parar de ler. Carina Rissi envolve o leitor na história e, ainda que o livro seja enorme, a gente mal sente o tempo passar.

Personagens muito bem-construídos, inclusive os coadjuvantes, uma trama leve, divertida e apaixonante. A evolução das relações é cativante durante todo o livro. “Mentira Perfeita” é uma comédia romântica clássica, daquelas em que a gente torce com fervor pelos personagens e pelo casal principal (e também daquelas em que a gente sofre porque não pode levar o mocinho pra casa). Além de ser uma linda história de amor, traz reflexões sobre preconceito, fraquezas, valores e, é claro, as consequências que pequenas mentiras podem ter.

Um livro delicioso, perfeito para relaxar e se apaixonar a cada linha. Eu, que nunca tinha lido nada da Carina, já virei fã e pretendo ler outras coisas da autora.

Bruna Paiva

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Amar

Por inteiro e não fragmentado

Com os olhos e a boca

Alma e corpo

Força, sede, formigamento

Vontade insaciável, domínio de pensamento.

É pra ser sentido

Entregue.

Certeza maior que o medo e a hesitação.

Bonito, intenso e doloroso

É ceder, ouvir e se encontrar.

É doação e

sobretudo força grave de dentro pra fora.

 

Não assim,

Perda de tempo.

 

Bruna Paiva

 

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Quadrilha real

Camila se apaixona por Bernardo

Que é amado por Renata

Que é amada por Marcelo

Que até gosta de Maria.

 

Bernardo nem dá bola para Camila

Ou Renata, já que é amigo de Marcelo e tem na cabeça alguém que nem estava na história.

Renata se contenta com a situação, mas não é capaz de corresponder Marcelo.

Os três conseguem construir uma amizade saudável apesar da confusão.

Camila sofre sozinha, quem se importa?

Marcelo acaba tentando investir em Maria

Que não faz ideia de tudo que há por trás.

 

E, de alguma forma, a roda gira.

E segue girando.

 

Bruna Paiva

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“Enquanto o carnaval durar”: ÚLTIMO CAPÍTULO NO AR!

É chegado o fim do nosso especial de carnaval! O último capítulo de “Enquanto o carnaval durar” já está no ar, lá no Wattpad. Corre lá para conferir o desfecho da história de Aline e Diego! No capítulo de ontem, Aline e Yara foram à festa oferecida pelos meninos. As coisas ficaram quentes entre Aline e Diego. Quer saber o que rolou? Como Aline vai lidar com tudo? Então corre lá no Wattpad, tá esperando o quê?!

Não sabe do que eu estou falando?

Começou no sábado de carnaval o conto “Enquanto o carnaval durar”. Uma história especial de Carnaval contada em 5 capítulos, até hoje, a quarta-feira de cinzas. Mas CALMA(!) ainda dá tempo de correr atrás do prejuízo e ler tudinho lá no Wattpad.

“Enquanto o carnaval durar” é narrado por Aline, uma estudante de moda que, depois de muito se decepcionar com as experiências amorosas da vida, está vivendo uma fase de desapego. Ela não tem um histórico amoroso divertido e prefere não se envolver com ninguém para evitar novas desilusões. Aline decide curtir o carnaval junto com Yara, sua melhor amiga. As duas vestem suas fantasias e, com muito glitter, aproveitam a festa pelas ruas do Rio de Janeiro. O que Aline não imagina é que talvez o amor de que ela tanto se esquiva peça uma chance justamente no carnaval. Ela fica num dilema entre o medo de acabar se decepcionando e sofrendo mais uma vez e a vontade de se entregar e ficar com Diego.

Não esqueçam de recomendar aos amigos e deixar seus comentários por lá!

Beijos

Bruna Paiva

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Ciúmes

Coisa estranha no peito

Gosto amargo na boca

Sangue que esquenta e bagunça tudo na cabeça.

Raiva sem motivo

Olho revirado e suspiro que não se controla.

 

“Eu não sinto nada”

“Não me incomoda!”

Cruza os braços apertando forte para o coração não fugir em protesto.

Vira o rosto e encara o outro lado

Mas espia de rabo de olho.

 

Infantil

Mas não sabe escapar.

Autoconfiança forjada se esvai em um piscar

De repente, sozinha

Derrotada

Impotente.

 

Bruna Paiva

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Tudo mudou, nada mudou…

Eu me lembro de estar nessa estrada com a mesma criança deitada nas coxas. A cabeça recostada no vidro e observando essas mesmas árvores. Tudo numa versão em miniatura, menos a confusão em minha mente.

Lembro dessa exata sensação de que a vida deu errado; da impotência diante de mim mesma, causada pela mesmíssima frustração por amar sem ser amada. Me lembro desse afundamento na espiral se afunilando dentro da minha cabeça. O mesmo olhar perdido focado em algum ponto, sem forças para voltar a tentar se encontrar.

Na época, o escape era escrever, escutar emorock no último volume e tentar me afundar em algum universo literário. Tanto tempo depois, o livro de fantasia repousa na mochila a meus pés; nos fones de ouvido, Panic! At The Disco; e, com, cá estou apelando para o papel e a caneta de sempre. Tudo mudou, nada mudou…

O motivo agora é outro. Muda o nome e o endereço (e, pensando bem, nem isso).

É bem verdade que apesar do Déjà vu, e talvez justamente por ele, hoje eu sei que o mundo não vai acabar. Em algum momento passa. Sempre passa… Porque, por mais doloroso que o processo seja, e ainda que eu acabe lidando com todos da mesma maneira, eu aprendi que a vida segue; tão ligeira quando o carro nessa rodovia.

Bruna Paiva

 

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Me perdoe

Com toda a sinceridade que posso, eu peço que você me perdoe. Perdão por despertar em você um sentimento que não sou capaz de retribuir. Por ter assistido você se apaixonar, fingindo não perceber e não ter feito nada. Egoísta, narcisa. Nunca quis te perder da maneira que tinha e talvez por isso tenha deixado tudo acontecer dessa forma.

Ninguém nunca se apaixonou por mim com o fervor e a intensidade que você o fez. E, quando eu percebi isso, quando finalmente desisti de me enganar, eu era só frustração. Frustrada por esse sentimento todo não vir de quem eu realmente queria, pela peça que o universo me pregava e, principalmente, por não conseguir retribuir o que alguém tão especial sentia. E como eu tentei obrigar minha cabeça a se apaixonar por você… Seria tão mais fácil…

Eu sei bem o que é se apaixonar por quem não te quer. Você conhece minhas histórias… Nunca fui correspondida, nunca capaz de viver o amor com que sonhava na adolescência. E, quando alguém finalmente me enxerga com outros olhos, consegue ver o melhor em mim, sem maldade, se apaixona conhecendo meus defeitos, eu me vi do outro lado da moeda. Eu conheço a sua dor. E, acredite, me dói demais ser a causadora do seu sofrimento.

Ah, se eu pudesse escolher… Se eu tivesse algum controle sobre esse coração imbecil… Seria você. Sem pensar duas vezes. Ele nem passaria pela minha cabeça. Seria você a todo instante. Mas o idiota no meu peito resolveu desconcertar-se por quem não me quer. E eu não posso ser injusta comigo, nem com você. Não dá para abraçar teu sentimento se quando eu me deito é com ele que eu sonho.

Mesmo assim, obrigada por, apesar de tudo, entender, continuar comigo e não me condenar. E, ainda que você odeie me ouvir pedindo desculpas, é só o que me resta fazer. E eu sei que não é o suficiente…

Bruna Paiva

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Se você ama alguém, diga!

“Se você ama alguém, diga. Mesmo que você tenha medo de não ser a coisa certa a fazer. Mesmo com medo dos problemas que isso pode te causar. Ainda que com medo que isso acabe com a sua vida, diga. Diga em voz alta e viva a partir daí.”

Essa é uma das últimas falas do Mark Sloan em Grey’s Anatomy. E, de longe, uma das minhas preferidas dentre as 14 temporadas da série; talvez pela verdadeira dor com que é dita. Mark está morrendo quando fala isso. Ele sabe que está morrendo e acabou de perder a mulher que mais amava na vida. Mas, meio por medo, meio por orgulho, não disse isso a ela até que ambos estivessem numa situação trágica. E é por isso que essa fala me toca tanto.

Eu sempre senti demais. Sempre fui de me apaixonar, de me entregar ao que eu sentia. Ao mesmo tempo, eu sempre tive medo de falar sobre isso, de assumir o que se passava na minha cabeça e ter que lidar com as consequências. Medo de passar vergonha, de perder a amizade, de me apegar, de assumir para mim mesma o que sentia. Medo da falta de reciprocidade, de me decepcionar, de sofrer. Porque eu sempre soube o quanto isso tudo doía.

Até que um dia eu me percebi completamente apaixonada por um amigo. Contando os minutos para encontrá-lo, hipnotizada por aquele sorriso, estudando e tentando decifrar cada ação dele. Eu não dizia o que estava sentindo, como todas as outras vezes em que me apaixonei antes. Mas, em algum momento, me cansei da incerteza. Do esgotamento que eu mesma me provocava ao tentar ler a mente dele, tentar sempre encontrar algo que me mostrasse se ele queria ou não. Pela primeira vez, me esgotei de não conseguir pensar em outra coisa, de fantasiar demais e viver de menos.

Coincidentemente, assisti de novo ao filme “Compramos um zoológico” na mesma época. E acabei me atentando para uma fala que nunca havia me chamado atenção.

“Às vezes, tudo que você precisa são 20 segundos de uma coragem constrangedora e eu prometo que algo bom vai acontecer.”

Essa frase rodeou em minha cabeça por algum tempo até a coragem constrangedora dar as caras de fato. Chamei o menino para conversar e ele confessou não ter o menor interesse em mim. É claro que, na hora, fiquei mal, mas não posso dizer que meus 20 segundos foram em vão. Foi ali que eu aprendi que ser honesto com o que você sente ou pensa é sempre o melhor caminho, ainda que com aquele medo avassalador que o Mark citou. Desde aquele dia, os 20 segundos de coragem continuam sendo minha maior estratégia.

Lidar com as consequências faz parte. O que eu não consigo é lidar com os “e ses” da vida. Falar abertamente sobre o que você sente por alguém é libertador. É claro que já me dei muito mal por expor o que eu sentia, já me decepcionei muito. Mas nunca me arrependi de falar. Porque tudo vira experiência nessa vida, vira história para contar. E o sofrimento uma hora passa, mas a especulação sobre o que teria acontecido se tivesse tido coragem, essa te corrói para o resto da vida.

Agir com a razão faz bem, é óbvio. Mas há momentos em que a gente precisa deixar o coração tomar a palavra. Porque ser racional demais pode te custar mais caro do que deveria.

Então, diga. Se você ama, diga. Se não ama, informe. Não está feliz com as coisas do jeito que estão? Diga! Fale sobre o que você sente. Confesse seus desejos. Diga com vontade, com verdade e então viva a partir daí.

 

Bruna Paiva

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Lembrança

Fim de manhã.

Arrumo os papéis espalhados na mesa da cozinha enquanto tento te expulsar da minha mente. Nunca mais te disse uma palavra.

Mas as que eu deveria ter dito ecoam na minha cabeça dia sim, dia não.

 

Me encosto na parede e choro até o chão, feito cena de novela.

Na lembrança, tua boca roça meu pescoço

sem que eu desconfie das mentiras que ela me conta.

 

Saio dali e pego um táxi até a praia.

Sento na areia, fecho os olhos deixando que o sol me cegue

e me livre dessa mania de me torturar

com a vaga lembrança do sabor do teu amor.

 

Bruna Paiva

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Ao meu mais recente passageiro…

Eu acredito de verdade que algumas pessoas não passam pela nossa vida por acaso. Falo daquelas pessoas que chegam de repente, passam a ter um papel fundamental na nossa vida e depois vão embora. Personagens passageiros do filme da nossa vida.

Eu já tive um bocado desses. Alguém que me mostrou que eu valia muito mais do que enxergava e me encorajou a me livrar de tudo aquilo que me fazia mal. Alguém que foi amparo num momento em que eu me sentia terrivelmente sozinha. Outro que me fez entender que eu mudei para melhor…

O meu mais recente coadjuvante temporário foi você. Que me fez sentir desejada como há muito eu não sentia. Despertou coisas que eu nem me julgava mais capaz de sentir. Que deixou o sabor de uma história leve, divertida. Que me beijou sob um céu estrelado e conversou comigo até as 4h da manhã. Que me fez um bem absurdo num momento que eu não estava tão bem assim.

E, apesar de ter sido uma experiência tão boa, você me fez perceber que o amor próprio tem que vir antes de tudo. Que não dá para fingir que está feliz quando tem alguma coisa te fazendo mal. Me mostrou que eu, que já me humilhei tanto por amor, hoje sou madura o suficiente para fazer o que sei que vai ser melhor pra mim, antes que de me machucar de verdade, ainda que doa.

Então eu te deixei ir. E me dou conta agora de que você foi realmente passageiro. Passagem breve, porém intensa.

Talvez você não faça ideia do impacto que teve na minha vida. A maioria dos meus passageiros não se dão conta. Mas eu queria que você soubesse; você e o que nós dois tivemos foi muito especial. E obrigada por isso.

 

Bruna Paiva

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