Como anda sua educação financeira?

Assim que 2018 começou, eu tomei uma importante decisão pra minha vida. Resolvi que esse ano começaria a cuidar melhor da minha vida financeira. Nunca fui de gastar horrores, nem nada do tipo, mas confesso que nunca tive muito controle sobre meus gastos. Às vezes o dinheiro acabava e eu não tinha noção do quanto havia gastado e com o que.

No início de Janeiro comecei a assistir ao canal Me Poupe, da Nathália Arcuri e acreditem: mudou minha vida. Quando a gente aprende a entender e organizar melhor nosso dinheiro, as coisas ficam realmente mais claras e fáceis. Em dois meses, comecei a poupar e gastar mais consciente do que estava fazendo.

Inclusive me lancei um desafio: até o fim de 2018, não vou comprar roupas ou livros que não sejam extremamente necessários e, não, liquidações e promoções relâmpago não entram nessa extrema necessidade. Parece besteira, mas roupas e livros são a maior fonte do meu consumismo. Quero aprender a usar melhor o que já tenho no armário e de fato ler todos os livros que comprei e estão lindos na estante. Com essa promessa que os deuses do autocontrole vão me ajudar a cumprir, eu diminuí bastante aqueles gastos sem planejamento que acabam com o dinheiro de qualquer um.

A gente peca muito em não ter uma educação financeira desde cedo. Se todo mundo soubesse medir gastos,  se organizar melhor e não tivesse vergonha de falar sobre dinheiro, as pessoas não se endividariam tanto. Mas o que é preciso pra começar a cuidar melhor do meu dinheiro e não gastar sem medida? Aqui vão algumas dicas de coisas que eu faço e que podem te ajudar também!

  • Organização é TUDO!

Isso mesmo, se você não sentar para realmente encarar seus ganhos, gastos e despesas, tudo vai continuar uma nuvem confusa sobre a qual você não tem o menor controle. Pegue um caderno e, da forma que for mais claro para você, esquematize quanto dinheiro você ganha, quanto você vai poupar (sim, isso é muito importante), quanto precisa para as contas e quanto sobra. Se não sobra, você precisa e MUITO da próxima dica!

  • Nathália Arcuri, deusa da minha vida!

Assim que terminar esse texto, pare tudo que você estiver fazendo e corra para o Canal Me Poupe. Grande parte do que eu venho aplicando na minha vida eu aprendi com a Nathália. Ela desmistifica tudo em relação a dinheiro e não tem como terminar aqueles vídeos sem virar a louca da educação financeira. Sério, corre para a Nath que sua vida financeira já começa descomplicar!

 

  • Aprenda a gastar menos quando você pode!

Não é vergonha nenhuma comprar as coisas com desconto. Aliás, se você está pagando mais barato por algo que normalmente seria bem caro, você devia era ficar feliz e sair saltitando por aí. A gente tem essa cultura de que é feio pedir desconto, mas isso só faz com que a gente perca dinheiro. Mas tudo bem, hoje em dia existem maneiras para a gente conseguir descontos ótimos sem nem sair de casa.

O site Cupom Válido é um desses meios. Lá tem cupons de descontos para as mais diversas lojas do Brasil. Tem moda, maquiagem, livros, eletrônicos, restaurantes e muito mais.

E é muito simples conseguir pagar menos pelas suas compras. É só correr lá no https://www.cupomvalido.com.br/, procurar a loja que você precisa e conferir os descontos disponíveis para aquele dia ou semana. Tem cada promoção maravilhosa e você pode dar adeus aos gastos exorbitantes! Vai comprar as coisas que precisa, pagando preços bem melhores.

 

Começando por essas coisas pequenas, depois que você entra no mágico mundo da educação financeira, não quer sair nunca mais. E então? Está esperando o que para começar?

 

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Você não tem direito de ser nazista

Imagem reproduzida da Folha de S. Paulo (Alejandro Alvares/Reuters)

Começo a escrever esse texto ainda chocada com as reportagens que li. Chocada porque não tem como aceitar ler esse tipo de coisa numa página datada do ano de 2017, em vez de num livro de história falando sobre a década de 1940. Um grupo de manifestantes, nos Estados Unidos da América, com tochas nas mãos, repito, TOCHAS nas mãos, e fazendo saudações nazistas protestaram contra a retirada da estátua de um general confederado da época das Guerras Civis americanas gritando palavras de ódio contra negros, judeus e imigrantes.

A cena por si só já é revoltante. Mas as aspas dos envolvidos conseguem superar o nível de surrealismo do negócio. Uma pessoa gritou no meio de uma reportagem “sim, eu sou nazista, eu sou nazista, sim”. Um pai levou sua filha de 14 anos (que também segurava uma tocha) para passar a ela o ensinamento de seu próprio pai de “defender a raça branca”.  Um outro cara disse “Gays, negros, imigrantes imundos, todos eles se manifestam e recebem apoio por isso. Por que quando homens brancos decidem gritar por seus direitos e sua sobrevivência vocês fazem esse escândalo?”.

Querido senhor, autor dessa argumentação, eu não faço a menor ideia de qual é a sua história ou a da sua família. Mas tenho certeza de que meia dúzia de aulas de História resolveriam parte do seu problema. O senhor NÃO TEM O DIREITO DE SER NAZISTA. Não tem. Não existe essa possibilidade. Sua liberdade de expressão e seus direitos terminam onde começam os dos outros.

Não é opinião e liberdade de expressão você desejar o extermínio de gays, negros, judeus, imigrantes e quem mais você imaginar. É crime. O último louco que tentou (e conseguiu por um bom tempo) causou uma guerra mundial. Esse ódio gratuito e infundado de vocês só gera isso: guerra, dor, sofrimento.

É tenebroso perceber que a história se repete por todo lado. Porque isso não é exclusivo dessas pessoas perturbadas (perdão, não consigo definir de outra maneira). Tem gente perturbada espalhada pelo mundo inteiro. Nos ataques terroristas, nas pessoas que se recusam a abrigar refugiados de guerra, na liderança da Coreia do Norte, na dos Estados Unidos, nos eleitores do Bolsonaro… A lista é lamentavelmente quase infinita e eu, de verdade, não sei dimensionar o quão preocupante é que o mundo esteja se direcionando para esse tipo de extremismo mais uma vez.

Bruna Paiva

 

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