O que faz você feliz?

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Sabe o que eu odeio? Quem reclama da vida o tempo inteiro. Tem gente que, não importa quando ou onde te encontre, estará sempre reclamando que não tem isso ou aquilo. “Ah, como eu queria ser bonita igual a essa moça da revista”; “Ah, quem me dera poder sorrir assim”; “Meu Deus, por que é que eu não sou feliz?”.

Posso contar uma coisa? O único obstáculo que te separa da sua felicidade é você mesma. Exatamente. Não é culpa daquele carinha que não te dá bola, nem dos quilos a mais no teu corpo, ou dos seus pais que “não te compreendem”. Muito menos do seu celular que não é de última geração!

Você é o problema. Se você não acredita na sua própria felicidade, minhas sinceras desculpas, mas não sou eu quem vai acreditar no seu lugar. Você é a única que pode decidir o que te faz feliz, e também a única que pode lutar por isso.

Acha que só vai ser feliz se tiver aquele cara? Investe nele! Vai lá, fala o que sente, corre atrás. Coragem, menina! Se não der certo, paciência, mas você, pelo menos, tentou.

Sabe os quilos a mais que te impedem de ser feliz? Não vão mais impedir se você for a um endocrinologista e pedir ajuda para começar a perdê-los. Seus pais? Mais do que você, eles querem a sua felicidade. Essa “incompreensão” não pode ser nada que uma boa conversa não resolva. E o celular? Comece a juntar dinheiro, gata! Qualquer moeda já está valendo.

Seja lá qual for o motivo que não te deixa ser feliz, passe por cima dele. Construa uma meta pra você e faça cada dia valer a pena. Não deixe o sol se pôr sem que tenha dado um sorriso. Uma vida sem sorrisos é uma vida inodora, insípida e incolor. Tão sem graça como beber água com vontade de suco.

Não é merecido viver a vida se for para passá-la reclamando. A felicidade é o bem mais precioso desse mundo. E ser feliz é só o que eu tenho querido de um tempo para cá. Se um dia me vir reclamando ao invés de buscar o que almejo, por favor, vá até mim, me dê uma sacudida e diga: “ei garota, vá lutar pelo que te faz feliz e deixa de ser otária”.

Bruna Paiva

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A Procura da Felicidade

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A procura da felicidade é um tema abordado há séculos. Filmes, livros, filósofos, estudiosos e anônimos tentam há muitos anos explicar qual o sentido da real felicidade e onde encontrá-la.

Alguns acham que só chegarão até ela adquirindo cada vez mais bens materiais. Seguem à risca o sistema que gira em torno do capital. O dinheiro seria a maior fonte de felicidade para essas pessoas.

Mas será mesmo? É certo que com dinheiro, no mundo em que vivemos, é possível comprar de tudo. Mas será que a felicidade também está à venda? Não estaria esta nos pequenos detalhes da vida?

A primeira vez que se vê um filho, uma conversa boba com um amigo que não via há anos, o casamento da sua irmã… Perceber seu amadurecimento em relação ao mundo. Não seriam estes entre outros os verdadeiros motivos da felicidade?

Aquela pessoa que acredita que com o dinheiro compra tudo, será que ela é realmente feliz? Talvez exista um vazio em seu peito por não conseguir comprar o amor, a amizade, uma família

Há alguns anos havia uma novela infantil que em sua trilha trazia uma música que dizia:

“Pobre dos Ricos, que tanto têm

Mas pra que serve tanto dinheiro?

Faltam os sonhos, falta vontade

Falta o tempo e a liberdade

Vivem com medo de perder algo”

A mesma canção, era cantada por uma menina pobre que no refrão cantava com orgulho:

“Não tenho nada, mas tenho tudo

Sou rica em sonhos e pobre em ouro.

Mas de que importa se todo esse dinheiro

Não compra amigos, estrelas e o amor verdadeiro?!”

E ela tem razão. De que importa tanta corrida pelo  dinheiro se ele não compra as coisas mais importantes dessa vida? Devíamos repensar a idolatria exagerada ao capital e dar valor ao que realmente importa. Talvez assim, encontrássemos  a tal da felicidade.

Bruna Paiva