Meus 10 filmes de dança preferidos

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Hoje, 29 de Abril é o dia internacional da dança! Como todo mundo aqui já sabe, eu sou bailarina e a dança é uma das partes mais importantes na minha vida. Portanto quis fazer alguma coisa diferente aqui no blog nesse dia tão especial para mim e todos os amantes da dança em todo o mundo.

Decidi contar para vocês quais são os filmes sobre dança que eu mais gosto. Musicais e filmes que falam sobre essa arte são estilos que realmente mexem comigo e eu adoro assistir. A seleção foi enorme para conseguir escolher os dez que eu vou listar abaixo. Espero que gostem, divirtam-se e principalmente: DANCEM!

EU E A DANÇA ==> Que tal saber como comecei a dançar e ver um vídeo rapidinho de um espetáculo incrível em que também estou no palco ?

1 -Vem Dançar (Take the Lead) – 2005

Este é sem dúvidas o meu filme preferido sobre dança! E o tango final é a melhor coreografia…

Em “Vem Dançar”, Antônio Bandeiras é Pierre Dulaine, um renomado professor de dança de salão. Depois de presenciar um episodio de violência, protagonizado por um jovem, Dulaine decide se oferecer para dar aulas de dança numa escola pública.

Sem dar muito crédito ao professor, a diretora dá a ele a turma dos “rejeitados da escola”. O que acontece depois é o efeito que a mais pura magia da dança pode causar.

 

2- Sob a Luz da Fama (Center Stage) – 2000

“Sob a luz da fama” mostra uma realidade que eu presencio muito, já que se passa em uma escola de dança. Conta a história de um grupo de jovens sem esconder os conflitos internos, dúvidas e dificuldades de cada um deles.

A história de seis bailarinos que dão sangue e suor para conseguir o espaço que almejam na arte que tanto amam. Confesso que me arrancou algumas lágrimas e vi muitas cenas com as quais me identifiquei. E o final é mais do que surpreendente!

 

3- Dirty Dancing – Ritmo Quente – 1987

“Dirty Dancing” conta a história de Baby, uma jovem rebelde e idealista que viaja com a família e acaba se metendo numa festa do hotel. Lá, conhece Jhonny um professor de dança, e se apaixona por ele. Quando a parceira de Jhonny é impossibilitada de dançar por causa de uma gravidez, Baby se oferece para substituí-la. O problema, é que o pai dela não aceita e tenta proibir a filha de dançar.

Esse verdadeiro clássico dos anos 80 é sem dúvidas um dos meus favoritos. Patrick Swayze é maravilhoso e a história de Baby e Jhonny é apaixonante. E nem preciso dizer que “Time of my life” é a minha coreografia preferida…

 

4- Ela dança, eu danço (Step Up) – 2006

Tyler é um jovem da periferia que esta acostumado com as danças de rua. Depois de depredar uma escola de artes, o garoto é obrigado a prestar serviços no local. Lá conhece Nora, uma excelente bailarina que precisa encontrar outro parceiro para a apresentação final. Tyler é relutante, mas acaba concordando em ajudar a garota.

Esse filme é um misto de comédia romântica, drama e musical. Simplesmente emocionante e mexe com qualquer um. E claro, combate o preconceito entre estilos…

 

5 – Footlose – Ritmo Louco- 1984 e 2011

Um jovem se muda para uma cidade do interior e é surpreendido por uma lei local: lá é proibido dançar! O garoto acaba tendo problemas com o conservador reverendo da cidade, ainda mais quando se envolve com a filha do cara, Ariel também ama dançar e quebrar as regras…

Confesso que só assisti a versão mais recente deste clássico. Mas a historia é criativa e envolvente. Ainda assisto ao primeiro filme, com certeza é tão bom quanto o remake!

 

6 – Sob a luz da fama: o poder da paixão (Center Stage- turn it up) – 2009

Em “Sob a luz da fama: o poder da paixão”, uma bailarina auto-didata sonha em entrar para a American Academy of Ballet. Quando não passa na prova, não tem coragem de voltar para casa e acaba como garçonete numa boate de hip-hop. Lá, conhece o bailarino Kenny, juntos os dois se ajudam a melhorar suas técnicas e chegar aonde almejam.

O segundo “Sob a Luz da fama” não tem nada a ver com o primeiro. Mas é tão apaixonante e inspirador quanto.

 

7 – High School Musical – 2006 a 2008

Troy Bolton e Gabriella Maltez se conhecem em uma noite de Karaokê e não se encontram mais. Até que, por coincidência do destino, Gabriella é matriculada na mesma turma de Troy. Quando começam as audições para o musical da escola, ela precisa encorajar Troy, que é astro dos Wildecats e filho do treinador de basquete, a seguir o que ele ama: a música.

Acho que todos da minha geração têm essa trilogias entre seus preferidos. Não me canso de assistir. Aliás, High School Musical só se assiste cantando e dançando!

 

8 -Ela dança, Eu danço 4 (Step Up revolution) – 2012

Emily, a filha de um grande empresário e dono de hotéis tem até o fim do semestre para provar ao pai que pode ser uma bailarina profissional. Enquanto isso, uma onda de flash mobs toma conta da cidade. É a máfia: um grupo de jovens que ama dançar e quer vencer um concurso no Youtube. Mas os caminhos de Emily e Sean, líder da máfia, se cruzam dando início a uma grande paixão.

“Ela dança, eu danço 4” é sensacional. Não assisti ao 2 nem ao 3, mas o 4 não tem nada a ver com o primeiro e é totalmente inovador. O filme diverte, emociona e mostra que dança é sim uma forma de protesto e dá voz a quem não pode falar.

 

9- Ritmo do Amor (Love’n Dancing) – 2009

Nesse filme, Jessica é uma professora de inglês que está prestes a se casar conhece um professor de dança de salão. Ela quer aprender a dançar com seu noivo, mas o cara é um babaca. O professor de dança, que tem uma deficiência auditiva, acaba tendo problemas com sua parceira para as competições. Jessica e o professor acabam se envolvendo.

“Ritmo do Amor” é lindo. Minha parte preferida é quando o professor desliga o aparelho auditivo para dançar. Ele não precisa ouvir a música, apenas senti-la.

 

10 – O Poder do Ritmo (Stomp the Yard) – 2007

Depois de perder o irmão durante um tiroteio, DJ, um rebelde dançarino de Street dance resolve deixar tudo para trás e entrar para a faculdade. O que ele não esperava é que encontraria fraternidades envolvidas com dança. Depois de ter seu talento descoberto, DJ precisa escolher entre duas fraternidades rivais.

“O Poder do Ritmo” é lindo e mostra que o amor supera qualquer barreira. E claro, o poder que a dança tem de expressar tudo sem precisar que nada seja dito.

Gente, esses são os meus dez preferidos, mas, como eu disse, amo esse estilo de filme. Então, quem tiver dicas de outros filmes sobre dança pode deixar aí nos comentários que eu vou adorar assistir!

Beijos,

Bruna

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Os 10 filmes mais esperados por mim este ano

Quem acompanha o blog sabe que eu sou completamente apaixonada por cinema. E todo ano eu espero ansiosamente por algum, ou alguns, filmes. Resolvi fazer uma lista com os 10 filmes mais esperados por mim em 2014:

1.   Júlio Sumiu:

O filme brasileiro, que conta com a presença do meu ídolo (Fiuk) no elenco, conta a história de uma dona de casa que se desespera com o sumiço do filho mais novo. Ela pede a ajuda da polícia mas acaba subindo o morro, por conta própria, para procurar o filho com o traficante mais temido da cidade.

Estreia dia 18 de abril.

2.   A culpa é das Estrelas:

O livro Best- seller que eu amei quando li, e até rendeu uma resenha aqui no blog, vai ter sua adaptação para as telonas este ano. A história de Hazel e Gus é romântica, melancólica e eu tenho certeza que vai arrancar lágrimas de todos nos cinemas.

Estreia dia 13 de junho.

3.   A Esperança – parte 1:

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A parte 1 da adaptação do último livro da trilogia Jogos Vorazes também estreia este ano. Após sobreviver pela segunda vez aos Jogos Vorazes, Katniss Everdeen vira o símbolo da revolução em Panem. Eu que sou louca pelos livros e filmes da série não vou perder este por nada.

Estreia dia 14 de novembro.

4.   Malévola:

É isso mesmo, a bruxa má do conto de fadas ganhou um filme só pra ela. A história da Bela Adormecida contada pelo ponto de vista de Malévola.  O filme da Disney com certeza vai ser lindo e arrepiante, porém, desta vez com um toque de maldade…

Estreia dia 30 de maio.

5.   Noé:

O conto Bíblico da Arca de Noé mais uma vez virou roteiro de cinema. Desta vez com uma pegada épica e medieval e Russel Crowe como protagonista. “Noé” tem tudo para ser uma das maiores super produções do ano. Só o trailer já é de arrepiar.

Estreia dia 4 de abril.

6.   Capitão América: O soldado invernal:

Filmes de supre heróis me encantam e eu não escondo isso. Em “Capitão América: o soldado invernal” o super-herói se alia à Viúva Negra  para combater os inimigos na cidade de Washington.

Estreia dia 11 de abril.

7.   Como Treinar Seu Dragão 2:

O primeiro filme, lançado em 2010, foi sem dúvida uma das melhores animações que eu vi nos últimos tempos. Este ano, na continuação de “Como Treinar Seu Dragão”, Soluço vai enfrentar novas aventuras ao lado de seu dragão de estimação, o Fúria da Noite.

Estreia dia 19 de junho.

8.    Edge Of Tomorrow:

A ficção científica estrelada por Tom Cruise narra a trama de um soldado que fica preso no tempo, condenado a voltar sempre ao dia anterior ao de uma guerra. A história me chamou atenção e já estou louca para assistir ao filme.

Estreia dia 6 de junho.

9.    O Espetacular Homem-Aranha 2:

Mais um de super-herói para a coleção! A sequência da nova versão do herói da Marvel também estreia este ano. Agora, Peter terá que enfrentar o vilão Electro e se aliar a um antigo amigo: Harry Osborn, filho do duende Verde.

Estreia dia 2 de maio

10.    Rio 2:

Sequência da animação que se passa em terras cariocas, “Rio 2” vai trazer de volta o casal de araras-azuis mais lindo dos cinemas. Blu e Jade voltam, agora com um casai de filhotes, para curtir a Copa do Mundo de 2014.

Estreia dia 28 de março.

Robocop: até onde podemos trocar o homem pela máquina?

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No último fim de semana fui assistir com meus pais a remontagem de um filme que eles viram quando adolescentes. Um policial que depois de quase morto é transformado num “robô humano”. RoboCop, lançado originalmente em 1987,  é um dos clássicos de super-heróis criados pelo cinema americano nos anos 80.

No remake lançado no último dia 21 de fevereiro os efeitos especiais impressionam, mas duas outras coisas também me chamaram a atenção. A primeira me deu orgulho de ser brasileira. A outra me fez refletir sobre o ser humano.

O filme de Hollywood  super produzido e com toda a pinta futurista foi dirigido por um brasileiro. José Padilha, o diretor dos filmes “Tropa de Elite” 1 e 2, foi convidado para dirigir a refilmagem de RoboCop, e o fez genialmente.  Na última cena ele escancara na ironia ao colocar um renomado ator americano (Samuel L.  Jackson)  discursando sobre como os norte-americanos se acham superiores ao mundo.

Padilha mostrou talento e fez questão de levar sua equipe de direção brasileira consigo. A única coisa da qual senti falta foi um ator brasileiro no elenco. Se ele teve a liberdade de levar sua equipe para dirigir o filme, podia também ter escalado um de nossos talentosos atores para enriquecer o elenco de peso.

A história do homem que perde seu corpo e é transformado  em um “robô humano” me fez refletir. A vida do policial Alex Murphy é salva depois de um atentado. Uma equipe de médicos e pesquisadores o transforma numa espécie de homem-máquina. Porém, Não conseguem eliminar totalmente seus sentimentos. Esse é o grande dilema do filme. Máquinas têm que executar tarefas sem questionamentos.

De certa forma, Alex ainda é humano e essa humanidade que lhe sobra faz com que ele não seja somente uma pilha de ferro que cumpre ordens mecanicamente. Minha reflexão veio daí. Até que ponto podemos substituir um ser humano por uma máquina? E será que realmente queremos que os homens se comportem como máquinas e vice-versa?

No caso do policial que virou um semi-robô não houve uma completa substituição. Seu corpo era uma máquina controlada por computadores, mas sua humanidade continuou com ele.

Alex conseguiu driblar a tecnologia com seus sentimentos. Mostrou que máquinas são apenas máquinas. “Seres” inanimados, que ajudam muito, mas que não conseguem substituir ou reproduzir  a parte humana que existe em cada um de nós.

Bruna Paiva

Três filmes de amor que eu descobri no Netflix

Eu amo cinema. E quando o Netflix chegou ao Brasil eu fiz meu pai assinar para mim. Além de ser bem baratinho, é uma das minhas maiores diversões. No início nem tinham muitos filmes novos, mas agora tem vários lançamentos. Porém, o que eu gosto mais na locadora virtual é de achar bons filmes dos quais eu nunca havia ouvido falar. Escolhi três dos que eu mais gostei nos últimos meses para compartilhar com vocês.

1-    Se enlouquecer não se apaixone:

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O adolescente Craig resolve se internar numa clínica psiquiátrica depois de pensar em cometer suicídio. Porém, a ala dos jovens é inesperadamente fechada e ele tem de ficar entre os adultos da clínica.

O curioso é que ele faz amigos por lá. Os adultos “malucos” acabam se tornando uma boa companhia. E Craig se apaixona por uma outra adolescente da clínica. O amor dos dois parece impossível, mas diverte e muito. Como diz o título original, “It’s kind of a funny story”,  é uma história bem engraçada.

 

2-   De repente é amor:

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Uma história de amor que começa entre dois jovens que se conhecem num avião. Se sentem atraídos mas acabam concordando que formariam um péssimo casal. Oliver e Emily se reencontram alguns anos depois e assim começa uma conturbada história de amor.

O romance estrelado por Amanda Peet e o gato do Ashton Kutcher me fez chorar e desejar algo tão intenso. Um amor que começa do nada e toma uma proporção bem maior do que eles esperavam. A ponto de largarem tudo para poderem ficar juntos. É lindo.

 

3-   Esperar para sempre:

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O amor é despertado na infância. Willy e Emma se amam quando crianças. Mas depois que os pais dele morrem, ele e o irmão precisam mudar de cidade. Depois de adulto, Willy vai atrás de Emma. Seguindo-a por todos os lugares.

O amor e a obsessão pela pessoa amada se confundem em boa parte do filme. Mas o amor que Willy tem por Emma é tão puro quanto o que tinham quando crianças. As loucuras que ele faz só para chegar perto da mulher que ele ama fazem qualquer uma suspirar pelo personagem interpretado pelo lindo ator Tom Sturridge.

Bruna Paiva

“Carrie a estranha” – ela está nas nossas salas de aula.

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Recentemente tomei coragem para assistir ao filme Carrie- A Estranha.  Digo que tomei coragem porque sempre fui medrosa para assistir a filmes de terror sem ficar morrendo de medo por anos. Meu pai, que é fã do Stephen King e já tinha visto a primeira adaptação do livro do autor para as telonas, queria ver a nova versão e resolvi acompanhá-lo. O filme de terror que achei que me daria medo, na verdade mexeu comigo. Percebi que sempre houve pelo menos uma Carrie por ano na minha sala de aula. E que, com certeza, há uma na sua também. Duvida?

O ser humano sabe como ser cruel, e era isso o que faziam com Carrie. Se você começar a perceber, com certeza existe ou já existiu uma Carrie na sua sala. Aquela menina ou aquele menino que não se entrosa muito com a turma e por isso vira piada nos corredores. Já parou para pensar que ele ou ela pode ser uma pessoa maravilhosa se você tentar se aproximar?

A história de Stephen King, escrita em 1974, trata de um tema bastante atual: bullying. A menina Carrie White foi fechada em seu próprio mundo pela mãe que é uma fanática religiosa. Por isso, é excluída pelos colegas de classe. Logo no início do filme, enquanto toma banho no vestiário do colégio depois de uma aula de Educação Física, ela tem sua primeira menstruação e fica desesperada porque não fazia ideia do que era aquilo.

A falta de informação de Carrie logo vira motivo de piadas entre os colegas de classe. Chris Hargensen, a patricinha da turma, filma a situação da colega e faz com que o vídeo vá parar na internet. Por causa dessa maldade, Chris é proibida de ir ao baile de formatura, fica indignada e resolve se vingar. No baile, dá um jeito de humilhar Carrie na frente de todos os convidados. O que ninguém sabia é que Carrie White possuía poderes telecinéticos. Depois de ser humilhada ela se vinga de todos os colegas que lhe fizeram mal, usando seu poder.

Para a minha surpresa, o filme não me deixou nem um pouco com medo. Pelo contrário, achei a história fascinante e acabei percebendo que, na verdade, Carrie não era estranha. Ela só era tímida e diferente por causa da influência da mãe fanática. Ela não era feia, não era chata, irritante… Mas uma menina linda que gostava de viver como qualquer adolescente. O problema não estava em Carrie. Ela sofria exatamente com a mesma coisa que muitas crianças e adolescentes sofrem hoje: a falta de sensibilidade vinda das pessoas ao seu redor.

O bullying não está só na violência física ou psicológica. Mas também no simples fato de se ignorar a existência de uma pessoa que convive com você. Excluir um colega de classe das reuniões e passeios da turma por falta de interesse em conhecê-lo também é maldade. O que poderia ter acontecido com Carrie se não tivesse passado a vida sendo zoada pelos colegas de turma? Talvez nunca tivesse usado seus poderes para o mal… E se alguém tivesse tentado compreendê-la antes poderia ter evitado a morte de muitos.

A conclusão a que chego é a seguinte: Carrie não era estranha porque não existe um padrão que defina o que é estranho e o que é normal. A definição de estranho no dicionário é “que é pouco comum”. Ninguém pode definir o certo e o errado no jeito de ser. O ideal é aderir e conviver com as diferenças. Porque isso sim é diversidade. Então, na volta às aulas, preste mais atenção na sua sala. Pode haver uma Carrie sentada perto de você…