Se você ama alguém, diga!

“Se você ama alguém, diga. Mesmo que você tenha medo de não ser a coisa certa a fazer. Mesmo com medo dos problemas que isso pode te causar. Ainda que com medo que isso acabe com a sua vida, diga. Diga em voz alta e viva a partir daí.”

Essa é uma das últimas falas do Mark Sloan em Grey’s Anatomy. E, de longe, uma das minhas preferidas dentre as 14 temporadas da série; talvez pela verdadeira dor com que é dita. Mark está morrendo quando fala isso. Ele sabe que está morrendo e acabou de perder a mulher que mais amava na vida. Mas, meio por medo, meio por orgulho, não disse isso a ela até que ambos estivessem numa situação trágica. E é por isso que essa fala me toca tanto.

Eu sempre senti demais. Sempre fui de me apaixonar, de me entregar ao que eu sentia. Ao mesmo tempo, eu sempre tive medo de falar sobre isso, de assumir o que se passava na minha cabeça e ter que lidar com as consequências. Medo de passar vergonha, de perder a amizade, de me apegar, de assumir para mim mesma o que sentia. Medo da falta de reciprocidade, de me decepcionar, de sofrer. Porque eu sempre soube o quanto isso tudo doía.

Até que um dia eu me percebi completamente apaixonada por um amigo. Contando os minutos para encontrá-lo, hipnotizada por aquele sorriso, estudando e tentando decifrar cada ação dele. Eu não dizia o que estava sentindo, como todas as outras vezes em que me apaixonei antes. Mas, em algum momento, me cansei da incerteza. Do esgotamento que eu mesma me provocava ao tentar ler a mente dele, tentar sempre encontrar algo que me mostrasse se ele queria ou não. Pela primeira vez, me esgotei de não conseguir pensar em outra coisa, de fantasiar demais e viver de menos.

Coincidentemente, assisti de novo ao filme “Compramos um zoológico” na mesma época. E acabei me atentando para uma fala que nunca havia me chamado atenção.

“Às vezes, tudo que você precisa são 20 segundos de uma coragem constrangedora e eu prometo que algo bom vai acontecer.”

Essa frase rodeou em minha cabeça por algum tempo até a coragem constrangedora dar as caras de fato. Chamei o menino para conversar e ele confessou não ter o menor interesse em mim. É claro que, na hora, fiquei mal, mas não posso dizer que meus 20 segundos foram em vão. Foi ali que eu aprendi que ser honesto com o que você sente ou pensa é sempre o melhor caminho, ainda que com aquele medo avassalador que o Mark citou. Desde aquele dia, os 20 segundos de coragem continuam sendo minha maior estratégia.

Lidar com as consequências faz parte. O que eu não consigo é lidar com os “e ses” da vida. Falar abertamente sobre o que você sente por alguém é libertador. É claro que já me dei muito mal por expor o que eu sentia, já me decepcionei muito. Mas nunca me arrependi de falar. Porque tudo vira experiência nessa vida, vira história para contar. E o sofrimento uma hora passa, mas a especulação sobre o que teria acontecido se tivesse tido coragem, essa te corrói para o resto da vida.

Agir com a razão faz bem, é óbvio. Mas há momentos em que a gente precisa deixar o coração tomar a palavra. Porque ser racional demais pode te custar mais caro do que deveria.

Então, diga. Se você ama, diga. Se não ama, informe. Não está feliz com as coisas do jeito que estão? Diga! Fale sobre o que você sente. Confesse seus desejos. Diga com vontade, com verdade e então viva a partir daí.

 

Bruna Paiva

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Grey’s Anatomy Book Tag!

Oi, gente!

Tem vídeo novo no canal com uma book tag super divertida sobre a minha série preferida. Eu estava há tempos querendo fazer uma tag com Grey’s Anatomy. Quando procurei no Youtube, encontrei duas versões: uma italiana e outra mexicana. Como não sei falar italiano, traduzi a tag da mexicana Vale Bigotes!

No vídeo, eu associo cada personagem da série a um livro, de acordo com a personalidade de cada um. Entre os livros que cito, alguns, como Seis Anos Depois, Quem é você Alasca e Morte Súbita, já foram resenhados aqui no blog. Para saber qual livro eu associei a cada personagem da série é só dar o play no vídeo acima!

Um beijo e até o próximo vídeo!

Bruna Paiva

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Depois de 12 temporadas de Grey’s Anatomy, estou quase formada em Medicina

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Dia desses me peguei dando instruções sobre primeiros socorros cardiotorácicos para o meu pai. Com a maior segurança do mundo. E com a mesma confiança que me faz ter certeza de que a minha dor de cabeça é causada por um aneurisma, ou um tumor do tamanho da minha mão. Ou que o meu batimento cardíaco acelerado depois de uma aula de dança é claramente um ataque do coração (Page Cardio!). O nome disso não é loucura, acreditem, esse meu grande conhecimento sobre as mais diversas áreas da medicina cirúrgica é culpa de Grey’s Anatomy.

Apesar de muito ter ouvido falar da série durante anos, sempre tive certo preconceito. Minha hesitação era justificada: tenho medo de sangue. Não é um simples nojinho, estou falando de reações como fraqueza, vertigem e, às vezes, desmaio a cada vez que ouço falar de situações que envolvam sangue. Na escola, eu era a fresca que passava mal nas aulas de biologia. No hospital, eu sou (até hoje) a fresca que faz escândalo para tirar sangue, o que só pode ser feito com agulha infantil e com sete enfermeiros me segurando. Eu não gosto de médicos, eu não gosto de hospitais, eu odeio sangue. Ainda assim, a série dos cirurgiões constantemente aparecia na aba “principais escolhas para Bruna”, no Netflix.

No meio do Carnaval de 2016, meu lado masoquista aflorou e eu pensei, “Por que não?”. É claro que as primeiras temporadas foram complicadas. Os episódios de 40 minutos chegavam a durar 90, de tanto ser obrigada a pausar e retomar o fôlego. As cenas de cirurgia e procedimentos mais dolorosos (quase 90% de cada episódio) eram somente escutadas, já que minha mão na frente evitava que eu visse o que não precisava ver. Mas eu sobrevivi. 12 temporadas depois, me sinto quase uma residente. O sangue (na tela do computador, que deixemos bem claro) não me incomoda nem um pouco.

É óbvio que o que me cativou não foram os bisturis. Já nos primeiros episódios eu percebi que aqueles personagens fariam valer a pena cada enjoo e cena desconfortável. E como valeu. Em três meses terminei as 12 temporadas e aguardo ansiosamente pela 13ª, que será lançada em setembro. Até o presente momento já aprendi a usar o disfibrilador, serrar ossos, coloca-los no lugar certo… Sei algo sobre suturas, traqueostomias e retiradas de apêndices. Ah, claro, sou super apta para transplantes e procedimentos cardiotorácicos, aprendi tudo com a minha deusa Cristina Yang.

Brincadeiras à parte, fico impressionada com a transformação causada pela série. A menina que sempre foi fresca ao ponto de não conseguir ouvir falar de sangue, hoje fica super empolgada quando chega uma cirurgia complicada decorrente de um acidente feio, no Grey Sloan Memorial.

Assistir a Grey’s Anatomy acarreta dois únicos problemas. O primeiro, e mais grave de todos, é o famoso apego pelos personagens. Eu duvido que alguém tenha sangue frio o bastante para não sofrer com aquela série. Não dá. Eu tenho um texto sobre luto por personagens, e esse sentimento é constante em Grey’s. A cada morte ou despedida de um personagem, ou mesmo os casos tristes de alguns pacientes, mais dias de depressão. Alguns episódios são feitos única e exclusivamente para judiar do coração de quem assiste.

O segundo problema é desenvolvido aos poucos. Quando você pisca, a hipocondria já tomou conta de sua cabeça. Aquela mancha a que você nunca deu muita atenção vira um câncer de pele, cuja metástase já é terminal. A pontada de dor de cabeça depois de um dia cansativo, pode ser um grande tumor tomando conta de seu cérebro. Uma crise de soluços, aterrorizantemente, pode te levar a morte.

Hipocondria, depressão e a convicta crença de que se pode exercer a Medicina, esses são os sintomas clássicos dos viciados em Grey’s Anatomy. Mas vale a pena, vai. Apesar da autora, Shonda Rhimes, que também escreve How To Get Away With Murder e Scandal, não ter pudor algum em matar meus personagens mais queridos, não consigo mais ficar longe do centro cirúrgico.

Bruna Paiva

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Favoritos do mês: as coisas mais legais de Fevereiro

Olá, pessoal!

O post de hoje traz minhas coisas favoritas do mês de fevereiro. Já vou avisando que têm muitos itens. Isso porque esse mês teve Carnaval e eu não sou muito chegada à festa. Sendo assim, a internet foi onde fiz minha folia ahaha. Confiram aí a lista das coisas mais legais de fevereiro!

 

1-      Irônico- Clarice Falcão

Em fevereiro, a Clarice Falcão divulgou o clipe da música nova dela. Irônico, como o nome já diz, tem uma letra debochada e bem divertida. O clipe parece ter sido gravado na Ilha de Paquetá, aqui no Rio, durante o carnaval. Eu amo as músicas da Clarice e essa, como não podia deixar de ser, me conquistou.

 

2-      Devious Maids

Contei aqui, no último favoritos do mês, que estava louca por uma série. Ela entrou em recesso e o que eu fiz? Isso mesmo, me viciei em outra! Ahaha. Devious Maids conta a história de 5 empregadas domésticas em Bervely Hills depois que uma delas é assassinada. É tão boa que eu já terminei as duas temporadas disponíveis no Netflix!

 

3-      Lagoa Azul – o despertar

Eu não sou uma pessoa muito do Carnaval. Por isso, durante o feriado, fiquei na minha cama usando meu bom Netflix. Descobri um remake do clássico A Lagoa Azul. A versão de 2012 é linda, romântica e me conquistou. Gostei tanto que fiz minha mãe assistir comigo de novo depois.

 

4-      Lip Balm – eos

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Minha amiga passou as férias em Orlando e trouxe uma lembrancinha incrível para mim. O Lip Balm da eos. Aqui no Brasil ele é bem carinho, mas lá fora é barato e vale muito a pena. Eu estou num sincero caso de amor com meu novo hidratante labial. Ele é maravilhoso, deixa os lábios mega hidratados e tem um cheirinho de fruta muito gostoso!

 

5-      Fiuk e Christian Figueiredo

Meu querido e amado ídolo Fiuk agora chegou ao Youtube. Nesse início de canal ele tem chamado alguns Youtubers para parcerias. O vídeo mais legal desses Colabs foi o do canal do Christian Figueiredo. Ficou muito engraçado e cheio de polêmicas ahaha.

 

6-      Melancia Podre – Precisava Escrever

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O texto Melancia Podre do Rafael Magalhães, postado no blog Precisava Escrever, está incrível. Nele, o Rafa faz uma metáfora divertida para falar de amor. Tenho certeza que muita gente vai se identificar.

 

7-      Grey’s Anatomy

Como contei ali em cima, terminei as temporadas de Devious Maids disponíveis no Netflix. E, antes de procurar as outras por aí, acabei começando outra série. Nunca me imaginei assistindo Grey’s Anatomy. Não gosto de hospitais, não levo jeito pra medicina e desmaio só de ver sangue. Na real, nem sei porque decidi assistir ao primeiro episódio. Só o que sei é que depois que você começa, não dá mais para parar. A série é absurdamente viciante e eu acabo de chegar na terceira temporada, portanto, nada de spoilers!

 

8-      Love Yourself- Justin Bieber

Já falei aqui esse mês sobre as músicas novas do Justin Bieber e como o garoto tá mandando bem. A música que me conquistou nos últimos dias de fevereiro foi Love Yourself. A batida é gostosa, a letra bonita e o clipe sensacional. Vale muito a pena ouvir.

 

9-      Work – Rihanna

Meu Deus! O que é a nova música da Rihanna? Work domina sua mente, seu corpo e, quando a gente vê, já está todo mundo rebolando. Não tenho o dom nem a bunda necessários para rebolar como as meninas do clipe e dos vídeos que bombaram nas redes sociais. Mas confesso que, quando toca Work, me sinto a própria Rihanna e saio

rebolando feito louca por aí.

 

10-   O tão esperado Oscar do Leo DiCaprio

A festa do Oscar 2016 foi linda e eu assisti do início ao fim. Mas o que me deixou ansiosa por horas, dias e semanas foi a torcida pela tão merecida e aguardada estatueta do Leonardo DiCaprio. Quem não ama o Leo, gente? Quem não estava torcendo por ele?? E deu certo! O meme de Leo não tendo Oscar chegou ao fim e eu comemorei feito louca. Quem me segue no Twitter acompanhou um pouco de como eu fiquei feliz por ele ahah

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