Lançamento do livro Primeira Página!

Olá, pessoal!

No próximo domingo, 23/04, vai rolar o lançamento do livro Primeira Página: conflito na Baiana. Já falei sobre o livro aqui no blog na época em que ele estava em pré-venda numa campanha de financiamento coletivo. É o primeiro romance do autor JM Costa, que é meu pai.

Primeira Página traz a história de Clara Gabo, uma jornalista que ama o que faz, mas vai precisar enfrentar muitos desafios para concluir sua reportagem  protegendo a única testemunha: uma menina de 9 anos que lhe pediu ajuda. O romance é intenso e prende o leitor do início ao fim.

O lançamento vai acontecer em Botafogo (endereço completo no banner acima). E o autor procura blogueiros e estudantes interessados em um bate-papo que acontecerá antes do evento. Para mais informações sobre a promoção basta acessar http://www.jmcostaescritor.com.br e participar.

Bruna Paiva

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Mortos que viram História

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Você acredita em vida após a morte? Para onde vamos depois que morremos? Não o nosso corpo físico, mas tudo aquilo o que fomos, aprendemos e sentimos enquanto estivemos vivos? Independente da sua fé, ninguém pode responder a essas questões com absoluta certeza. O livro A Guardiã de Histórias traz uma realidade incrível sobre o que acontece depois que morremos.

Histórias. É o que viramos ao morrer. E, como livros, somos guardados na grande biblioteca do Arquivo, uma dimensão paralela. Acontece, que as histórias mais jovens acabam despertando sem saber o que aconteceu e, tentando se encontrar, vão parar numa dimensão intermediária entre o mundo real e o Arquivo. Os guardiões servem para fazer com que essas histórias retornem a seus devidos lugares, impedindo que tenham contato com nosso mundo.

A fantasia escrita por Victoria Schwab apresenta Mackenzie Bishop, uma adolescente que herdou precocemente a função de seu avô, um antigo e renomado guardião de Histórias. Mac segue os passos do avô há quatro anos, mas não pode revelar seu trabalho nem mesmo a seus pais. Depois de uma grande tragédia, a família de Mackenzie se muda para um prédio antigo. A menina não fica tão feliz com a mudança, já que, quanto mais antigo é o lugar, mais histórias viveram ali dentro e maior será o trabalho do guardião daquela área.

Apesar de tratar de um assunto tão denso como a vida após a morte, o livro não traz uma carga negativa. Fala de morte, superação, da dificuldade em lidar com a perda de quem amamos, confiança a importância da amizade. Traz drama, é claro, mas consegue fazer o leitor rir e se apaixonar. A angústia da personagem principal e o carisma dos coadjuvantes fazem com que a gente não consiga parar de ler. Li em menos de uma semana e me diverti com as personagens. Senti como se já os conhecesse há muito tempo.

Pode parecer muito louco, mas a realidade que a escritora americana criou é incrível. Em poucas páginas, a divisão de dimensões e a importância dos guardiões deixam de ser confusas e cativam o leitor. É uma realidade tão legal que eu juro que queria que fosse verdade. É uma história para todas as idades. E incrível para quem, como eu, não tem muita certeza do que acontece depois que a gente parte desse mundo.

Bruna Paiva

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Eu (finalmente) li o novo Harry Potter!

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Até que enfim, depois de todo o mundo já ter lido na época do lançamento, eu finalmente li o tão esperado oitavo livro de Harry Potter. E é claro que um livro tão especial não podia deixar de ter minha opinião aqui para vocês!

A história original escrita pela diva deusa J.K. Rowling e pelos roteiristas John Tiffany e Jack Thorne é um roteiro de teatro para a peça em cartaz na Inglaterra (E, infelizmente, só lá por enquanto). Harry Potter and the Cursed Child, ou, Harry Potter e a criança amaldiçoada, traz o mundo mágico e nossos personagens tão amados dezenove anos depois da batalha de Hogwarts em que Voldemort morreu. O novo livro apresenta os filhos de Harry, Gina, Ron, Hermione e Draco. Mas os protagonistas dessa história são Albus Potter (filho de Harry e Gina) e Scorpius Malfoy (filho de Draco).

Não é o melhor livro da série. E, por ser um texto teatral, está bem longe do texto incrível com que J.K. nos conquistou há tantos anos. Se você espera que Albus seja como o pai e seus amigos, bom, desculpe te decepcionar, mas não é bem assim. Albus é Sonserina e seu melhor amigo é Scorpius, um Malfoy. Os dois são fracassados e odeiam a escola de magia. Ainda assim, é impossível não se afeiçoar aos personagens novos. Eles são muito diferentes de seus pais e isso choca no início. Mas, no decorrer da história, eu juro que me apaixonei pela amizade dos dois.

Albus odeia ser filho de Harry Potter. E, vamos concordar, ter a pressão de ser filho de alguém que salvou o mundo nas costas, realmente, não deve ser tão legal assim. No novo livro, Albus acredita que precisa fazer um ato tão grandioso quanto o do pai e, convencido por Amos Diggory, resolve voltar no tempo e tentar salvar a vida de Cedrico Diggory, que morreu no Torneio Tribruxo, anos antes. Mas a gente sabe bem que mexer com o tempo não é tão simples assim. A coisa foge do controle e Albus e Scorpius precisam salvar o mundo das realidades paralelas que criaram mexendo no passado.

A história é divertida e a gente torce a todo tempo pelos novos bruxos. Mas acho que a melhor parte é estar de volta àquele universo, junto dos personagens mais incríveis. A cada página, meu coração se derretia em saudades. Foi maravilhoso voltar a ter contato com aqueles personagens tão especiais para mim. Acompanhar o presente deles. O casamento de Ron e Hermione, de Harry e Gina, a vida de um Draco viúvo com o único filho, o clima de Hogwarts com a amada McGonagall como diretora…

E, confesso, eu, que nunca gostei muito do Draco e da Sonserina, desenvolvi um carinho enorme pelos dois graças a Albus e Scorpius. Apesar de ainda não ter me conformado com o resultado do novo teste do Pottermore, que me tirou da Grifinória e me colocou na Sonserina, meu coração abriu um espacinho para a casa de Draco, Albus, Scorpius, Snape e, quem sabe um dia eu consiga chamar de minha…

Harry Potter And The Cursed Child é uma história para matar a saudade. Não vá esperando um livro sensacional ou uma história que mude tudo. Mas se você, como eu, é apaixonado por aqueles personagens e o universo mágico criado por J.K. Rowling, com certeza também vai adorar o livro novo. Foi um reencontro incrível com a história que marcou minha adolescência e amenizou a falta enorme que tudo aquilo me fazia.

Bruna Paiva

Bruna Paiva

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Boa Noite: uma história importante, mas nem tão fofa quanto o título

Entrar numa faculdade, morar numa república, mudar de cidade, conhecer gente nova, ter a oportunidade de escolher quem você vai ser de agora em diante. Quanta gente não sonha com isso por aí? É exatamente o que acontece na vida de Alina, no livro Boa Noite, da Pam Gonçalves.

Alina cresceu no interior e nunca teve uma vida social muito ativa. Quando passa para o curso de Engenharia da Computação na universidade, arrisca sair da casa dos pais e vai morar numa república. Lá, começa a ser apresentada para a vida universitária. Junto com os novos amigos, ela passa a frequentar as melhores festas e conhece muita gente. A menina se descobre gostando desse mundo e até arrisca um romance. Tudo parece incrível até que criam uma página de fofocas na internet para falar sobre as garotas da faculdade. Paralelo a isso, vários casos de abuso sexual começam a ser denunciados na faculdade.

Boa Noite não é uma história fofa como o título. O livro traz um assunto muito importante e o trata com seriedade. Amei a maneira como a Pam nos envolve no drama de Alina. A narrativa em primeira pessoa aproxima o leitor da protagonista. Não consegui parar de ler enquanto não terminei. Os personagens são incríveis. Muito bem construídos, tive vontade de ser amiga da Manu e casar com o Gustavo.

img_20160918_202240.jpgAcompanho a Pam Gonçalves desde que ela escrevia suas resenhas no blog Garota It. Um dos meus livros favoritos é uma indicação dela e já até ganhou resenha aqui no blog: A Lista Negra. Adoro os vídeos do canal da Pam no Youtube e fiquei muito curiosa quando soube que ela lançaria um romance. Quem me segue nas redes sociais viu que eu fui ao lançamento aqui no Rio. Ela foi muito simpática na tarde de autógrafos e me pediu para contar o que eu achasse do livro.

Eu achei o livro incrível. A maneira como ela retrata um comportamento machista na universidade, a relação de quatro meninas com um curso predominantemente masculino. A amizade entre os colegas de república, o romance de forma sutil, sem tirar o foco do assunto principal. É uma história que fala sobre abuso sexual, machismo, representatividade, preconceito, sororidade, amizade e amor. Um livro que eu levei para me acompanhar numa viagem e me fez rir e chorar na beira da piscina.  Que faz pensar e que tinha que ser lido por todos os jovens. Um livro que rende uma boa discussão sobre a maneira com que as pessoas pensam e agem por aí.

Se o primeiro livro da Pam já me deixou tão encantada, mal posso esperar pelos próximos trabalhos da autora!

Bruna Paiva

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Grey’s Anatomy Book Tag!

Oi, gente!

Tem vídeo novo no canal com uma book tag super divertida sobre a minha série preferida. Eu estava há tempos querendo fazer uma tag com Grey’s Anatomy. Quando procurei no Youtube, encontrei duas versões: uma italiana e outra mexicana. Como não sei falar italiano, traduzi a tag da mexicana Vale Bigotes!

No vídeo, eu associo cada personagem da série a um livro, de acordo com a personalidade de cada um. Entre os livros que cito, alguns, como Seis Anos Depois, Quem é você Alasca e Morte Súbita, já foram resenhados aqui no blog. Para saber qual livro eu associei a cada personagem da série é só dar o play no vídeo acima!

Um beijo e até o próximo vídeo!

Bruna Paiva

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Eu estive aqui: um livro que precisa ser lido!

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Imagine ter uma amiga que foi criada junto com você, quase como sua irmã. Aquele tipo de amiga que te conta tudo o que acontece na vida dela. De repente ela se mata, de maneira friamente calculada, e só o que você recebe é um e-mail padrão de despedida. É exatamente o que acontece com Cody Reynolds em Eu Estive Aqui.

Depois que Meg, sua melhor amiga, toma um frasco de veneno, sozinha num quarto de motel, Cody se questiona como não percebeu o que a amiga pretendia. Acolhida pela família de Meg, e ajudando a recolher as coisas que a amiga havia deixado em Tacoma, onde fazia faculdade, Cody começa a descobrir outras coisas que Meg nunca havia contado.

Quando descobre arquivos suspeitos no computador da amiga, Cody percebe que tudo o que sabe sobre a morte de Meg pode estar distorcido. Ela, então, resolve se dedicar a uma profunda investigação para tentar entender o que levou a amiga àquele fim.

 Eu adoro as histórias da Gayle Forman, e com Eu Estive Aqui não foi diferente. A personagem principal é bem cativante e os secundários, além de bem construídos, fundamentais para o desenrolar da história. A cada capítulo eu me sentia mais próxima de Cody, me identificava com algumas inseguranças e sentia pena por outras. Em determinado momento da história, deu vontade de abraçara personagem, para evitar que ela sofresse mais. É incrível como dá para sentir a angústia que passa na cabeça dela por não entender ou não ter conseguido evitar o que Meg fez.

O livro, da editora Arqueiro, é forte e apesar de haver um romance presente, ele é tratado em segundo plano. E não podia ser diferente, a história pedia que fosse dessa forma. Eu Estive Aqui trata sem tabus de assuntos muito importantes: depressão e suicídio. Questões que são evitadas socialmente, mas que precisam ser abordadas.  Ao fim do livro, um artigo sobre a importância da discussão desses temas e mostrando os números de casos no Brasil deixa clara a necessidade de falar sobre esses temas.

A personagem Meg, infelizmente, é inspirada numa história real. Nos agradecimentos da autora, Suzy Gonzales é citada como influência para a criação de Meg Garcia. A situação de Cody é muito comum por aí. Justamente porque não se fala muito no assunto, não conseguimos perceber os sinais de alguém que está prestes a se matar.

A história é forte e seus personagens também, desde Ben McCallister, guitarrista underground por quem Meg foi apaixonada, até Scottie, o irmão mais novo da menina que cometeu suicidio. Uma história com um tema complicado, que é abordado de forma incrível. Eu Estive Aqui me tirou de uma ressaca literária gigante. É um livro que as pessoas precisam ler!

Bruna Paiva

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E aí, vamos juntas?

Vamosjuntas4Você está sozinha, voltando para casa, às oito da noite. A rua está deserta e escura. Você anda rápido, com a bolsa na frente do corpo, cara de má, atenta a qualquer movimento suspeito. De repente escuta passos atrás de você. Seu coração acelera, o medo pulsa nos seus ouvidos, você prende a respiração e, sem diminuir o passo, junta um pouquinho de coragem e olha para trás. É outra mulher. A adrenalina abaixa, e a sensação é de alívio imediato. Você se vira para frente e continua o caminho até sua casa.

Se você é mulher e anda sozinha nas ruas da sua cidade, é improvável que nunca tenha sido protagonista da cena descrita acima. Afirmo ainda que, talvez você já tenha sido a mulher que está atrás. Provavelmente também com medo e dando graças a Deus pela pessoa da frente ser outra mulher. Agora pense comigo, em vez de caminharmos a passos de distância, cada uma com seus medos, por que não vamos juntas?

Sororidade. Você sabe o que é? Relaxa, porque eu também não sabia. Sororidade é a união e aliança entre as mulheresVamosjuntas3 baseadas no companheirismo e na luta por um bem comum. Não entendeu ainda? A sororidade se aplica quando, na cena ali em cima, as duas mulheres andam lado a lado, unidas, protegendo uma a outra e sentem-se mais seguras com a companhia.

Fui apresentada à sororidade pelo movimento Vamos Juntas? da Babi Souza. O livro do Vamos Juntas? foi lançado no mês de Março e me deixou encantada com o movimento. A ideia do Vamos Juntas? é exatamente o que seu nome sugere. Uma atitude simples que pode parecer banal, mas que é capaz de fazer toda a diferença. A menina indo na mesma direção que você, provavelmente, também está com medo da rua escura. Um “Oi, tudo bem? Também estou indo para lá, vamos juntas?” faz bem para a segurança das duas.

Pela primeira vez na vida percebi como é importante que nós, mulheres, sejamos mais unidas. Que não olhemos a moça ao lado como rival só porque é uma mulher.

Vamosjuntas2Sim, estamos falando de feminismo. E, sim, você precisa e muito dele. Sem extremismos, sem querer ser melhor do que ninguém. Apenas para garantir nossos direitos. É uma luta para que sejamos realmente livres em nossa sociedade. Livres para usarmos a roupa que quisermos, sem receio do que vamos ouvir pelas ruas. Livres para nos sentarmos à janela do ônibus (que, convenhamos, é o lugar mais legal) sem medo de quem vai sentar ao corredor. Livres para não nos sentirmos vulneráveis pelo simples fato de sermos mulheres.

O movimento Vamos Juntas surgiu como uma página no Facebook em junho de 2015. Desde então, publica incentivos à sororidade, ao feminismo e diversos relatos de meninas e mulheres de todo canto do país. Lendo o livro, que também é cheio de depoimentos, perdi a conta de quantas vezes me arrepiei ao ler histórias reais que não deveriam acontecer com ninguém.

Sinceramente acho que deveria ser uma leitura obrigatória para nossa sociedade. O livro deixa claro conceitos como sororidade, diferenças entre feminismo, femismo e misandria, além de mostrar, de forma lúdica, a importância do feminismo para a sociedade.Vamosjuntas

Sempre acreditei na ideia de que se saísse com um homem ao lado, estaria mais segura para andar na rua. Lembro que, na escola, sempre que precisava almoçar fora, arrastava um amigo comigo, mesmo que já tivesse a companhia de outra menina. O Vamos Juntas me mostrou que a mesma sensação de segurança de estar acompanhada de um homem pode acontecer se me unir às mulheres que temem o mesmo que eu. Hoje, depois de conhecer o movimento, não me acanho em olhar para a mulher ao lado e fazer essa simples perguntinha que pode mudar o destino das duas: e aí, vamos juntas?

Bruna Paiva

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Luan Santana: uma história tão encantadora quanto o cantor

wp-1459595571538.jpgQuem esse garoto pensa que é para lançar uma biografia? Sei que essa provavelmente é sua reação ao descobrir a biografia de Luan Santana em alguma livraria. Mas na resenha de hoje venho te pedir que dê uma chance. Se você acompanhou o menino evoluir do meteoro da paixão até as músicas incríveis de 2015, provavelmente vai gostar do livro.

Luan Santana – a Biografia não é um livro contando a trajetória de vida de Luan Rafael. O livro escrito pelo jornalista Ricardo Marques conta a história do fenômeno Luan Santana. Como ele começou a cantar e, principalmente, como chegou aonde está hoje.

Eu sempre admirei muito o Luan. Gosto das músicas, acho as letras muito boas. Mas o que me chama muita atenção há tempos é o relacionamento dele com as fãs. Acho Luan Santana extremamente carinhoso e respeitoso com aqueles que o admiram. Um exemplo para todos que são tidos como ídolos. Fora que passa uma verdade e um carisma incríveis em qualquer entrevista. É ele abrir a boca para falar que eu já começo a suspirar. Um príncipe.

Ganhei a biografia bem perto do lançamento, no fim de 2015. Quando terminei de ler me peguei ainda mais admiradora do cantor do que antes. A história de uma família de classe média com um filho talentoso e pais que compraram seu sonho me conquistou.

A biografia conta histórias como a da dupla sertaneja famosa que roubou as músicas que Luan cantava quando não era tão conhecido. Ou a da gravação caseira que acabou indo parar nas rádios.

Para quem, como eu, lembra de Luan desde 2009, com aquelas músicas que grudavam na cabeça (te dei o sol, te dei o mar pra ganhar seu coração. Ou tô de cara com você, tô de cara com vocêêê), é legal saber o que acontecia por traz de toda a explosão. Quais os momentos difíceis, as pessoas que mais o ajudaram, as que só atrapalharam… Como o menino estava se sentindo em meio a tanta exposição quando começou a ficar conhecido. Como foi a evolução de gurizinho do interior a ídolo nacional.

A biografia do Luan Santana é um livro que te conquista aos pouquinhos. Eu li em poucas horas. A história é bonita e interessante. E te garanto que você vai ler encantado até a última página, e fechar o livro desejando conhecer o Luan.

Bruna Paiva

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Cartas de amor aos mortos: um livro para te fazer refletir

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Laurel é uma adolescente começando seu primeiro ano de Ensino Médio. Na escola nova, ninguém sabe nada sobre seu passado. E seu objetivo é exatamente esse. Escolheu mudar de escola para não precisar aturar os olhares de pena das pessoas em volta. Para não precisar se lembrar da falecida irmã May a cada passo que desse na escola antiga.

Entretanto, no primeiro dia de aula, a professora de inglês passa uma tarefa que deixa Laurel desconsertada: escrever uma carta para alguém que já morreu. A menina então começa a escrever para Kurt Cobain, Amy Winehouse, Elizabeth Bishop e muitos outros. Apesar de não serem entregues à professora, as cartas para seus ídolos falecidos acabam virando uma terapia para Laurel durante todo o ano, ajudando-a em suas questões.

Cartas de Amor aos Mortos é um livro incrível. Uma história triste contada de um jeito que pode parecer mórbido, mas é o que a torna mais especial. Não gosto muito do estilo do livro, contado somente em cartas, mas ele me conquistou de verdade. Me apresentou personalidades que eu não fazia ideia de quem eram e personagens por que me apaixonei ao longo das páginas.

O romance de estreia de Ava Dellaira não é só mais um. O livro passa uma mensagem linda sobre a vida. A maneira com que Laurel idealiza uma heroína na irmã e, aos poucos, percebe que May era uma pessoa normal, com muitos defeitos, é conduzida de uma forma sensacional.

A autora americana escreve de um jeito que prende o leitor. A gente quer saber o que aconteceu com May e ao mesmo tempo quer abraçar Laurel para acabar com seu sofrimento. É uma história para te fazer chorar e refletir sobre a brevidade da vida e a não aceitação de si mesmo.

Bruna Paiva

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Livros que me surpreenderam X livros que me decepcionaram

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Eu amo ler. Sempre gostei muito, desde bem pequena. Por isso, estou sempre nas livrarias físicas e online procurando livros que me agradem. Adoro olhar os livros que mais fazem sucesso no Brasil e lá fora também. Como leio muito, sempre há aqueles livros que surpreendem. Em contrapartida, também existem aqueles em que eu coloco uma super expectativa e acabam me decepcionando.

A lista de hoje traz cinco livros que me decepcionaram e cinco que me surpreenderam!

LIVROS QUE ME DECEPCIONARAM:

1-      As vantagens de ser invisível

Sim, o queridinho de um monte de gente me decepcionou, e muito. Era um livro de que todo mundo estava falando bem. E o filme tinha, como protagonista, minha querida Emma Watson. Resolvi ler o livro primeiro e não gostei. Achei a história arrastada demais, chata toda vida. Acho que sou a única pessoa no universo que não gostou desse livro. Já que, toda vez que o digo, alguém olha pra mim como se eu fosse um extraterrestre…

 

2-      Um amor para recordar

Acho que esse foi o único livro do Nicholas Sparks que li e não gostei. Talvez porque eu esperasse demais dele. Assisti ao filme antes de lê-lo, e esse é um dos raros casos em que o filme é absurdamente melhor. O livro perde um pouco a graça se você já assistiu ao filme. Isso porque, na adaptação para cinema, algumas coisas foram mudadas e a história ficou muito mais emocionante…

 

3-      Cidade dos Ossos

Não, eu não gosto de Os Instrumentos Mortais. Assisti ao filme e achei horrível. Mas como muitos fãs também odiaram a adaptação, resolvi dar uma chance para o livro. Li Cidade dos Ossos com a maior boa vontade do mundo. Ainda assim, achei um saco. A autora mistura muitas mitologias numa coisa só. Tem demônio, vampiro, lobisomem, sociedades secretas, anjos… Sei lá, achei muito confuso. Me decepcionou porque eu realmente queria gostar da série…

 

4-      Eu, você e a garota que vai morrer

Esse é o típico livro que você está louco para ler, pede de presente e quando começa se decepciona. A sinopse parecia incrível, a capa é linda e a história vai até virar filme. Mas a cada página que eu lia pensava “mas é só isso, mesmo?”. Não gostei. Achei a história arrastada e os personagens não conquistam.

 

5-      A Esperança

Sim, Jogos Vorazes é uma das minhas trilogias favoritas. Não, eu não gostei do final. Amo os personagens, amo a história. Mas o último livro me decepcionou demais. Achei o final jogado, não gostei do desfecho, das mortes desnecessárias, nem da maneira como as coisas acontecem. Esse é um livro que dói no coração não ter gostado. Mas infelizmente o desfecho de uma das minhas séries favoritas é um dos livros que definitivamente não é meu favorito.

 

LIVROS QUE ME SURPREENDERAM:

1-      Capitães da Areia

Essa obra prima de Jorge Amado se tornou um dos meus livros preferidos da vida. Peguei o livro esperando que fosse mais uma leitura clássica daquelas que todo mundo precisa fazer. Terminei tendo a certeza de que todos precisam ler. Não por ser clássico, mas porque é um livro absurdamente incrível. Um assunto atual e que me tocou de uma maneira que eu não esperava. Leia a resenha completa do livro.

 

2-      Morte Súbita

Sou fã de Harry Potter. Quando percebi que Morte Súbita, da mesma autora, não tratava nem mesmo de fantasia, me decepcionei. Confesso que achei a primeira parte bem chata. Mas depois que você entra na história e se envolve com os personagens, não tem como não se apaixonar. É incrível e me trouxe uma das minhas personagens preferidas da vida: a Krystal. Lei a resenha completa do livro.

 

3-       Quero ser Beth Levitt

Esse livro ganhou uma resenha recentemente aqui no blog. Comecei a ler achando que a história falava de dança. Me enganei, mas ainda bem que eu insisti na leitura. A história me emocionou e me surpreendeu de verdade. A cada acontecimento inesperado ela me conquistava um pouco mais. Lei a resenha completa aqui.

 

4-      Quem é você Alasca?

Esse é um dos meus livros favoritos. Li na época em que a moda era A culpa é das estrelas. E me surpreendi ao perceber que a história de Alasca era muito mais intensa. Me identifiquei com a protagonista, ri, chorei e terminei o livro com uma baita ressaca literária. É uma história incrível que vale a pena ser lida e que me marcou muito. Leia resenha completa aqui.

 

5-      Para onde ela foi

Esse livro é a continuação de Se Eu Ficar. Achei o primeiro livro melancólico demais. A história é extremamente triste e a protagonista não me conquistou. Achei Mia meio chata e sem graça. Já o segundo livro é narrado por Adam Wilde e me surpreendeu por ser incrível. Amei o personagem, me identifiquei e passei a gostar mais do livro…

 

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