Girl Power: 10 filmes sobre mulheres incríveis!

Oi, gente. No post de hoje, eu trouxe 10 filmes que eu adoro e trazem histórias de mulheres incríveis. São filmes ótimos para aqueles dias em que a gente precisa de um bom exemplo de empoderamento feminino. Girl Power minha gente!

  • Bad Moms (Perfeita é a mãe)

Esse filme é muito divertido, e, pra quem é mãe, deve ser libertador. Amy é uma mulher que parece ter uma vida perfeita, casamento, filhos, trabalho, tudo sobre controle. Mas um dia ela simplesmente se vê cansada daquela rotina toda e, na companhia de mais duas amigas,   resolve ser uma “bad mom”, porque, afinal, ninguém consegue ser perfeita o tempo inteiro.

 

  • Operações Especiais

Essa produção nacional é simplesmente incrível. A protagonista, vivida pela maravilhosa Cléo Pires, é uma jovem formada em hotelaria que, depois de presenciar um crime, resolve entrar para a polícia. Dentro da equipe, ela é a única mulher e acaba sendo subestimada pelos colegas. Mas, apesar de todo o preconceito, ela se mostra uma profissional muito competente e acaba se tornando essencial nas operações.

 

  • O sorriso de Monalisa

Aquele tipo de filme transformador, sabe? Uma professora de História da Arte recém-formada é contratada para lecionar numa das melhores escolas só para meninas do país. Katherine Watson é uma mulher extremamente livre e se vê numa saia justa quando percebe que a maioria das meninas na escola olham para o casamento como sua única possibilidade de futuro. O trabalho que ela faz com as alunas, mostrando que elas podem ser qualquer coisa que quiserem, é maravilhoso.

 

  • Legalmente Loira

Esse é um clássico, né? Quem nunca assistiu e se envolveu com a história de Elle Woods? A loirinha vai pra faculdade atrás do namorado (que é um idiota e largou a menina) e, apesar dos preconceitos vindos de absolutamente todos os lados, acaba se destacando entre os colegas. Não tem como não torcer pela menina.

 

  • Nise- o coração da loucura

Mais um nacional incrível. Nise é protagonizado pela Glória Pires e conta a história real da psiquiatra Nise da Silveira. O trabalho que a médica faz com os internos mais “problemáticos” passa das barreiras dos preconceitos. A história é muito inspiradora. E, meu Deus, QUE MULHER. Um exemplo de força e determinação.

 

  • Joy

A história da moça que tem uma vida pessoal extremamente complicada, mas ideias brilhantes é incrível. A protagonista, vivida pela musa Jennifer Lawrence,  batalhou muito para conseguir ser uma mulher poderosíssima graças às suas invenções.

 

  • O Diabo veste Prada

Outro clássico maravilhoso! Só de pensar nele eu já começo a cantar Suddenly I See. Andy é uma moça cheia de sonhos para sua carreira jornalística. Mas nas mãos de sua chefe, Miranda Priestly a menina sofre e muito. A vida dela vira completamente de cabeça para baixo e ela acaba colocando a própria confiança à prova. Mas é claro que ela consegue dar a volta por cima e surpreender inclusive a chefe doida.

 

  • Jogos Vorazes

Quer mulher mais empoderada que Katniss Everdeen? A menina se voluntaria para tomar o lugar da irmã num reality show mortal e ainda revoluciona o país inteiro.  Fora que enfrenta todo mundo que sempre a subestimou, né? E mostra que ela pode conseguir o que quiser fazendo as coisas do jeito dela.

 

  • Orgulho e Preconceito

O filme baseado no romance de Jane Austen (que inclusive é o livro que eu estou lendo no momento) é uma graça. Elizabeth Benett é a segunda de uma família de cinco irmãs, mas diferente delas, a menina não quer que sua vida se resuma a um casamento. Ela recusa um casamento sem amor com um primo que só a quer por interesse e, cada vez mais, seus encontros com o enigmático Mr. Darcy aumentam. Apesar de ser uma história de amor, A força e a personalidade forte de Elizabeth são INCRÍVEIS.

 

  • Histórias Cruzadas

Esse filme é MARAVILHOSO. E tem um monte de mulheres incríveis. Uma jornalista resolve escrever um livro sobre as mulheres negras da cidade que largam suas vidas pessoais para trabalhar nas casas da elite e cuidar dos filhos dos ricos. É uma história divertida e emocionante.

 

Gostou do post? Então, comente, compartilhe e não se esqueça de me seguir nas redes sociais!

Siga @ADemaisblog e @BrunaPaivaC no Twitter

Curta a fanpage do Adolescente Demais no Facebook

Siga @ademaisblog e @BrunaPaivaC no Instagram

Acompanhe BrunaPaivaC no Snapchatwp-1465389060779.png

CLIQUE AQUI PARA VISITAR O ADOLESCENTE DEMAIS NO YOUTUBE

Anúncios

Apaixone-se por você mesma

Não existe nada mais libertador do que se permitir ser você mesma. Falar o que você pensa, vestir o que você gosta, ser quem você quiser. Uma vez que você se permite viver dessa forma, é quase certo que vai acabar se apaixonando por quem você é. E essa sensação é transformadora.

Não por aquela velha máxima de que “se eu não gostar de mim, quem é que vai?”; porque quando você começa a gostar de verdade de quem é e se deleitar com sua própria companhia, pouco importa a opinião de quem quer que seja. Você deixa de viver naquela eterna tentativa de agradar os outros e passa a simplesmente ser você. Se alguém gostar, ótimo; se não, tá tudo bem também.

É incrível se perceber apaixonada por si mesma. Olhar no espelho e finalmente gostar do que vê. Investir tempo para correr atrás do que você acredita e fazer coisas por si mesma. Gostar de cada detalhe e entender que as particularidades que te enlouqueciam na adolescência são, na verdade, parte de quem você é.  Entender que você é incrível, independente do que as pessoas digam. Preenche um vazio que você nem sabia que existia.

Quando você se apaixona por você, acredita em si, a validação alheia sobre sua vida deixa de ser a coisa mais importante do mundo. Você passa a ser alguém com brilho próprio, deixa de esperar a luz dos outros para conseguir se enxergar.

Nada nem ninguém no mundo vale o sentimento de estar bem com você mesma. De se sentir livre, plena e independente.

Mas isso tudo só acontece quando você consegue compreender que a pessoa mais importante da sua vida é você mesma. Não importa o quanto a vida às vezes tente te provar o contrário, você é protagonista da sua passagem pelo mundo. E, enquanto você não se coloca como prioridade em sua própria existência, não dá para ser feliz de verdade.

Bruna Paiva

Gostou do post? Então, comente, compartilhe e não se esqueça de seguir o blog nas redes sociais!

Siga @ADemaisblog e @BrunaPaivaC no Twitter

Curta a fanpage do Adolescente Demais no Facebook

Siga @ademaisblog e @BrunaPaivaC no Instagram

Acompanhe BrunaPaivaC no Snapchat

CLIQUE AQUI PARA VISITAR O ADOLESCENTE DEMAIS NO YOUTUBE

 

A diferença entre assédio e elogio

Cena: Menina, 17 anos, saindo do prédio num dia de calor do Rio de Janeiro. A rua é uma ladeira pouco movimentada na zona norte carioca. Ela está indo para o pré-vestibular, mochila nas costas, sol na cabeça, vai pegar um ônibus na rua transversal. Eis que o táxi descendo a ladeira diminui a velocidade até quase se igualar ao ritmo dela. O trabalhador no volante escancara a janela, mete a cabeça para fora e grita “tá de parabéns, hein, gostosa”. Ela revira o olho, mas ignora. Ele repete e ela precisa respirar fundo para não responder. E então, escuta um barulho alto. Quando olha para trás, vê que, prestando tanta atenção nela, o taxista esqueceu de olhar para a rua e acabou batendo no carro parado na frente. Ela ri bastante, o cara fica puto.

A história acima aconteceu com uma amiga minha. Ela postou no Twitter e eu achei bem engraçado. Acontece que, quando passei adiante, ouvi muito os seguintes argumentos: “você tá achando engraçado? É o instrumento de trabalho do cara”, “ele tava só elogiando a garota, não fez nada demais”, “o cara faz um elogio e vocês desejam o mal dele?”, “ele deve ter levado o maior prejuízo e ela ainda riu na cara dele?”.

De fato, é o instrumento de trabalho do cara. E certamente ele teve um prejuízo. Mas, queridos, eu acredito bastante em carma. O que você faz nessa vida, seja bom ou ruim, volta. De uma forma ou de outra, volta. E para aqueles que ainda têm uma certa dificuldade em diferenciar elogio de assédio, deixa eu tentar ser bem clara e didática.

Se você quiser elogiar uma mulher desconhecida na rua, aqui vai um tutorial. Chegue desarmado, sem essa tua marra de quem acha que come todo mundo mesmo. Olha no olho dela enquanto fala. Diz que ela é bonita, que gostou do jeito que ela se veste, que o perfume é bom, que ela tem um sorriso lindo, fala para ela o que chamou a sua atenção. Mas, antes de falar, pense dez vezes se o que você pretende dizer pode soar ofensivo. Não encosta nela enquanto fala a não ser que ela te dê liberdade para isso. (E, não, a roupa dela não é código para você saber se pode ou não pôr sua mão ali)

Se você chegou numa boa, foi simpático, elogiou a menina de verdade e esperou a reação dela sem pressão, você tem alguma chance de ela te achar legal e te dar uma atenção. Mas se ela disser não, querido, paciência, a vida é assim mesmo.

Quando você grita “e aí, gostosa”, “princesa”, “ô, lá em casa”, ou coisas do gênero para qualquer uma na rua, isso NÃO É um elogio. Você está sendo escroto, babaca, machista e imbecil, no mínimo. Esse tipo de coisa ofende. Não porque a gente não se ache gostosa, pelo contrário. Mas porque a gente se sente exposta, nua, suja e impotente. Parece que você é um pedaço de carne no açougue à disposição de quem quiser levar. E ofende porque a gente sabe que é muito mais do que isso; e queremos ser vistas e tratadas com respeito.

Você não tem o direito de assediar ninguém na rua só porque acha que tá tudo bem. Porque pra você pode até estar tudo ótimo. Mas para a gente não fica. Surgem um milhão de questões na cabeça. Dúvidas sobre o nosso valor e capacidade de chegar onde queremos.

Muita gente tenta educar homens falando “podia ser a sua mãe, sua filha ou sua irmã”. Mas a verdade é que o assédio não é errado porque você tem uma mãe, filha ou irmã. O assédio é terrível porque nós somos seres humanos; tão capazes quanto vocês. E merecemos respeito e liberdade para viver em paz, assim como vocês.

Bruna Paiva

 

 

Gostou do post? Então, comente, compartilhe e não se esqueça de me seguir nas redes sociais!

Siga @ADemaisblog e @BrunaPaivaC no Twitter

Curta a fanpage do Adolescente Demais no Facebook

Siga @ademaisblog e @BrunaPaivaC no Instagram

Acompanhe BrunaPaivaC no Snapchatwp-1465389060779.png

CLIQUE AQUI PARA VISITAR O ADOLESCENTE DEMAIS NO YOUTUBE

Onde o feminismo se aplica na sua vida?

Imagem: Pixabay

Dia desses ouvi um estranho na rua discursando sobre como o feminismo é desnecessário, radical e só quer fazer com que mulheres tenham mais direitos que homens. Eu não me meti na conversa em parte porque não tinha energia para aquilo no momento, parte pela boa educação que meus pais me deram. Acontece, que o que aquele estranho não sabia era que logo ao seu lado, havia alguém se sentindo poderosamente feminista naquele dia.

O feminismo está na luta, na militância? Está, sim. E ainda bem que existem mulheres incríveis dispostas a dar a cara a tapa por todas as outras. Mas o feminismo também está presente em coisas pequenas, do dia a dia.

Naquela tarde, eu vesti a roupa que eu quis, me arrumei toda, olhei no espelho e pensei “meu Deus, que mulherão da porra”. Depois eu saí, sozinha, com o meu dinheiro, encontrei com uma amiga e me diverti a tarde inteira sem dar satisfação para ninguém. Fizemos o que tivemos vontade e depois voltamos para casa. Coisa boba, nada demais, mas eu voltei no metrô (o mesmo em que encontrei o distinto senhor do início do texto) me sentindo incrivelmente livre e feliz.

E o feminismo está aí, em me olhar no espelho, vestindo a roupa que eu gosto, achar ótimo e sair sem dar atenção para o que qualquer um acha do jeito que me visto. No prazer de ter o meu próprio dinheiro e fazer dele o que eu bem entendo. Na segurança em afirmar que um relacionamento, hoje, está longe de ser prioridade na minha vida. O feminismo está nos planos e objetivos que eu traço para mim. No entendimento de que eu sou a pessoa mais importante da minha vida, mesmo. No fato de que agora eu estou postando esse texto e falando sobre esse assunto num espaço que é meu e ninguém tem nada com isso.

O feminismo está na liberdade. Em, finalmente, poder afirmar sem medo que sou apaixonada por mim. Em ponderar as situações e tomar, eu mesma, as decisões importantes da minha vida. O feminismo está na minha avó, que vai me matar quando ler isso, mas, sem tomar consciência, é um dos maiores exemplos feministas da minha vida. Uma mulher que criou três filhos sozinha, que apanhou muito da vida e que hoje, aos 71 anos, é livre, ativa e faz de si o que bem entende.

O feminismo é fundamental e nos permite tomar as rédeas de nossas próprias vidas. Nos faz entender que somos capazes de qualquer coisa. Nos permite acreditar em nós mesmas. E talvez isso incomode; mulheres se unindo, se espelhando umas nas outras para chegarem aonde tiverem vontade. E justamente porque ainda incomoda é que precisamos mais dele. Por causa do feminismo, hoje, eu sei exatamente o que quero da minha vida e luto por isso. Porque eu sei que posso e consigo.

Bruna Paiva

Gostou do post? Então, comente, compartilhe e não se esqueça de me seguir nas redes sociais!

Siga @ADemaisblog e @BrunaPaivaC no Twitter

Curta a fanpage do Adolescente Demais no Facebook

Siga @ademaisblog e @BrunaPaivaC no Instagram

Acompanhe BrunaPaivaC no Snapchatwp-1465389060779.png

CLIQUE AQUI PARA VISITAR O ADOLESCENTE DEMAIS NO YOUTUBE

8 livros com mulheres incríveis

Olá, pessoal! Hoje, 8 de março, é o tão importante dia internacional da mulher. Para homenagear essa data fundamental para a nossa sociedade, eu separei uma lista com 8 livros que trazem mulheres incríveis como assunto ou personagens da trama! … Continuar lendo

Dona de si

woman-1208328_640.jpgEla anda descalça pelos corredores da faculdade e não se incomoda se a blusa estiver amarrotada. Ela ama moda e veste tudo o que acha bonito, mas, quando a preguiça é maior, ela corre para as combinações de sempre. Ela usa tênis com qualquer meia e só passa maquiagem quando está com paciência.

Ela dá um nó no cabelo bagunçado, sem pentear, e sai de casa numa boa. No fone de ouvido, escuta de Beatles a Molejo. Adora livros densos, mas se derrete com os romances adolescentes. Ela come de tudo o que gosta e uma vez por dia dá uma volta no quarteirão com o cachorro. De vez em quando ela pega a bicicleta e pedala pela cidade. Ela assiste a filmes de ação, comédia, romance e terror.

Ela não bota dificuldade em nada. Não se priva do que quer. Se está louca para ir à praia, dá um jeito e vai. Quer sair para beber? Chama as amigas. E, se ninguém for, ela vai sozinha mesmo. Ela sai com quem tiver vontade e faz o que estiver a fim. Até sonha em encontrar um amor, mas não se prende a ninguém por pura carência.

Paga as próprias contas e ama viajar. Ela não tem vergonha de nada. Faz tudo o que quer na vida e não esconde isso de ninguém. Não dá a mínima atenção aos julgamentos vindos de gente que no fundo queria ser como ela.

Ela é livre, dona de si. É quem manda no próprio corpo, nas próprias vontades, na própria vida. Ela queria que todas as outras mulheres pudessem sentir a liberdade de ser assim: escritora do próprio destino.

Bruna Paiva

Gostou do post? Então, comente, compartilhe e não se esqueça de me seguir nas redes sociais!

Siga @ADemaisblog e @BrunaPaivaC no Twitter

Curta a fanpage do Adolescente Demais no Facebook

Siga @ademaisblog e @BrunaPaivaC no Instagram

Acompanhe BrunaPaivaC no Snapchatwp-1465389060779.png

CLIQUE AQUI PARA VISITAR O ADOLESCENTE DEMAIS NO YOUTUBE

Feliz Dia Internacional da Mulher

mulherHoje, dia 8 de março, é comemorado o Dia Internacional da Mulher. Em todo lugar se vê algum tipo de homenagem às mulheres do planeta. E quantas homenagens já não foram feitas ao longo dos anos? Livros, novelas, e principalmente muitas músicas exaltam as mulheres…

Não importa se para dizer que ao mesmo tempo complicadas e perfeitas elas são Mulheres de Fases. Ou se para contar Todos Os Defeitos de Uma Mulher Perfeita.

Algumas dizem que Garotos não resistem aos seus mistérios. Outras apenas exaltam como a mulher é linda Do Jeito que Ela é, sem mudanças. Outras chegam a defini-las como Dona de seus ideais.

Sem falar naquelas que as homenageiam carregando como título os seus nomes: Anas Júlias,  Judes, Carolinas, Mandys, Fátimas, Betes, Marias, Natashas, Gabrielas

E todas trazem a mesma única intenção: prestar uma pequena homenagem às mulheres, que em todas as idades e de todos os jeitos são tão importantes nas vidas dos homens e até das próprias mulheres.

Feliz Dia Internacional da Mulher!

Bruna Paiva