O dia em que cantei com Leoni no Imperator!

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Há duas semanas, voltando de uma das últimas provas do ano na escola de dança, passei no Imperator com uma amiga, simplesmente porque estávamos com calor e queríamos um ar condicionado. Chegando lá, dei uma olhada na programação por pura força do hábito. Tive uma surpresa agradável. Anunciavam um show do Leoni para o dia 19 de dezembro.

Meus pais me criaram ouvindo as músicas de seus ídolos. Cresci aprendendo a gostar de Legião, Capital, Paralamas, Kid Abelha… O Leoni é um dos artistas com quem eu mais me identifico. Acho que as letras dele sempre dizem algo mais do que está sendo cantado. São músicas que te tocam e remetem a alguma fase da sua vida.

Assim que soube do show, falei com meus pais e compramos os ingressos. Era o dia seguinte da minha formatura, estaríamos virados e o sábado seria cheio. Mas quem dispensa um show do Leoni?

12399232_1059145164107739_1837759433_nOntem, chegamos ao teatro dez minutos antes do show que começou com apenas 5 minutos de tolerância. Leoni cantou muitas músicas do disco novo Notícias de Mim, que foi financiado pelos fãs num sistema de crowdfunding. Mas os sucessos antigos foram os que mais levantaram e emocionaram o público. Eu mesma me peguei com os olhos molhados em diversos momentos, como na música Por Que Não Eu.

Leoni tocou também Quase Sem Querer, de Renato Russo. E parcerias como Fórmula do Amor, sucesso dele com o Léo Jaime e Exagerado, composição dele com Cazuza. Além de um mashup incrível de Uptown Funk do Bruno Mars, com Lágrimas e Chuva.10638119_1059135777442011_446191235_n

Com Leoni tocaram o baixista Andrea Spada, o guitarrista Gustavo Corsi e o baterista Lourenço Monteiro. Além da banda Furacão de Bolso, Leoni contou com a participação de seu filho Antonio Leoni, que mostrou que realmente é filho de peixe. O garoto, que deve ter no máximo uns 18 anos, tem uma voz parecida com a do pai e no fim do show assumiu a guitarra base enquanto o pai ficava só nos vocais. Foi bonito ver Leoni nitidamente orgulhoso do filho no palco.

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A família toda com Leoni no final do show

Nunca tinha ido a um show dele, e a experiência foi incrível. Esqueci completamente que não dormia há quase 24 horas e me diverti demais. Achei incrível o carinho e aproximação que ele faz questão de ter com o público. Em Garotos II, uma das músicas que mais gosto, Leoni desceu do palco e tocou no meio da arquibancada. Em seguida, elogiou o público:  “Vocês são comportados. Normalmente, quando eu desço, as pessoas tentam me agarrar enquanto estou tocando. Vou descer outras vezes”.

No fim do show, Leoni chamou a plateia, até então sentada, para se aproximar do palco. Em Exagerado, desceu mais uma vez cantando no meio da bagunça. Nessa hora, eu, é claro não pude perder a oportunidade de fazer uma selfie. Fiz a maluca e corri até ele cantando Exagerado. Cantei agarrada com ele, mas acabei me atrapalhando. Gravei um vídeo, que ficou horrível e vertical, mas vou deixar aqui pra vocês porque faz parte. ahahaha Hoje, quando acordei, tive a surpresa de encontrar esse momento registrado numa foto no Blog do Jama.

A primeira parte do vídeo é um trechinho de Fórmula do Amor, onde dá pra ver o filho dele tocando de vermelho no palco. A segunda parte é o trecho de Exagerado onde encarnei o personagem da música e fiz a surtada. Mas ninguém pode dizer que não cantei com Leoni…

 

Após o show, Leoni ficou algumas horas atendendo o público que fez uma fila enorme para tirar uma foto ou pedir um autógrafo. Eu queria ter comprado o CD, mas o estoque acabou bem na minha vez, então fiquei só com a foto mesmo. Leoni foi mega simpático conosco. Voltamos para casa cansados, mas com a sensação de que não havia maneira melhor de encerrar o dia.

Bruna Paiva

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“O tempo passou mas não apagou o sentimento…”

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Junto com meus amores no camarim.

Como contei em meu post anterior sobre a Restart, ontem fui assistir a um show dos meus ídolos depois de dois anos. Eu achei meu dia perfeito, mas fiquei bem surpresa com o pequeno público que compareceu.

Eu eu o Koba no camarim

A Restart, em 2010/2011, era banda de lotar Vivo Rio (uma casa de shows enooorme aqui no Rio, com capacidade para até 5 mil pessoas ). O show do dia 12 de janeiro era para apenas 200 pessoas… E quer saber? Não tinha nem isso.

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Com o Pedro Lanza antes do show.

Sério, eu cheguei ao local do show faltando 10 minutos para a hora marcada e se havia 80 pessoas na minha frente era muito. Depois, atrás de mim chegaram mais umas 30. Levando em conta que muita mãe na fila não ia assistir ao show, o público era bem pequeno. A grande maioria das fãs ali eram aquelas que estão com eles desde o começo.

Fiquei bem assustada, mesmo sabendo que era um pocket show, com a proporção reduzida de tudo aquilo. Gente, meus ídolos já lotaram casa de show na Argentina! Não lotar um show para 200 pessoas? Meu Deus, o que aconteceu com minha banda preferida? Minha teoria é que eles se deixaram levar pela zona de conforto. Não escondo de ninguém que acho que o contrato com a Rede TV, em 2012, foi um erro na carreira deles.

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Dentro da van da banda

Uma coisa da qual achei graça foi a ausência de algumas ‘fãs’ nesse show. Meninas que se gabavam, na época do auge da banda, de conhecê-los pessoalmente e coisa e tal. Aquelas que se achavam mais famosas que os próprios meninos, elas não estavam lá…

Mesmo assim, como diz a música, o tempo passou mas não apagou o meu sentimento. Estava lá, enfrentei uma hora de fila(o show atrasou). Fiquei ansiosa  na minha vez de falar com eles no camarim. Abracei um por um com o coração quase saindo do meu peito e matei as saudades daqueles abraços, daquelas vozes… Gritei, pulei, cantei,  corri para tocar na mão dos meus ídolos…

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Com o Thomas no hotel

Um pouco antes de acabar o show eu saí da casa  e fui para a porta que dava acesso à rua. Quando a Restart desceu para ir embora, entrei na van deles e consegui mais fotos com meu preferido. Depois, entrei no meu carro e fiz meu pai, tipo em cena de filme, ir atrás da van avançando todos os sinais e correndo muito até o hotel no Largo do Machado. Lá, abracei muito meus amores, tirei milhares de fotos e pude ficar um pouquinho mais com o Pedro Lucas que sempre foi meu preferido.

O carinho que eles me deram, como sempre, foi enorme. Abraços, beijos, “eu te amo” retribuídos. Muuuita paciência para com a fã atordoada aqui e muito amor pra dar. Digo e repito, se 2014 inteiro for metade do que foi pra mim ontem, vai ser um dos melhores anos da minha vida.

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Eu com o Pedro Lucas na porta do hotel!

Bruna Paiva

Um caso de amor com… Restart

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A primeira vez que falei com meus amores(2011). Eu estou de calça roxa, agarrada com o Pe Lu

Acho que já deu pra perceber que eu tenho alguns muitos ídolos, né? Um dos mais antigos é a banda Restart.

Acabei de receber meu ingresso para o pocket show da banda que vai rolar neste domingo, dia 12 de janeiro, aqui no Rio. E aproveitando que pouco para eu ver meus meninos, to muuuito ansiosa, eu resolvi contar para vocês o meu caso de amor com a Restart.

Pode parecer loucura, mas eu não gostava de Restart assim que a banda começou. Já usei, e me arrependo muito disso, aquele velho discurso de “modinha” ou “bando de viadinho colorido” (meu Deus, por que eu to contando isso?)

Só comecei a gostar dos meninos depois de um show que vi no Teen Mix Festival 2010, que contou com a presença de Cine, Hori, NX zero e Restart. Eu fui ao festival com o único e exclusivo objetivo de assistir a Hori, antiga banda do Fiuk, e o NX zero. Não tinha a menor pretensão de ver Cine e muito menos Restart. Porém, eu acabei ficando para o show da Restart e pronto. Foi amor à primeira música!

Daí em diante, virei fã assídua dos meus meninos. Só em 2011 fui a 7 shows da banda. Era quase um a cada 2 meses. Fiz amigos e vivi muuuita coisa engraçada nesse tempo.

Uma vez fiz minha mãe sair mais cedo do trabalho só para me levar até a Barra da Tijuca pra eu poder passar 10 segundos com a banda. Foi lindo! Fora os shows que eu cismava que tinha que chegar com 9 ou 10 horas de antecedência na fila.

Criei  Fã clube para o Pedro Lucas, meu favorito, e tudo.  Já cheguei a me meter em confusão e brigar com outras dez meninas para conseguir um mísero pedaço da toalha com a qual o Pe Lu tinha se enxugado…

Perdi noites de sono votando nos meus ídolos e gastei muuuito dinheiro com CD, camiseta, livro, revista, DVD, pôster, cadernos, bonecos, calças coloridas e etc. Até em jornal e programa de TV eu apareci pagando de fã enlouquecida (gritando, descabelada, pulando e cantando…). Mas a verdade é que fiz tudo isso e não me arrependo de nada. Amo meus ídolos incondicionalmente e faria tudo de novo!

Com todo esse esforço de tietagem, acabei conseguindo falar com meus meninos duas vezes. E me lembro de cada detalhe dos poucos segundos que passei com eles. Sempre super atenciosos e com muito carinho comigo. Nas duas vezes todos os quatro me deram uma atenção incrível.

Depois de 2 anos sem ir a nenhum mísero showzinho, já estava morrendo de abstinência, ganhei de Natal o ingresso pro novo show. E o melhor de tudo é que o ingresso dá direito ao Meet & Greet, ou seja, vou poder abraçar meus amores! Vocês não têm noção de como essa notícia me deixou feliz.

Vou registrar cada momento do show e depois posto aqui pra vocês verem como foi perfeito. Sim, porque eu tenho certeza: vai ser perfeito!

Bruna Paiva