10 séries que marcaram a minha infância!

Hoje é dia das crianças e quem não tem saudades dessa fase? Nesse 12 de outubro resolvi relembrar com vocês as séries que mais marcaram a minha infância. Aquelas que a gente não perdia um capítulo, sabe? Tenho certeza de que quem foi criança junto comigo também assistia a alguma dessas e deve morrer de saudades. Como recordar é viver, aí estão:

  • Teletubies 

Acho que todo mundo que nasceu na década de 90 assistiu Teletubies incansavelmente quando pequeno. Eu fazia minha mãe gravar os episódios para que eu assistisse milhares de vezes seguidas. Odiava a “hora de dar tchau” e até hoje me pego cantando a musiquinha de abertura…

  • Sítio do Pica-Pau Amarelo   

Acho que essa foi uma das fases mais legais da minha infância. Quando a Emília era interpretada pela Isabelle Drummond e eu queria porque queria ser a Narizinho. Lembro de alguns episódios até hoje. Eu chegava da escola e já corria para assistir ao Sítio. Não podia perder um minuto. Acho um crime terem acabado com a série. Nunca li o livro que deu origem ao seriado, mas é um dos que eu sou louca para ter na minha estante… Volta e meia ainda assisto às reprises no canal Viva.

 

  • Carinha de Anjo 

Essa novela era meu xodó. Eu amava a Dulce Maria e assistia todo santo dia. De noite, ai de quem não me deixasse colocar a TV no SBT. Até hoje guardo com carinho a boneca inspirada na personagem, que ganhei justamente em um 12 de outubro.

 

  • O clube das Winx   

    “Winx, quando damos nossas mãos nos tornamos poderosas porque juntas somos in-vem-cí-veis” Sim, eu lembro a música, eu canto a música e eu ainda quero ser a Bloom e a Stela. O clube das Winx passava todo santo dia às três da tarde no Cartoon Network. E bom, acho que já deu para notar que eu estava sempre em frente à TV.  Aliás, a série está no Netflix e, sim, eu ainda assisto.

 

  • Alegrifes e Rabujos

Quando eu descobri que o Netflix tinha Alegrifes e Rabujos eu quase surtei. Assisti ao primeiro capítulo e chorei. Primeiro porque eu achei meio bobinho e acabei ferindo um pouco a magia daquela época. Depois por nostalgia. Eu AMAVA essa série. Passava no SBT e eu não perdia um episódio. Não tenho coragem de doar a boneca da Sofia, que eu guardo no fundo do baú… Completei o álbum de figurinhas e era apaixonada pelo Alcachofra. E a abertura era VIDA! “A-legrifes e Rabujos, A-legrifes e Rabujos…”

 

  • Kennan e Kell 

“Quem ama refrigerante de laranja?”

“O Kell ama refrigerante de laranja”

“Ama mesmo?”

“Uhum, eu amo, eu amo, eu amo, eu amo “

E quem não amava esses dois? Até hoje quando passa no Nick at Night eu paro para assistir!

 

  • Floribella  

Quem não se apaixonou por Flor e companhia? Eu simplesmente amava. Sabia todas as coreografias e até hoje sei cantar a maioria das músicas. Fiz minha mãe comprar o bamba da sorte e me achava com aquele tênis todo colorido. Lembro de uma vez que meus pais tentaram me levar ao show na Barra, mas quando chegamos os ingressos estavam esgotados. Chorei pra caramba naquele dia. Recentemente, o Netflix disponibilizou Floribella. Assim que tiver um tempinho, quero tirar um dia para assistir e matar as saudades dessa época…

 

 

  • Rebelde 

Eu queria ser Roberta Rey e era completamente apaixonada por Diego Bustamante. Rebelde foi uma das melhores séries que eu assisti quando pequena. Eu amava e sonhava em estudar no Elite Way. Voltei a assistir Rebelde no Netflix e a magia foi a mesma, a série é incrível! Um dos traumas da minha infância é nunca ter ido a um show do RBD no Brasil. Mesmo assim, tenho os DVDs e ainda canto e danço na frente da TV como quando tinha 8 anos.

 

  • Drake & Josh 

Diferente de muita gente da minha idade, eu não assistia muito à Disney quando pequena. Gostava mais da Nickelodeon. Drake e Josh foi uma das que eu mais assisti. Amava os episódios da vida dos irmãos e as travessuras da caçula Megan. Eu via junto com meu irmão e a gente se identificava com as brigas dos irmãos da TV. Até hoje quando passa eu paro para assistir.

 

  • Zoey 101 

Por último, mas não menos importante. Zoey 101. Essa série, junto com Rebelde, me fez sonhar em estudar num colégio interno. Queria ser como a Zoey. A vida no Pacific Coast Academy parecia perfeita e eu era louca para fazer parte da turma de Zoey, Dana, Chase, Michael e Nicolle.

 

Félix: nem mocinho nem vilão, apenas humano…

Reprodução TV Globo

Reprodução/ TV Globo

Hoje o Brasil inteiro vai parar para assistir ao último capítulo da novela das 21h Amor à Vida. E não dá para negar que a esmagadora maioria quer ver o Félix. O personagem brilhante do Mateus Solano, mesmo com todas as suas maldades, acabou conquistando o público. E isso me intrigou bastante. Tanto que parei para pensar sobre o comportamento do personagem.

Ele começou a novela fazendo as piores maldades e agora tem ajudado a fazer o bem. Mas eu não acho que ele tenha tido um coração ruim algum dia. Acredito na teoria de que cada um de nós nasce completamente puro. E que chegamos ao mundo com um caderninho em branco. Com o passar dos anos, vamos escrevendo por esse caderno. Preenchendo suas linhas. Contando a nossa história.

Algumas das histórias têm um vilão e um mocinho. Porém, ninguém é inteiramente mal ou inteiramente bom. Todos temos os dois lados dentro de nós. Na sua história, você vai sempre ser o mocinho. E o seu vilão vai sempre estar errado. Mas na história dele, talvez o malvado seja você.

Félix é egoísta e mimado. Fez tudo o que fez pensando em seu próprio bem. Não quero dizer que acho certo. Pelo contrário, no início da novela eu o odiava com todas as forças. As coisas que ele fez são imperdoáveis. Mas na história dele, quem sabe, a vilã era a própria irmã. A Paloma que sempre o amou, em sua concepção, era a malvada da situação, que veio roubar-lhe o amor de seu pai e parte de sua herança.

E hoje eu gosto do Félix. Porque ele, assim como todos nós, não é inteiramente mau, nem completamente bom. Mas ele é humano. Erra, se dá mal, erra de novo e parece aprender um pouco com as porradas da vida… Hoje depois do Jornal Nacional, mesmo de férias e fora da minha cidade, faço questão de sentar em frente à TV e torcer para que o Félix, que se mostrou tão humano, consiga seu final feliz…

Bruna Paiva

Protejam-se, vai começar o BBB 14

bbb_logo

Gente, este texto foi escrito para o BBB 14, mas vale para todas as edições do programa…

A Globo divulgou nesta terça-feira os próximos participantes do Big Brother Brasil. E a partir de agora todos os meios de comunicação do país vão falar só disso. Não nego que já fui viciada no programa. Não perdia um dia sequer. Torcia pelas pessoas, já tive pay per view e até em casa de vidro eu já fui… É sério, já fiquei em fila e fiz a fã na edição do BBB 11. Mas há dois anos parei de dar tanta importância para esse programa.

Ok, seria muita hipocrisia se eu dissesse aqui que não vejo. Eu perco meu tempo assistindo sim. É da natureza humana querer saber da vida dos outros… Mas hoje assisto com a total consciência de que nada ali vai me acrescentar.

Até porque todo ano é a mesma coisa. Tem o gostosão que pega todo mundo, a gostosa que paga de modelete e nas festas se revela uma verdadeira vadia, os barracos por motivos imbecis, aqueles namoros vai-e-vem sem consistência nenhuma… E parece que até hoje não aprenderam que o excluído pelo grupo vai sempre ganhar fama de coitado e vencer o programa.

E é claro, os incansáveis discursos do Bial. Eu não consigo prestar atenção enquanto ele tenta filosofar… Juro que os batimentos cardíacos de quem tá no paredão chamam mais a minha atenção…  As provas são ridículas… Podiam tentar puxar pela inteligência das pessoas. Mas não, fica milionário quem conquistar o público, quem for mais forte, quem aguentar ficar mais tempo de cabeça pra baixo, ou quem encontrar mais pilhas dentro de um labirinto… Digo e repito: as provas são RIDÍCULAS. To mentindo? Em alguma edição foi diferente? Não.

É tudo sempre igual. Alguém podia contar pro Boninho que BBB já perdeu a graça. Já deu. O que eu to falando não é que “Ah, temos que parar de assistir isso porque é tudo armado” ou “vamos pagar de cultos no facebook e dizer que não assistimos Big Brother.” Isso também é ridículo. A verdade é que, mesmo sabendo que toda vez é a mesma coisa, continuamos assistindo assiduamente a cada ano… E muitas vezes deixamos de fazer coisas melhores.

Uma vez, eu estava num hotel fazenda passando as férias e, de noite, em vez de me socializar com as pessoas da minha idade, eu me trancava no quarto pra ver BBB. Até que uma noite o pessoal me chamou pra ficar com eles.  E eu não assisti TV o resto da semana.  E quer saber? Ainda tenho contato com algumas pessoas e lembro disso até hoje como uma das melhores férias da minha vida… BBB não é tão importante. Conversar, conhecer gente nova, se divertir, viver o mundo real, isso sim é de uma importância tremenda…

Eu parei para olhar o perfil dos participantes da edição que começa no próximo dia 14. E adivinha? Tem o cara bonitão que vai fazer todo mundo babar em frente a TV, tem a modelo que vai andar o dia todo de biquíni e que com certeza vai pegar o bonitão, tem o cara mais velho que vai pagar de sabe-tudo, o com cara de gente boa… Tudo como sempre, de novo.

Então, esse ano, vamos tentar não gastar nosso dinheiro com votos e pay per view. Tentar arrumar coisas pra fazer em vez de assistir aos ‘brothers’ na piscina ou dormindo o dia todo… Vamos tentar não acreditar em tudo que acontece ali. E, por fim, vamos tentar não fechar os olhos pro mundo aqui fora e não viver falando só disso… Porque BBB em excesso, como tudo na vida, faz mal.