Favoritos do mês: as coisas mais legais de Abril!

Oi, gente! No post de hoje eu trouxe os meus favoritos do mês. Tudo o que eu li, assisti ou encontrei por aí no mês de Abril e achei que valia a pena compartilhar com vocês. Todos os itens merecem uma chance de vocês.

1-      Vamos Juntas

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Descobri o livro e o movimento Vamos Juntas em Abril e achei tudo incrível. Contei mais detalhes sobre eles na resenha que postei aqui!

 

2-      Marcela Tavares- Não seja burro

Descobri esses vídeos no Facebook e acabei encontrando no Youtube. A Marcela Tavares ensina coisas básicas (que são ditas erradas com frequência) de um jeito peculiar. É muito engraçado e eu tenho certeza que representa muita gente!

 

3-      The Duff

Assisti a esse filme no Netflix sem dar nada por ele. Mas, no fim, amei! É muito bonitinho e fala sobre bullying, amor e amizade no Ensino Médio. O típico filme clichê de colegial americano. Mas quem não gosta de um bom clichê?

 

4-      O Mambembe

omambembe

Se você é do Rio de Janeiro, não pode perder esse musical! O Mambembe é uma montagem universitária do texto de Artur Azevedo pelos alunos da UNIRIO. Gente, eu fui assistir e saí de lá encantada. Está tudo lindo, vale demais. E o melhor: é de graça! Mais informações aqui.

 

5-      Músicas novas do Fiuk

Sim, eu sei que Amor e Desejo Proibido, as músicas novas do Fiuk, foram lançadas em Março. Mas as duas foram a trilha sonora do meu mês de abril. Então, não podiam ficar de fora. As músicas novas do meu ídolo lindo estão maravilhosas. Escutem!

 

6-      About Time

Que filme fofo! About Time está no Netflix e é uma comédia romântica muito leve com toques de drama e fantasia. É muito gostoso de assistir. Principalmente nesse frio maravilhoso que chegou agora.

 

7-      Roleta Russa

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Contei aqui, também, que assisti à peça Roleta Russa, baseada no livro Suicidas de Raphael Montes. Eu adorei a adaptação e não pude deixar de considera-la nos meus favoritos!

 

8-      Restart reunida

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Aí tchomas

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Bem no finzinho de abril, três dos 4 meninos da Restart se juntaram e filmaram, para o instagram, uma música antiga da banda. Thomas, Pe Lanza e Koba me fizeram chorar de saudades de uma das melhores épocas da minha adolescência.

 

9-      A Cura

Assisti a esse filme enquanto fazia minhas unhas e me surpreendi. A Cura fala sobre amizade, e que amizade linda!, preconceito e AIDS. Além de abordar a inocência de uma criança em relação a essa doença tão terrível. Chorei muito. É um filme incrível.

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E aí, vamos juntas?

Vamosjuntas4Você está sozinha, voltando para casa, às oito da noite. A rua está deserta e escura. Você anda rápido, com a bolsa na frente do corpo, cara de má, atenta a qualquer movimento suspeito. De repente escuta passos atrás de você. Seu coração acelera, o medo pulsa nos seus ouvidos, você prende a respiração e, sem diminuir o passo, junta um pouquinho de coragem e olha para trás. É outra mulher. A adrenalina abaixa, e a sensação é de alívio imediato. Você se vira para frente e continua o caminho até sua casa.

Se você é mulher e anda sozinha nas ruas da sua cidade, é improvável que nunca tenha sido protagonista da cena descrita acima. Afirmo ainda que, talvez você já tenha sido a mulher que está atrás. Provavelmente também com medo e dando graças a Deus pela pessoa da frente ser outra mulher. Agora pense comigo, em vez de caminharmos a passos de distância, cada uma com seus medos, por que não vamos juntas?

Sororidade. Você sabe o que é? Relaxa, porque eu também não sabia. Sororidade é a união e aliança entre as mulheresVamosjuntas3 baseadas no companheirismo e na luta por um bem comum. Não entendeu ainda? A sororidade se aplica quando, na cena ali em cima, as duas mulheres andam lado a lado, unidas, protegendo uma a outra e sentem-se mais seguras com a companhia.

Fui apresentada à sororidade pelo movimento Vamos Juntas? da Babi Souza. O livro do Vamos Juntas? foi lançado no mês de Março e me deixou encantada com o movimento. A ideia do Vamos Juntas? é exatamente o que seu nome sugere. Uma atitude simples que pode parecer banal, mas que é capaz de fazer toda a diferença. A menina indo na mesma direção que você, provavelmente, também está com medo da rua escura. Um “Oi, tudo bem? Também estou indo para lá, vamos juntas?” faz bem para a segurança das duas.

Pela primeira vez na vida percebi como é importante que nós, mulheres, sejamos mais unidas. Que não olhemos a moça ao lado como rival só porque é uma mulher.

Vamosjuntas2Sim, estamos falando de feminismo. E, sim, você precisa e muito dele. Sem extremismos, sem querer ser melhor do que ninguém. Apenas para garantir nossos direitos. É uma luta para que sejamos realmente livres em nossa sociedade. Livres para usarmos a roupa que quisermos, sem receio do que vamos ouvir pelas ruas. Livres para nos sentarmos à janela do ônibus (que, convenhamos, é o lugar mais legal) sem medo de quem vai sentar ao corredor. Livres para não nos sentirmos vulneráveis pelo simples fato de sermos mulheres.

O movimento Vamos Juntas surgiu como uma página no Facebook em junho de 2015. Desde então, publica incentivos à sororidade, ao feminismo e diversos relatos de meninas e mulheres de todo canto do país. Lendo o livro, que também é cheio de depoimentos, perdi a conta de quantas vezes me arrepiei ao ler histórias reais que não deveriam acontecer com ninguém.

Sinceramente acho que deveria ser uma leitura obrigatória para nossa sociedade. O livro deixa claro conceitos como sororidade, diferenças entre feminismo, femismo e misandria, além de mostrar, de forma lúdica, a importância do feminismo para a sociedade.Vamosjuntas

Sempre acreditei na ideia de que se saísse com um homem ao lado, estaria mais segura para andar na rua. Lembro que, na escola, sempre que precisava almoçar fora, arrastava um amigo comigo, mesmo que já tivesse a companhia de outra menina. O Vamos Juntas me mostrou que a mesma sensação de segurança de estar acompanhada de um homem pode acontecer se me unir às mulheres que temem o mesmo que eu. Hoje, depois de conhecer o movimento, não me acanho em olhar para a mulher ao lado e fazer essa simples perguntinha que pode mudar o destino das duas: e aí, vamos juntas?

Bruna Paiva

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